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Um total de 13 produtos teve o Imposto de Importação reduzido, decidiu na sexta-feira (15) o Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex/Camex). Ao todo, nove produtos tiveram a tarifa zerada. Três tiveram a alíquota diminuída para 2%, e um para 6,5%. Entre os produtos beneficiados, estão medicamentos e equipamentos médicos, tinta para impressão de livros, lentes de contato, lúpulo para cervejarias e resina de polipropileno. A Camex zerou as alíquotas de importação para medicamentos com olaparibe, substância usada no tratamento de cânceres de mama, ovário e próstata. Também foi zerado o imposto de medicamentos com brometo de tiotrópio monoidratado e cloridrato de olodaterol, broncodilatador indicado para o tratamento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Esses dois itens pagavam 8% para entrarem no país. A redução foi aprovada com a inclusão dos itens na Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum do Mercosul (Letec), como ex-tarifário, produto sem produção nacional equivalente. Dois equipamentos médicos endovasculares (usados dentro dos vasos sanguíneos) tiveram a alíquota cortada de 16% para 0%. O primeiro é um dispositivo usado para dissolver e eliminar trombos. Outro dispositivo é usado em cirurgias com assistência de equipamentos robóticos que envolvem a instalação de cateteres, stents coronários e vasculares periféricos, entre outras situações médicas. Esses dois produtos também foram incluídos como ex-tarifário. Para evitar desabastecimento, os membros do Gecex aprovaram ainda a redução a zero das tarifas dos seguintes produtos: fio de alta tenacidade de poliéster; extrato de lúpulo; um tipo de filtro solar; um sistema de prótese valvular cardíaca e um sistema de fixação de eletrodo no crânio, para casos de Doença de Parkinson. As taxas variavam de 8% a 18%. Pelo mesmo motivo, três produtos tiveram as alíquotas reduzidas para 2%, incluindo tintas pretas e coloridas para impressão de livros e lentes de contato de silicone hidrogel. A Camex reduziu para 6,5% o Imposto de Importação das resinas de polipropileno. A substância é usada na produção de itens para diversos segmentos da indústria, como aplicações em embalagens flexíveis, sacos para grãos e fertilizantes, cadeiras plásticas, brinquedos, eletrodomésticos e autopeças, entre outros usos.
As empresas listadas na bolsa de valores brasileira (B3) tiveram um saldo de R$ 439 bilhões de queda no valor de mercado no primeiro semestre de 2022, de acordo com informações do levantamento realizada da plataforma Economatica. 277 das 343 empresas avaliadas tiveram perda de valor entre 1º de janeiro e 30 de junho, totalizando R$ 583,24 bilhões, uma desvalorização de 19,31%. Já 66 registraram alta, um total de R$ 144,06 bilhões, um crescimento de 14,83%. Com isso, o saldo foi negativo, de R$ 439,18 bilhões. Na maior perda, a varejista Magazine Luiza, com queda de R$ 32,5 bilhões, decréscimo de 208,54%. Em seguida foi a Ambev, com queda de R$ 31,7 bilhões, Rede D’Or caindo R$ 31,1 bilhões), Weg desvalorizando R$ 27,3 bilhões) e Raizen com R$ 19,2 bilhões). Liderando o lado positivo, a Eletrobras, no semestre, com a conclusão do processo de capitalização. Em seis meses, o ganho foi de R$ 49,3 bilhões, ou 48,52%. Completam a lista de maiores ganhos o Banco do Brasil (alta de R$ 12,9 bilhões), seguido do ItaúUnibanco (R$ 11,1 bilhões), o BBSeguridade (R$ 10,4 bilhões) e a Hypera (R$ 6,1 bilhões). A desvalorização das ações brasileiras acontece no mesmo período em que o Ibovespa acumulou uma perda de 5,99%.
A primeira-dama Michelle Bolsonaro decidiu entrar na campanha do marido. Considerada uma figura importante para tentar reverter a rejeição do eleitorado feminino a Jair Bolsonaro, Michelle começará a aparecer em diferentes ações do governo como “porta-voz” das políticas do governo para mulheres. A informação é da coluna Radar, da revista Veja. Segundo a publicação, a primeira-dama já deveria, na visão dos aliados, ter começado a figurar nos vídeos do PL e em eventos públicos ao lado de Bolsonaro, mas divergências internas afastaram Michelle dessas atividades. Agora, com o avanço da estratégia de campanha, as coisas parecem estar ajustadas, garante um integrante da campanha.
