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O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta segunda-feira (5), trechos de quatro decretos editados em fevereiro do ano passado pelo governo federal com flexibilizações para o porte de armas. A decisão liminar diz que o início da campanha eleitoral "exaspera" o risco de violência política. "O risco de violência política torna de extrema e excepcional urgência a necessidade de se conceder o provimento cautelar", escreveu o ministro. Os processos que contestam a política armamentista do presidente Jair Bolsonaro (PL) já haviam sido colocados em julgamento no plenário virtual do STF. A votação foi suspensa em três ocasiões diferentes por pedidos de vista (mais tempo para análise) - o mais recente feito pelo ministro Kassio Nunes Marques. Sem previsão para a retomada do julgamento, Fachin apontou "perigo na demora" e decidiu despachar monocraticamente. O assunto foi levado ao tribunal pelo PSB e pelo PT. Os partidos afirmam que os decretos são inconstitucionais e representam "retrocesso" em direitos fundamentais, na medida em que facilitam de forma "desmedida" o acesso a armas e munições pelos cidadãos comuns. Os partidos argumentam ainda que, embora pretendam disciplinar o Estatuto do Desarmamento, os decretos ferem suas diretrizes e violam o princípio da separação dos Poderes e o regime democrático, uma vez que o Planalto teria assumido a função do Legislativo ao decidir sobre política pública envolvendo porte e posse de armas de fogo.
O corpo de um homem, de 58 anos, foi encontrado carbonizado na madrugada deste domingo (04) após sua casa ter sido consumida por um incêndio no município de Aurelino Leal, no Sul da Bahia. De acordo com as autoridades, o caso aconteceu na rua Balsa. As chamas foram controladas por populares e policiais militares, que acionaram o Corpo de Bombeiros (CBMBA) e ajudaram a rescaldar o local. A vítima, que não teve seu nome divulgado, só foi encontrada depois que o incêndio já tinha sido debelado. A causa da morte não foi confirmada. Ainda não há detalhes sobre o que teria provocado o fogo. Uma perícia deve apontar as causas da tragédia.
Uma promessa que vem desde o ano de 2020 por parte da prefeitura de Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia. A gestão anunciou a construção do Centro de Apoio à Saúde Animal (Casa), porém já foram gastos R$80.323 (oitenta mil trezentos e vinte e três reais) de aluguel com o espaço, que nunca abriu as portas. A denúncia, apresentada pelo vereador Alexandre Xandó (PT), diz que a promessa foi de o local atender, de forma gratuita, animais de estimação de pessoas de baixa renda, bem como os animais resgatados por grupos protetores. Mesmo fechado, o Centro de Apoio tem despesa com o aluguel do imóvel desde fevereiro de 2021, que de acordo com a denúncia, em um ano passou de R$ 3.517 para R$ 5.017 mensais, pagos com o dinheiro público, valor que inclusive é acima do IGP-M, índice de reajuste de aluguel. "Protocolei denúncias junto ao Ministério Público do Estado da Bahia e ao Tribunal de Contas do Município, já que a prefeita Sheila Lemos Andrade, do União Brasil, tem usado o dinheiro do contribuinte para financiar um serviço que não funciona", afirmou o parlamentar. Além da questão financeira, o vereador diz que, em Vitória da Conquista, os problemas de saúde animal seguem sem solução. Estimativas recentes de grupos de proteção animal apontam pelo menos 60 mil animais entre cães, gatos e equídeos nas ruas, somente na zona urbana.
