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De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), em dois meses, o valor do combustível caiu 30% na Bahia. No fim de junho, o litro saía da bomba por uma média de R$ 8,04. Na última semana computada pela agência, de 14 a 20 de agosto, o valor médio cobrado pelo item era de R$ 5,62. Nesta semana, o preço voltou a diminuir e, agora, a gasolina já sai por R$ 5,34. Os valores têm agradado consumidores, mas estão atrás de boa parte das capitais do país, se comparados ao último levantamento de preços divulgado pela ANP, que cobria os preços até 20 de agosto.
O deputado federal Bacelar (PV) foi eleito um dos melhores deputados do Brasil pelo Prêmio Congresso em Foco 2022. A cerimônia ocorreu nesta quinta-feira (26). “Escolhido pelo júri especializado recebi hoje essa linda homenagem. A premiação está em sua 15ª edição e é considerada o ‘Oscar da Política Brasileira’. Estou imensamente feliz! Agradeço ao povo baiano por ter me concedido a cadeira de Deputado Federal para poder ser reconhecido pelo trabalho que venho desempenhando”, disse o parlamentar. Outros deputados também foram premiados, como Alessandro Molon (PSB-RJ) e Orlando Silva (PCdoB-SP).
A entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Jornal Nacional, da TV Globo, alcançou nesta quinta-feira (25) uma audiência de 30 pontos na Grande São Paulo —cada ponto equivale a 205.755 telespectadores. Os dados preliminares são do Instituto Kantar Ibope Media. A conversa de Lula com os jornalistas William Bonner e Renata Vasconcellos já partiu com uma audiência que era de 27 pontos. Saltou em seguida para 29 pontos e atingiu o pico de 34 pontos. Do total de aparelhos ligados, 67% estavam sintonizados na Globo. A entrevista de Bolsonaro alcançou uma audiência maior do que a do clássico entre Corinthians e Flamengo, exibido no SBT no dia 2 de agosto, e atingiu pico de 34,2 pontos no fim do programa. Nesta semana o programa entrevista todos os candidatos à Presidência. Ciro Gomes (PDT) foi ouvido na quarta-feira (23) e, na sexta (26), será a vez de Simone Tebet (MDB). Os candidatos devem se encontrar também no domingo (28), no debate do pool que reúne TV Bandeirantes, Folha, UOL e TV Cultura. A expectativa é que a audiência seja semelhante, ou até maior, somando-se a ampliação da transmissão no mundo digital.
A Bahia completou, no mês de julho, dez meses consecutivos com reduções das mortes violentas. A desaceleração dos índices de crimes contra a vida, no Estado, teve início no mês de outubro de 2021 e seguiu com o mesmo ritmo até julho deste ano, diz a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA). De acordo com a SSP-BA, o investimento de R$ 250 milhões em novas estruturas para as polícias Militar, Civil e Técnica, além do Corpo de Bombeiros, e de R$ 665 milhões na expansão do sistema de Reconhecimento Facial para 77 cidades da Região Metropolitana de Salvador e de outros municípios do interior colaborou diretamente para o resultado. Ainda segundo a secretaria, em outubro, novembro e dezembro de 2021, as diminuições foram de 22%, 18% e 16%, respectivamente. Já em 2022, as quedas foram de 23% (janeiro), 10% (fevereiro), 12% (março), 21% (abril), 12% (maio), 13% (junho) e 12% (julho). A SSP-BA ainda informa que, além da redução por 10 meses consecutivos, o primeiro semestre de 2022, comparado ao mesmo período do ano passado, também apresentou diminuição de 11,5%. Entre janeiro e junho, o trabalho das polícias, com apoio dos bombeiros, resultou na preservação de 340 vidas. No primeiro semestre deste ano foram contabilizadas 2.618 ocorrências e, em 2021, aconteceram 2.958 casos, diz a SSP-BA. “Parabenizo os policiais pelo empenho e dedicação diários, que se refletem na redução das mortes violentas. A violência é consequência da desigualdade social que cresceu absurdamente nos últimos anos, no Brasil. Na Bahia, seguiremos investindo em pessoal, com novos concursos, em tecnologia e na melhoria da condição de trabalho dos nossos profissionais”, declarou o secretário da Segurança Pública, Ricardo Mandarino.