Um policial militar matou oito pessoas, sendo seis da família dele, em Toledo e Céu Azul, cidades da região oeste do Paraná, durante a noite de quinta-feira (14). As informações foram confirmadas pela Polícia Civil e pela Polícia Militar (PM). Entre as vítimas estão três crianças e um adolescente. A Polícia Militar informou que entre os mortos estão dois filhos do agente, uma enteada, a esposa, a mãe dele, um irmão e outras duas pessoas desconhecidas que estavam na rua. Após matar as oito pessoas, Fabiano Júnior Garcia, de 37 anos, se matou. O policial militar trabalhava no 19º Batalhão de Polícia Militar de Toledo e estava há 12 anos na corporação. A PM disse que o agente trabalhou normalmente na quinta-feira e deixou o plantão por volta das 19h. A PM acredita que, ainda em Toledo, o homem tenha matado a esposa e a enteada de 12 anos. Depois, foi até a casa da mãe dele, onde a matou com facadas. O irmão dele também foi morto, mas com disparos de arma de fogo. Em seguida, a suspeita é que ele tenha se dirigido para Céu Azul, onde matou os dois filhos que moravam com a avó materna. As vítimas foram baleadas. Depois, conforme a polícia, o homem retornou para Toledo, onde tirou a vida de dois jovens aleatórios que estavam passando pela região, de 17 e 19 anos. Por fim, o policial tirou a própria vida. O comandante-geral da Polícia Militar, Coronel Hudson Leôncio Teixeira, informou que o agente enviou diversas mensagens para os familiares no intervalo entre as mortes. O coronel disse que a Polícia Militar tomou conhecimento dos crimes e tentou prender o agente antes que ele retornasse para Toledo para matar a mãe, o irmão e outros dois jovens. A arma utilizada era da Polícia Militar do Paraná. O carro que era usado pelo agente foi apreendido e era particular. A Polícia Civil investiga a motivação das mortes. Por meio de nota, a Polícia Militar lamentou o caso e disse que o policial envolvido no caso não tinha registros de problemas psicológicos. A PM disse que também disponibiliza atendimento psicológico aos policiais da região.
Segundo a Pesquisa Genial/ Quaest, o ex-prefeito ACM Neto (União) é favorito ao governo da Bahia, com 61% das intenções de voto. Jerônimo Rodrigues (PT) aparece em segundo lugar, com 11%, seguido de João Roma (PL), com 6%. Kleber Rosa (PSOL) tem 1% e Giovani Damico (PCB) não pontuou. Na disputa para o Palácio do Planalto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está 43 pontos a frente do presidente Jair Bolsonaro. Se a disputa fosse hoje, Lula teria 62% dos votos contra 19% de Bolsonaro. Ciro Gomes está com 5%; André Janones (Avante), com 2%; Simone Tebet (MDB) e Vera Lúcia (PCO), com 1%. Os demais candidatos não pontuaram. Foram feitas 1.140 entrevistas, de forma presencial, entre os dias 9 e 12 de julho. A margem de erro é de 2.9 pontos percentuais. Em uma simulação de segundo turno, o ex-prefeito teria 73% dos votos contra 11% de Rodrigues. O atual resultado, porém, indica a vitória já no primeiro turno. Em relação a apoios, 50% dos baianos torcem pela vitória de um candidato apoiado por Lula, enquanto 16% preferem alguém ligado a Bolsonaro. Em contrapartida, 30% dos eleitores gostariam que o vitorioso não fosse próximo nem do atual nem do ex-presidente. A pesquisa Genial/Quaest também aponta Oto Alencar como favorito ao Senado, com 32% das intenções de voto. Em seguida, aparece Cacá Leão (Progressistas), com 10%; Raíssa Soares (PL) e Marcelo Nilo (Republicanos), ambos com 6%; e Tâmara Azevedo (PSOL), com 4%. Já na corrida presidencial, houve pouca mudança em relação à sondagem anterior, realizada em maio. Lula passou de 63% da preferência dos eleitores para 62%, enquanto Bolsonaro subiu de 17% para 19%. Anteriormente, 76% consideravam que Bolsonaro não merecia ser reeleito. Agora, são 73%. A avaliação negativa do governo caiu de 59% para 56% e a positiva subiu de 16% para 19%. Em uma simulação de segundo turno, Lula teria 69% das intenções de voto (mesmo número da pesquisa de maio) contra 21% de Bolsonaro, que cresceu um ponto.
