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Por meio de Boletim Epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (06), a Secretaria Municipal de Saúde de Livramento de Nossa Senhora informou que foi registrado 01 óbito por Covid-19 que foi registrado, no Hospital Municipal Dr. Ulysses Celestino da Silva, um óbito, nas últimas 24h, em decorrência da COVID-19, em residente do município. São atualmente 2173 casos confirmados, 72 pacientes em tratamento e 2.048 curados. O município chega ao total de 53 mortes por covid-19.
Na noite de quarta-feira (04), dois indivíduos morreram em confronto com a Polícia Militar, em Ibicoara. De acordo com informações da polícia, na região estava ocorrendo embate entre duas facções criminosas disputando a venda de drogas na região da Chapada. Durante a ação, duas guarnições do Pelotão de Emprego Tático Operacional – PETO Barra da Estiva estavam em patrulhamento tático na travessa Almir Silva, quando flagraram os indivíduos armados. Eles atiraram contra as guarnições e houve revide. A dupla foi atingida, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. Segundo a polícia, a dupla agia no tráfico de drogas nas cidades de Cascavel, Barra da Estiva , Itaete, iramaia e Mucugê.
Na tarde de terça-feira (04), um homem de 48 anos de dupla nacionalidade foi preso em Caetité, durante uma operação da Polícia Federal, por volta das 16h30 de terça, próximo à Praça Maria Neves Lobão, na Avenida Dom Manoel Raimundo de Melo. Ele é acusado de lavagem de dinheiro oriundo do tráfico internacional de drogas, e teria alugado um apartamento em Caetité. De acordo com informações do Correio da Bahia, o homem de nacionalidade chinesa e panamenha seria membro de uma organização internacional de lavagem de dinheiro em larga escala, tendo transferido recursos decorrentes do tráfico de drogas nos EUA e Europa para países da América do Sul e Central, e da Ásia. A informação é do escritório da Interpol, nos Estados Unidos. Os valores decorrentes da comercialização de drogas eram inseridos no sistema bancário dos EUA e, posteriormente, transferidos para contas em Hong Kong, controladas pelo preso.De acordo com a Polícia Federal, entre abril de 2016 e julho de 2017, o suspeito teria lavado mais de US$ 900 mil para cartéis mexicanos e colombianos atuantes no tráfico internacional de drogas. A prisão preventiva foi decretada pelo Supremo Tribunal Federal com base em representação do Escritório Central Nacional da Polícia Federal no Brasil, fundado no Tratado de Extradição firmado entre Brasil e os EUA.O preso foi conduzido para o Presídio de Vitória da Conquista e encontra-se a disposição da Justiça, que decidirá sobre o processo de extradição e transferência.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) prorrogou por mais um ano o afastamento da desembargadora Sandra Inês Rusciolelli Azevedo, do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA). Ela é investigada na Operação Faroeste por envolvimento no esquema de venda de sentenças judiciais. A decisão foi proferida de forma unânime pela Corte Especial do STJ, na quarta-feira (5). Ela é contada a partir do dia 23 de março de 2021, quando venceu a primeira determinação. Essa decisão inicial foi dada em maio de 2020, de forma monocrática pelo ministro Og Fernandes, que é relator do processo. Além de afastada, Sandra Inês está presa desde março de 2020, em uma das fases da Operação Faroeste. Ela é investigada pela suspeita de ter recebido propina de R$ 250 mil, para dar parecer favorável a uma empresa em um processo judicial. Na decisão, Fernandes, afirmou que ela recebia o dinheiro por meio do filho. O ministro teve acesso a diálogos gravados, que mostravam o envolvimento da desembargadora Sandra Inês com a organização criminosa e com a venda das sentenças. Sandra Inês foi exonerada do cargo de supervisora do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do TJ-BA em abril de 2020. Outros desembargadores, também investigados na Operação Faroeste, já haviam sido afastados e também tiveram prorrogação desse afastamento: Gesivaldo Nascimento Britto, José Olegário Monção Caldas, Maria da Graça Osório Pimentel Leal e Maria do Socorro Barreto Santiago e os juízes Sérgio Humberto de Quadros Sampaio e Marivalda Almeida Coutinho.