O Brasil registrou 197 mortes por Covid e 21.398 casos da doença, nesta quinta-feira (25). Com isso, o país chega a 683.328 vidas perdidas e a 34.348.213 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia. A média móvel de mortes completou dez dias de queda (para ser considerada, a variação deve ser superior a 15% em comparação ao dado de duas semanas antes). Ela agora é de 150 por dia, redução de 31% em relação a duas semanas antes. Já a média móvel de casos está há 35 dias em queda e agora é de 15.108, valor 35% inferior ao registrado há duas semanas. Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais. Ao todo, 180.629.980 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 169.974.408 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen. Assim, o país já tem 84,08% da população com a 1ª dose e 79,12% dos brasileiros com as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen. Até o momento, 102.067.963 pessoas já tomaram a terceira dose e 27.578.791 a quarta. O consórcio reúne também o registro das doses de vacinas aplicadas em crianças. Com a ampliação da faixa etária que pode receber a vacina contra a Covid, o consórcio agora apresenta a população de 3 a 11 anos imunizada. Nessa faixa, a fatia parcialmente imunizada (com somente a primeira dose de vacina recebida) é de 52,48% e a que recebeu a segunda dose é de 34,98%. Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas. A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) buscou driblar as perguntas sobre como evitará corrupção no país caso seja reeleito e admitiu ter havido corrupção na Petrobras em governo petista. Líder nas pesquisas de intenção de voto, ele participa de sabatina nesta quinta-feira (25) ao Jornal Nacional, da TV Globo. O petista também admitiu erros do governo Dilma Rousseff (PT) na economia, enalteceu seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), e fez críticas a sigilos decretados no governo Jair Bolsonaro (PL) e à ação do procurador-geral da República, Augusto Aras, chamado por ele de “engavetador”. “Você não pode dizer que não houve corrupção se as pessoas confessaram”, disse Lula, em relação a escândalos na Petrobras em governos petistas. Ele não respondeu de forma clara quais seriam suas propostas para evitar que esse tipo de caso volte a acontecer em nova gestão. Questionado sobre a corrupção, Lula insistiu em dizer que só surge corrupção em governo que permite a investigação. Lula disse que Dilma é uma das pessoas por quem mais ele tem respeito, mas que houve endividamento para manter as políticas sociais e desemprego e que a gestão dela “cometeu equívoco na questão da gasolina”. Apesar disso, ele defendeu Dilma e culpou os presidentes do Legislativo na época por parte das dificuldades econômicas que Dilma enfrentou durante seu mandato. Lula foi o terceiro candidato à Presidência entrevistado pelos apresentadores William Bonner e Renata Vasconcellos. Na segunda-feira (22), o JN sabatinou Bolsonaro, que mentiu sobre STF e pandemia e impôs condições para aceitar os resultados das eleições. Na terça-feira (23), foi a vez de Ciro Gomes (PDT). Ele atacou o que chamou de “polarização odienta” protagonizada por seus dois principais rivais na disputa, Lula e Bolsonaro, e prometeu criar uma “lei antiganância”. A última entrevista que Lula concedeu enquanto candidato ao Jornal Nacional foi no pleito de 2006. Na época o petista enfrentava o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB), que será seu vice na chapa deste ano. “Hoje iremos juntos até lá”, escreveu Lula nas redes na manhã desta quinta (25). E Alckmin respondeu: “E hoje estarei lá ao seu lado. Pela democracia, pela paz e pelo Brasil! Vamos juntos”. O perfil do PT no Twitter compartilhou o momento da chegada de Lula na Globo por volta das 19h30. Mais cedo nesta quinta (25), circulou em grupos de WhatsApp criados pela campanha do petista um flyer com dicas de como os apoiadores do petista poderiam ajudar “a espalhar a palavra de Lula no Jornal Nacional”. “Publique nas redes fotos assistindo ao JN, sempre usando a hashtag #LulaNoJN”, “relembre feitos positivos dos governos de Lula e Dilma”, “fale sobre novos projetos de Lula” e “compartilhe os motivos que levam você a votar no Lula” eram algumas das recomendações. À tarde, Lula compartilhou foto em suas redes sociais antes de sua participação na sabatina. “Gostaram da gravata? #LulaNoJN”, escreveu o petista.
A entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Jornal Nacional, da TV Globo, provocou panelaços em cidades do Brasil na noite desta quinta-feira (25). Os relatos nas redes sociais apontam, porém, um movimento menor do que o registrado na segunda-feira (22), durante a entrevista do presidente Jair Bolsonaro (PL) à emissora. Na cidade de São Paulo, os protestos aconteceram nas sacadas de edifícios de bairros como Santana (zona norte) e Vila Leopoldina (zona oeste). Manifestações também foram registradas em outras capitais como Rio de Janeiro e Salvador, além do Distrito Federal. Lula é o terceiro presidenciável a participar da série de entrevistas da TV Globo nesta semana. Antes dele, o presidente Jair Bolsonaro (PL), na segunda (22), e Ciro Gomes (PDT), na terça (23), foram à emissora. As manifestações contra o petista começaram por volta das 20h30, horário do início da sabatina, e foram convocadas pelas redes sociais. Na segunda, o presidente Bolsonaro também foi alvo de panelaços durante entrevista ao Jornal Nacional. As manifestações aconteceram em várias capitais brasileiras. Panelaços foram promovidos em grandes cidades do país ao longo da pandemia do coronavírus como forma de protesto durante pronunciamentos de Bolsonaro em rede nacional. Antes, esse tipo de manifestação tinha se tornado símbolo da mobilização a favor do impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT).
O presidente Jair Bolsonaro desembarca às 08:50, no aeroporto Glauber Rocha, em Vitória da Conquista, neste sábado (27). Em seu retorno a Bahia, ele será recepcionado pela chapa majoritária da coligação “A Bahia de Mãos Dadas com o Brasil (PL,PMB, PROS, Patriotas e Agir36)”, formada por João Roma (PL), candidato a governador da Bahia, Leonídia Umbelina (PMB), vice, e Dra. Raíssa (PL), candidata ao Senado Federal. Do novo aeroporto, inaugurado por ele, Bolsonaro se desloca com Roma, Leonídia e Raíssa para o estacionamento do antigo terminal aeroviário, onde estará a concentração de motos e carros para a moto-carreata que percorrerá as principais avenidas da cidade. Depois do passeio por Vitória da Conquista, saudando o povo, por volta das 10 horas, o presidente fará pronunciamento em palanque montado na área externa do estádio Lomanto Júnior. “Com a presença de baianas e baianos de todo o estado, vamos mostrar mais uma vez nessa grande moto-carreata que a Bahia quer seguir de mãos dadas com o Brasil”, diz o candidato a governador da Bahia, João Roma, que fará o trajeto na garupa da moto do presidente Bolsonaro.
Uma consulta feita com 2.511 estabelecimentos brasileiros de saúde indica que a criação dos pisos salariais nacionais para enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras pode resultar no fechamento de 20 mil leitos hospitalares em todo o país e em até 83 mil demissões. A lei que define os valores mínimos que serão pagos aos profissionais entrou em vigor no último dia 5. O texto aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, estabelece que nenhum enfermeiro pode receber menos que R$ 4.750, independentemente de trabalhar na iniciativa privada ou no serviço público federal, estadual, municipal ou do Distrito Federal. Para técnicos de enfermagem, o ganho não pode ser inferior a 70% deste valor, ou seja, a R$ 3.325. Já os auxiliares e as parteiras não podem receber menos que a metade do piso pago aos enfermeiros, ou seja, menos que R$ 2.375. União, estados, Distrito Federal e os municípios têm até o fim do atual exercício financeiro para ajustar as remunerações e os respectivos planos de carreira de seus profissionais. Já para trabalhadores celetistas, os pisos já estão em vigor. Os responsáveis pela pesquisa sustentam que a adequação ao piso salarial elevará as despesas das instituições com as folhas de pagamento na média, em 60%. Razão pela qual 77% das instituições consultadas responderam que, para pagar os valores estipulados na Lei 14.434, terão que reduzir o número de enfermeiros contratados. Além disso, 65% dos entrevistados afirmaram que também terão que demitir pessoal de outras áreas. Além disso, 59% preveem o cancelamento de investimentos e 51% acreditam que terão que reduzir o número de leitos hospitalares.