A Receita Federal deflagrou nesta quinta-feira (14), a 'Operação Ruyan' com o objetivo de combater o contrabando de cigarros eletrônicos, cuja importação e comercialização é proibida no Brasil.
A operação contou com a participação de 199 servidores do órgão, que atuaram sobre 112 estabelecimentos, localizados em diversas cidades dos estados de Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo. Em Feira de Santana, comércios instalados no Feiraguay foram alvos da operação. Os cigarros eletrônicos são produtos proibidos de serem importados, comercializados ou serem divulgados por meio de propaganda em todo o país, por força da Resolução de Diretoria Colegiada da Anvisa (RDC nº 46, de 28 de agosto de 2009). O valor de cada produto no mercado ilegal fica entre R$ 60 e R$ 620, podendo ter tamanhos variados. Alguns têm aspecto parecido com pendrives, o que facilita sua ocultação entre outras mercadorias. O nome Ruyan, dado à operação, significa em chinês "quase como fumaça" e foi o nome dado à primeira empresa que produziu cigarros eletrônicos na China e no Mundo.
Apesar da Anvisa ter aprovado, nesta quarta-feira (13), o uso emergencial da vacina Coronavac para crianças de 3 a 5 anos, o ministro da Saúde Marcelo Queiroga não pretende liberar imediatamente o imunizante para este público. O uso do imunizante foi aprovado por unanimidade pela diretoria colegiada da Anvisa, mas em entrevista à coluna de Igor Gadelha, no portal Metrópole, ele afirmou que só decidirá sobre a ampliação do público após ouvir a área técnica do Ministério da Saúde. "Tema para análise da CTAI/SVS (Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 da Secretaria de Vigilância em Saúde) conforme o processo padrão", disse Queiroga. Questionado sobre sua opinião sobre a aplicação da vacina para as crianças de 3 a 5 anos ele esquivou. "Após ouvir a área técnica", disse ele, sem uma resposta direta.
O Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que o sistema eletrônico de votação é seguro e não há riscos relevantes para a realização das eleições de outubro.
A conclusão está em um relatório de auditoria apresentado na quarta-feira (13) pelo tribunal. A investigação avaliou a gestão de riscos para proteção do processo eleitoral e capacidade de evitar a interrupção da normalidade das eleições contra falhas graves.
Para os auditores, o TSE possui um cronograma para aprovação de projetos de defesa cibernética e há planos de contingências para evitar a interrupção do sistema em caso de incidentes.
O relatório aprovado está relacionado à terceira etapa da auditoria realizada pelo TCU no sistema de votação.
O relator da auditoria, ministro Bruno Dantas, elogiou os testes de segurança realizados pelo TSE e a criação da Comissão de Transparência das Eleições (CTE), grupo criado para receber sugestões de melhorias do processo eleitoral.
"Percebo que o TSE tem se esmerado em aperfeiçoar a segurança interna do processo eleitoral, ainda que o sucesso do pleito também demande articulação com outras instituições e com a sociedade", declarou. Em maio, o TSE concluiu a segunda fase do teste público de segurança (TPS) do sistema eletrônico das eleições deste ano.
Com informações da Agência Brasil.
O Ministério da Cidadania prorrogou os prazos para a atualização de dados das famílias inscritas no cadastro único, beneficiárias do Auxílio Brasil. É o que consta da Instrução Normativa nº 17, publicada no Diário Oficial da União de quinta-feira (14).
Devido aos impactos da pandemia, o ministério escalonou o processo de revisão cadastral. Com isso, apenas as famílias com cadastros atualizados pela última vez em 2016 ou 2017 foram convocadas para atualizar os dados no Cadastro Único. Famílias que atualizaram dados pela última vez em 2018 ou 2019 serão convocadas nos próximos anos.
A resolução publicada hoje prevê que os beneficiários do Auxílio Brasil que estão em revisão cadastral terão até 14 de outubro para atualizar as informações. "O prazo venceria originalmente nesta sexta-feira (15). Já as famílias em averiguação cadastral, cujo prazo para atualizar informações terminou em 10 de junho, ganharam prazo extra até 12 de agosto", informou o ministério.