Em encontro com trabalhadoras domésticas no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, na Grande SP, ao lado do candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o candidato a vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) se referiu ao presidente Jair Bolsonaro (PL) como "Bozo" e disse que política se faz com diálogo, e não com "motociata e nem jet-ski". "Eleição é comparação. Nós tivemos cinco ministros da Educação nesse período aí do Bozo. Andou para trás a educação", disse à plateia majoritariamente feminina. "Um bom governo começa pela campanha. E programa de governo se faz assim, ouvindo, dialogando, conversando, participando. Não é fazendo motociata e nem jet-ski", afirmou o ex-governador de São Paulo. Alckmin criticou a atuação do atual governo no combate à pandemia da covid-19 e a política armamentista de Bolsonaro. Disse ainda que a inflação não é apenas de 9%. "A inflação de alimento é mais de 30%. A inflação do café da manhã e do almoço é mais de 30%. A economia, se Deus quiser, com a experiência de Lula de oito anos, vai crescer muito", afirmou.
Em aceno ao segmento evangélico, no qual o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem ampla vantagem segundo as pesquisas eleitorais, o candidato à Presidência pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva, fez um discurso dizendo que Bolsonaro é "mentiroso" e usa "o nome de Jesus em vão para tentar enganar a boa-fé dos homens e mulheres". O petista evocou apoiadores a agir contra "a fábrica de mentiras" que atuou em 2018, quando Fernando Haddad (PT) disputou o Planalto. "A maior mentira que (Bolsonaro) conta por dia é evocar Deus toda hora. Ele está mentindo. Ele usa o nome de Jesus em vão para tentar enganar a boa-fé dos homens e mulheres", criticou Lula neste domingo (4) durante encontro com trabalhadoras domésticas no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, na Grande SP. "Nós queremos restabelecer uma outra relação com a sociedade. Estado não tem religião. Estado não pode ter religião. Estado precisa tratar todas as religiões com respeito", defendeu. Lula voltou a relembrar que em 2003, durante sua gestão, foi criada a lei de Liberdade Religiosa e em 2009 a Marcha por Jesus. Disse também que durante o governo Dilma Rousseff (PT) foi sancionada a Lei do Evangelho. Diante da disseminação de fake News sobre a relação entre governos do PT e evangélicos, Lula pediu ajuda de apoiadores para desmentir notícias falsas nas redes sociais. "Precisa ficar atento a essa quantidade de mentiras que é contada todo santo dia. Vocês precisam aproveitar o zap de vocês para não deixar que a mentira corra", disse. Segundo o ex-presidente, "a mentira voa e a verdade engatinha". Lula endossou esse movimento para evitar "que a fábrica de mentiras faça o que fez quando Haddad foi candidato em 2018". Como mostrou o Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, o temor é que a campanha bolsonarista reforce a alegação de que o petista, se eleito, fecharia igrejas. A agenda é vista como uma reedição da discussão do "kit gay" da corrida eleitoral de 2018.
Não exagera quem questiona hoje se política é o único assunto nas redes sociais. Em agosto, o número de menções aos candidatos à Presidência aumentou mais de sete vezes. Com isso, passou de 2,9 milhões, de julho, para 20,9 milhões de postagens, no mês passado. Os dados constam de relatório da Torabit, empresa parceira do Estadão no Monitor de Redes Sociais. O crescimento na popularidade dos candidatos, de 620%, está relacionado ao início da campanha, no dia 16, e a eventos que atraíram o interesse dos eleitores. Os destaques são as sabatinas do Jornal Nacional, da TV Globo, e o debate organizado por Band, Cultura, UOL e Folha de S.Paulo. O nome mais citado entre os concorrentes ao Palácio do Planalto é o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 44,4% dos posts monitorados no Twitter, Instagram, Facebook e YouTube. A métrica engloba tanto menções positivas quanto negativas. Já o presidente Jair Bolsonaro (PL) é o segundo, com 40,5%, e reduziu a distância em comparação com julho. Os demais candidatos são bem menos comentados, mas cresceram com aparições na mídia tradicional. "O que se passa na TV e no rádio interfere nas redes sociais", diz Maria Paula Almada, pesquisadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCT.DD), da Universidade Federal da Bahia (UFBA). "O material de debates, horário eleitoral e entrevistas ao Jornal Nacional reverbera tanto entre apoiadores quanto adversários, que vão tirar o que houve de negativo para circular nas redes." 