Uma consulta feita com 2.511 estabelecimentos brasileiros de saúde indica que a criação dos pisos salariais nacionais para enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras pode resultar no fechamento de 20 mil leitos hospitalares em todo o país e em até 83 mil demissões. A lei que define os valores mínimos que serão pagos aos profissionais entrou em vigor no último dia 5. O texto aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, estabelece que nenhum enfermeiro pode receber menos que R$ 4.750, independentemente de trabalhar na iniciativa privada ou no serviço público federal, estadual, municipal ou do Distrito Federal. Para técnicos de enfermagem, o ganho não pode ser inferior a 70% deste valor, ou seja, a R$ 3.325. Já os auxiliares e as parteiras não podem receber menos que a metade do piso pago aos enfermeiros, ou seja, menos que R$ 2.375. União, estados, Distrito Federal e os municípios têm até o fim do atual exercício financeiro para ajustar as remunerações e os respectivos planos de carreira de seus profissionais. Já para trabalhadores celetistas, os pisos já estão em vigor. Os responsáveis pela pesquisa sustentam que a adequação ao piso salarial elevará as despesas das instituições com as folhas de pagamento na média, em 60%. Razão pela qual 77% das instituições consultadas responderam que, para pagar os valores estipulados na Lei 14.434, terão que reduzir o número de enfermeiros contratados. Além disso, 65% dos entrevistados afirmaram que também terão que demitir pessoal de outras áreas. Além disso, 59% preveem o cancelamento de investimentos e 51% acreditam que terão que reduzir o número de leitos hospitalares. “Os impactos são imediatos. A folha de pagamento está aí. Esse levantamento é só uma amostra do que será desencadeado pelo Brasil”, afirmou, em nota, o presidente da Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB), Mirocles Véras, destacando que os estabelecimentos filantrópicos que atendem a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e que, segundo ele, há tempos “sofrem com o subfinanciamento” público, sentirão ainda mais os reflexos do aumento dos custos. “A redução na assistência à população será certa, bem como redução dos postos de trabalho em todas as categorias, especialmente na enfermagem. Todos os investimentos, melhorias em infraestrutura serão cancelados, sem previsão de luz no fim do túnel”, acrescentou Véras.
Valorização
Membro do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Daniel Menezes de Sousa rebateu as conclusões das entidades responsáveis pela pesquisa. “Defendemos que é preciso melhorar o financiamento à saúde pública e nos solidarizamos com o setor filantrópico, cuja importância é vital. Ocorre que os problemas de financiamento deste segmento não vêm de hoje, não sendo correto atribuir à valorização dos trabalhadores a possibilidade de serviços virem a ser inviabilizados”, ponderou Sousa, afirmando à Agência Brasil que cabe ao Congresso Nacional e ao Poder Executivo “ajustar a conta”. “A aprovação do projeto que desonera a folha de pagamento do setor seria muito importante. Já o estabelecimento do piso vai qualificar o trabalho. Muitos profissionais hoje forçados a fazer jornadas duplas ou triplas para sobreviver poderão inclusive abrir mão de um destes trabalhos, dando vez a outros profissionais que não encontram vagas”, comentou Sousa. Além da CMB, participaram da organização da pesquisa outras quatro grandes entidades do setor hospitalar brasileiro: Confederação Nacional de Saúde - CNSaúde; Federação Brasileira de Hospitais – FBH; Associação Nacional de Hospitais Privados – Anahp e Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica – Abramed.