Quatro vereadores do DEM de Macaúbas, na região do Velho Chico, Oeste baiano, tiveram os mandatos cassados. A medida atinge os legisladores Ricardo Azevedo Longa, Rosenilto Defensor Santana, Marcelo Antônio Nogueira e Jurandi de Souza Amaral. Em decisão do final da tarde de terça-feira (4), o juiz eleitoral Flávio Ferrari julgou procedente uma ação que acusava a chapa do DEM de usar candidaturas femininas fictícias, como forma de atender o exigido em lei. Conforme a acusação de vereadores suplentes, a chapa usou candidaturas de três mulheres – uma delas esposa de um vereador agora cassado – que sequer fizeram campanha. As três estavam entre as sete inscritas nas eleições do ano passado na disputa do DEM para a Câmara Municipal de Macaúbas. O município tem 15 vereadores.
Três acusados de participar de ataque a banco foram mortos nesta quarta-feira (5) na BR-101, em uma ação das Polícia Militar. Eles são suspeitos de participar do roubo a uma agência em Ubaíra, no Vale do Jiquiriçá. O trio foi localizado após uma troca de informações entre equipes das polícias Militar, Civil, Federal e Rodoviária Federal. Os três foram encontrados no entroncamento de Laje, na BR-101. “Com os levantamentos descobrimos que veículos utilizados nos últimos ataques a bancos na região circulavam no trecho entre Santo Antônio de Jesus e Wenceslau Guimarães”, conta o comandante da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Cacaueira, major Rodrigo Fábio. Um bloqueio foi feito na BR-101 para identificar e abordar os carros apontados na investigação. Uma Fiat Doblo com restrição de roubo foi parada nesse ponto. Seis pessoas que estavam dentro do veículo conseguiram sair e entraram em uma área de mata para fugir. As equipes da Cipe Cacaueira fizeram buscas na região e, segundo a polícia, foram alvos de tiros. Os policiais revidaram, baleando e matando três dos supeitos. Os outros conseguiram escapar. Foram apreendidos duas pistolas calibre 40 e 9mm, além do veículo Fiat Doblô, de placa OKI1457.
Uma adolescente de 17 anos, grávida de 6 meses, morreu após sofrer uma descarga elétrica enquanto usava uma máquina de lavar roupas. De acordo com o Blog Sudoeste Bahia, o caso ocorreu na noite de quarta-feira (05), no quintal da casa da vítima, no bairro Nossa Senhora da Paz, na cidade de Caetité. Ainda conforme o blog, familiares disseram que Ramona dos Santos sofreu a descarga elétrica quando foi desligar o equipamento. Ela chegou a ser socorrida para uma Unidade de Pronto Atendimento, mas não resistiu. O bebê também não sobreviveu. O corpo da adolescente foi levado ao Departamento de Polícia Técnica de Guanambi.
Um homem suspeito de sequestrar as duas filhas, de 3 e 4 anos, foi preso na quarta-feira (5), no município de Senhor do Bonfim, no norte da Bahia. Com ele, foram apreendidos uma pistola calibre 22, um revólver 38 e a quantia de R$ 12 mil, segundo informações da Polícia Civil. De acordo com o coordenador da 19ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), delegado Felipe Néri, o crime ocorreu na cidade de Jijoca de Jericoacoara, no Ceará, onde ele era considerado foragido. Segundo o delegado, com a suspeita de que o homem, que não teve a identidade revelada, poderia estar escondido na cidade de Senhor do Bonfim, a polícia do Ceará acionou a 19ª Coorpin para dar apoio na localização dele e das filhas. Segundo a polícia, o homem teve o mandado de prisão cumprido e as crianças serão devolvidas para a mãe. A prisão do homem aconteceu durante uma ação conjunta da 19ª Coorpin de Senhor do Bonfim com a Polícia Civil do Ceará. A polícia informou que ele está à disposição da Justiça.