De acordo com a pasta, os processos estão em andamento desde fevereiro e englobam 8 milhões de famílias.
A revisão cadastral consiste na solicitação à família para atualizar os registros do Cadastro Único, "caso esteja há mais de dois anos sem nenhuma alteração ou apresente dados novos na renda, situação de trabalho, endereço ou composição familiar".
Já a averiguação cadastral verifica as informações do CadÚnico, tendo por base informações contidas em outros registros administrativos federais. "Se forem identificadas inconsistências após o cruzamento de dados, a família deve comprovar que cumpre os critérios de elegibilidade ao Auxílio Brasil", explica o ministério.
Famílias inscritas no Cadastro Único devem atualizar os dados a cada dois anos ou no caso de haver alguma alteração. Aqueles que forem convocados para averiguação e revisão de dados devem comparecer a um Centro de Referência de Assistência Social (Cras) ou a um posto de atendimento do Cadastro Único do município.
"A atualização cadastral é fundamental para assegurar a qualidade dos dados e garantir que as informações registradas na base do Cadastro Único estejam sempre de acordo com a realidade das famílias. Programas sociais como o Auxílio Brasil, o Benefício de Prestação Continuada (BPC), a Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) e a ID Jovem exigem que o cadastro esteja atualizado para que as famílias possam receber os benefícios", informou, em nota, o Ministério da Cidadania. Por meio do aplicativo do Cadastro Único, é possível às famílias cadastradas conferir se os dados estão atualizados. Também possibilita saber se as famílias estão sob averiguação ou revisão cadastral. A ferramenta informa, também, o que deve ser feito para a regularização dos registros. "A falta de atualização dos dados do Cadastro Único pode levar à suspensão do benefício e posterior cancelamento. Se os registros não forem regularizados, as famílias podem ser excluídas do Cadastro Único a partir de julho de 2023", alerta o ministério.
Com informações da Agência Brasil.
A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) anunciou, nesta quinta-feira (14), que disponibilizou mais 114 leitos para assistência a pacientes com Covid-19, por causa do aumento da demanda apresentada no estado. São 30 leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) e 84 clínicos. De acordo com a Sesab, há ainda a previsão de abertura de outros 60 leitos, sendo 30 de UTI e 30 clínicos, até segunda-feira (18), em Salvador, Valença e Camacan. Diante dos indicadores de novos casos da doença, total de casos ativos e taxa de ocupação de leitos, a Sesab informa que, caso haja necessidade, mais leitos para o tratamento de pacientes com Covid-19 podem ser disponibilizados. A Sesab informou que municípios também têm autonomia para ampliar a oferta de leitos e definir medidas mais restritivas
O prefeito de Brumado, Eduardo Lima Vasconcelos (Sem Partido), sofreu um infarto, na noite dessa quinta-feira (14), e foi levado para um Hospital em Vitória da Conquista. Vasconcelos foi submetido a cateterismo. De acordo informações obtidas pelo Agora Sudoeste foi implantado um stent, procedimento que terminou por volta das 01h da madrugada desta sexta-feira (15). O quadro clínico do prefeito de Brumado é considerado estável, mas ele teve que ser internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Um segundo caso da doença causada pelo vírus Monkeypox (conhecida como varíola do macaco) foi confirmado pelos centros de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) de Salvador e o da Bahia, nesta quinta-feira (14). O indivíduo reside em Salvador e tem histórico de viagem internacional. O primeiro caso na Bahia foi confirmado nesta quarta-feira (13). O outro registro suspeito foi descartado e mais quatro notificações de residentes em Salvador estão sendo investigadas. As medidas sanitárias de monitoramento dos contactantes próximos, bem como isolamento foram adotadas. Monkeypox é uma zoonose viral, do gênero Orthopoxvirus, da família Poxviridae, que se assemelha à varíola humana, erradicada em 1980. A doença cursa com febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. A infecção é autolimitada com sintomas que duram de 2 a 4 semanas, podendo ser dividida em dois períodos: invasão, que dura entre 0 e 5 dias, com febre, cefaleia, mialgia, dor das costas e astenia intensa. A erupção cutânea começa entre 1 e 3 dias após o aparecimento da febre. A erupção tem características clínicas semelhantes com varicela ou sífilis, com diferença na evolução uniforme das lesões.