Levantamento do Instituto Datafolha divulgado nesta sexta-feira (24), e encomendado pela Rádio “Metrópole”, revela os índices de intenção de voto para o cargo de senador pela Bahia. O candidato do PSD, Otto Alencar, lidera a disputa pelo primeiro turno com 32% das intenções de voto, seguido por Cacá Leão (PP), com 10%, e Raissa Soares aparece em terceiro com 7%. Cícero Araújo do PCO tem 6% e Tâmara Azevedo, do PSOL, tem 4%, mesmo percentual de Marcelo Barreto, do PMN. Brancos e nulos são 21% e 16% não sabe.
O candidato a governador da Bahia, ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma (PL), anunciou que, se for eleito, reduzirá em 80% os impostos estaduais que incidem sobre o óleo diesel na Bahia se for eleito governador do Estado em outubro. "Essa medida servirá para estimular a ofertado do transporte público e diminuir o preço das passagens", explicou Roma, em entrevista à Rádio Patos, de Ipecaetá, nesta quarta-feira (24). O ex-ministro da Cidadania ainda confirmou que construirá uma ponte entre Santo Estêvão e Cabaceiras do Paraguaçu, que integraria uma via expressa para a região. Roma disse que não ficará fazendo "jogo de empurra" para resolver o problema do transporte público, como ocorre em Salvador. Visando a melhoria da oferta do transporte também no interior do estado, o candidato do PL disse que fará uma nova regulamentação na Agerba para facilitar o transporte realizado por particulares entre cidades do interior. "Hoje o estado impõe tantas amarras que dificulta o cidadão a fazer seu cadastramento. Por isso vamos reformular a Agerba e dar mais clareza nas regras do transporte público na Bahia", declarou Roma. Ao ser questionado sobre a construção da ponte entre Santo Estêvão e Cabaceiras, Roma foi enfático: "não é uma possibilidade, não. Nós vamos fazer". Ele reiterou que não será apenas uma ponte isolada, mas uma via expressa que será iniciada na BR-324, passando por Maragojipe, ao lado da Estaleiro Enseada, seguindo por São Felipe, Cruz das Almas, Cabaceiras, Santo Estêvão, Ipecaetá até chegar à Estrada do Feijão. Roma destacou que a Bahia precisa de grandes obras de infraestrutura que facilitem a mobilidade. "Essa obra vai melhorar muito a mobilidade em toda a região", destacou o candidato a governador apoiado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PL). O ex-ministro da Cidadania deixou claro que quer ter os mesmos índices de resolutividade que ao atual governo federal na conclusão e andamento de obras na Bahia, como a duplicação de rodovias federais e a finalização da Ferrovia Oeste Leste (Fiol).
A pesquisa Datafolha, contratada pelo grupo Metrópole, aponta que, se a eleição presidencial fosse hoje, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria 61% das intenções de votos. Já o atual presidente Jair Bolsonaro (PL), conforme publicou o Metro1, teria 20%, e Ciro Gomes (PDT) teria 7%. Ainda segundo o Metro1, o levantamento estimulado aponta ainda que Simonet Tebet (MDB) e Felipe d’Avila (NOVO) teria 1%, cada um. Pablo Marçal (Pros), Léo Péricles (UP), Vera (PSTU), Soraya Thronicke (UNIÃO), Roberto Jefferson (PTB) e Sofia Manzano (PCB) não pontuaram. Branco, nulos e nenhum somaram 5%, já 4% não souberam responder. Na pesquisa espontânea, Lula também lidera com 54%, e Bolsonaro tem 18%. Ciro Gomes aparece com 3%, e Tebet com 1%. Outras respostas somaram 1%. Brancos, nulos e nenhum são 4%. Já 18% não souberam responder. A pesquisa ouviu 1008 eleitores, e foi feita entre 22 e 24 de agosto. A margem de erro é 3 pontos. O nível de confiança é de 95%. A consulta está registrada no TSE : BA- 01548 /2022 e BR-05675/2022.