Documento da Superintendência de Vigilância e Proteção à Saúde, órgão da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), não recomenda viajar para 32 municípios baianos por causa da confirmação de casos de infecção por covid-19 por variantes originárias de Manaus e do Reino Unido, consideradas mais agressivas. A revelação do documento foi feita pelo Política Livre, de Salvador. A variante P.1, descoberta em Manaus (AM), foi detectada em Amargosa, Anguera, Brumado, Camaçari, Cipó, Conceição do Jacuípe, Cruz das Almas, Dias D’Ávila, Feira de Santana, Guanambi, Ilhéus, Irecê, Itabuna, João Dourado, Juazeiro, Lauro de Freitas, Luis Eduardo Magalhães, Mutuípe, Porto Seguro, Retirolândia, Riachão do Jacuípe, Salvador, Santa Luz, Santo Antonio de Jesus, São Gonçalo dos Campos, São Sebastião do Passé, Serra Preta, Serrinha e Tanhaçu. A variante B.1.1.7, descoberta inicialmente no Reino Unido, foi identificada em pacientes em Ilhéus, Itapetinga, Lauro de Freitas, Prado e Salvador. “As variantes identificadas demandam especial atenção do Poder Público e da população em razão de mutações capazes de acarretar maior transmissibilidade e maior gravidade do caso clínico”, diz o comunicado assinado por Talita Moreira Urpia, coordenadora do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS-BA).
Pelo menos 25 pessoas morreram na manhã desta quinta-feira, 6, em uma operação da Polícia Civil contra o tráfico de drogas no bairro do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Segundo a Secretaria de Polícia Civil do Estado, a ação foi baseada em informações concretas de inteligência e investigação de que traficantes vêm aliciando crianças e adolescentes para integrar a facção que domina o território. Os policiais alegam que a investida teve reação dos criminosos, “não apenas para fugir, mas com o objetivo de matar”. De acordo com a polícia, os criminosos exploram práticas como o tráfico de drogas, roubo de cargas, assaltos a pedestres, homicídios e sequestros de trens da SuperVia, dentre outros crimes praticados na região. Entre os mortos está o policial civil André Leonardo de Mello Frias, que trabalhava como inspetor na corporação.
O deputado Marquinho Viana (PSB), acompanhou na terça-feira (04.05), o prefeito de Cordeiros, Delci, e o Secretário Municipal, e o prefeito de Boquira, Luciano, e o Secretário de Obras, e também o vereador de Mirante, Bruno Bitombo, em audiência com o Diretor Presidente da CERB, Antônio Mattos, quando solicitaram a perfuração de poços e a implantação de sistema de abastecimento de água na zona rural dos dois municípios.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) denunciou nesta quinta-feira (5) o vereador Dr. Jairinho e a professora Monique Medeiros pela morte do filho dela, Henry Borel, de 4 anos. Também foi solicitada a conversão da prisão temporária dos dois em prisão preventiva, medida que os promotores consideram necessária para que o processo não sofra interferência. Caso a Justiça aceite a denúncia, eles irão responder por homicídio triplamente qualificado, tortura, fraude processual e coação no curso do processo. Monique vivia um relacionamento com o vereador do Rio de Janeiro e foi denunciada também pelo crime de falsidade ideológica. Segundo o MPRJ, ela prestou falsa declaração falsa no hospital para onde levaram a criança, que chegou ao local já sem vida. “Ao buscar atendimento para seu filho, objetivou mascarar as agressões sofridas por este, evitando a responsabilização penal de seu companheiro”, registra a denúncia. O menino morreu no dia 8 de março no apartamento onde morava com sua mãe e seu padrasto. O laudo de necropsia do Instituto Médico-Legal (IML) indicou que a criança sofreu 23 ferimentos pelo corpo e que a causa da morte foi “hemorragia interna e laceração hepática”. O corpo apresentava lesões hemorrágicas na cabeça, lesões no nariz, hematomas no punho e abdômen, contusões no rim e nos pulmões, além de hemorragia interna e rompimento do fígado.
O inquérito da Polícia Civil foi concluído na terça-feira (4) com o indiciamento por homicídio dos dois investigados. No curso das investigações, foram recuperadas mensagens em que a babá de Henry relata a Monique um episódio em que o menino foi vítima de agressão de Dr. Jairinho. A mãe da criança, segundo o delegado, não denunciou o ocorrido na época e omitiu a informação no depoimento.
Na denúncia, o MPRJ endossou conclusões do inquérito policial. “Os intensos sofrimentos físicos e mentais a que era submetida a vítima como forma de castigo pessoal e medida de caráter preventivo consistiam em agressões físicas perpetradas pelo denunciado Jairo Souza Santos Junior”, diz o documento. Monique é apontada como coautora do crime por omissão, pois tinha o dever de proteção e vigilância. “Sendo conhecedora das agressões que o menor de idade sofria do padrasto e estando ainda presente no local e dia dos fatos, nada fez para evitá-las ou afastá-lo do nefasto convívio com o denunciado Jairo”, registra a denúncia.
Monique e Dr. Jairinho estão em prisão temporária desde o dia 8 de abril. Com o fim da investigação policial, caso não ocorra a conversão em prisão preventiva, eles deverão ser liberados para responder em liberdade. Para o MPRJ, se isso ocorrer, há risco de as testemunhas serem ameaçadas e de interferências na coleta de provas. “Existem pontos destacados no apenso físico do laudo de extração de conteúdo do aparelho celular dos denunciados que apontam que, a todo tempo, eles tentaram intimidar e cercear testemunhas, direcionar depoimentos e embaraçar as investigações”, diz a denúncia.
No mesmo dia em que foi preso, Dr. Jairinho, que está no quinto mandato como vereador, foi expulso do Solidariedade, partido ao qual estava filiado. Na Câmara dos Vereadores, tramita um processo de cassação do mandato do parlamentar.
Defesa
A defesa de Monique Medeiros, composta pelos advogados Thiago Minagé, Hugo Novais e Thaise Mattar Assad, ainda não se pronunciou sobre a denúncia do MPRJ.
Na última terça-feira (6), os advogados divulgaram nota lamentando a decisão da Polícia Civil de não colher um novo depoimento da mãe de Henry. Nas últimas semanas, Monique escreveu diversas cartas onde pede desculpas a Leniel Borel, pai de Henry, e oferece uma versão dos fatos distinta da que apresentou em seu interrogatório no dia 17 de março. Ela afirma ter sido pressionada a endossar uma narrativa combinada com André Barreto, advogado que representou o casal no início do caso.
Thiago Minagé, Hugo Novais e Thaise Mattar Assad foram contratados por Monique no mês passado, quando ela decidiu ter defesa separada da de Dr. Jairinho. Os três advogados consideram a reconstituição dos fatos imprestável porque, segundo eles, teria sido realizada com base em versão uma irreal, apresentada sob coação e dissimulação.
Para eles, a mãe de Henry também é vítima no caso. Com base no testemunho de mulheres que tiveram relacionamento com Dr. Jairinho, os três advogados passaram a sustentar que o vereador tem perfil agressivo e que seria o único autor do crime. Um desses casos antigos levou o MPRJ a oferecer outra denúncia na semana passada contra Dr. Jairinho, acusado de ter torturado física e mentalmente a filha de sua então namorada. A criança também tinha quatro anos na época (2011-2012).
Nas cartas escritas na prisão, Monique afirma que era induzida a tomar remédios para dormir e descreve episódios de ciúme e violência que não foram relatados no interrogatório. Quando depôs diante dos investigadores, ela disse que acreditava que Henry teria se acidentado ao cair da cama, versão similar à do vereador.
Após o rompimento com Monique, o advogado André Barreto decidiu deixar também a defesa de Dr. Jairinho. O vereador passou a ser representado pelo criminalista Braz Sant’Anna, que ainda não de manifestou sobre a denúncia do MPRJ. Em entrevistas concedidas nos últimos dias, Sant’Anna considerou inconsistente o conteúdo das cartas escritas por Monique.