'TCHUTCHUCA'. Bolsonaro protagonizou um episódio de engajamento na internet ao se envolver em confusão com o youtuber Wilker Leão, no Palácio da Alvorada. O youtuber gritou ofensas contra o presidente e o chamou de "tchutchuca do Centrão" enquanto filmava a cena, até que Bolsonaro parte em sua direção, puxa-o pelo braço e tenta tomar o celular. O termo chegou ao primeiro lugar dos trending topics mundial do Twitter, alavancado por opositores. Das 386 mil menções, 90,8% foram negativas, o que inclui piadas e memes. Perfis chamaram o presidente de "ladrão de celular" e criaram uma letra de funk com nomes de aliados e referências ao "orçamento secreto". A militância bolsonarista, por outro lado, conseguiu mobilizar apoiadores para a convocação dos atos do dia 7 de Setembro, quando se comemora o Bicentenário da Independência. Aliados e o próprio presidente também exploraram entrevistas concedidas aos podcasts Flow, Ironberg e Cara a Tapa. Lula ganhou o reforço do deputado federal André Janones (Avante-MG), que era responsável por cerca de 1,2 mil menções diárias. O apoio do parlamentar, por exemplo, proporcionou uma das lives mais comentadas no Facebook. Assim como quando recebeu a adesão à sua candidatura da cantora Anitta, Lula virou assunto com a declaração de voto de celebridades como o ator Bruno Gagliasso e a cantora e ex-BBB Juliette. DESAFIO. O principal desafio do petista é se sobrepor ao fluxo de menções negativas em referência à corrupção. Assim como em julho, o assunto foi o mais citado em posts sobre Lula, com incidência de 21%. Foi também o tema escolhido por Bolsonaro para confrontar o adversário no debate. No YouTube, o vídeo do apoio de Lula à tolerância religiosa e à manutenção das igrejas em seu governo foi o destaque de visualizações. Foram mais de 5,5 milhões de pessoas alcançadas graças ao impulsionamento. A campanha gastou pouco mais de R$ 2 milhões em anúncios no Google - dos quais R$ 1,61 milhão apenas na plataforma de vídeos online. Para Maria Paula, o investimento em ataques mútuos por Bolsonaro e Lula pode ter efeito contrário. "A campanha negativa é ruim para ambos os candidatos porque os dois têm uma taxa de rejeição altíssima. Essa estratégia fará com que a rejeição aumente ainda mais." Corrupção, diz Stephanie Jorge, cofundadora da Torabit, ainda que não seja uma agenda prioritária para as campanhas, mobiliza os internautas. "É um assunto sempre em alta nas buscas das eleições." PELOTÃO. Para ela, é importante que as campanhas, em especial as que estão no pelotão da retaguarda, como a de Ciro Gomes (PDT) e a de Simone Tebet (MDB), invistam em "conteúdo, constância e interação" como os principais elementos para manter o crescimento. Ciro e Simone aumentaram a popularidade nas redes ao participarem das sabatinas do Jornal Nacional e com o início do horário eleitoral em rádio e televisão, além do debate da Band - que também beneficiou Soraya Thronicke (União Brasil) e Felipe d?Avila (Novo). O pedetista foi o terceiro em melhor desempenho na amostra de posts com a hashtag #JornalNacional. Ele também explorou a entrevista para o programa Roda Viva, da TV Cultura, em suas páginas oficiais. Por outro lado, precisou lidar com críticas na internet por apresentar uma peça de propaganda que mostrava uma barragem se rompendo como forma de defender uma alternativa para a polarização política. Simone, que teve audiência menos expressiva na sabatina, recuperou-se com o debate da Band. Ela e Soraya tiveram cerca de 10% das menções cada nas redes, mais do que o triplo do desempenho esperado. Parte dessa popularidade é explicada por ataques bolsonaristas - no caso de Soraya, uma das estratégias foi chamá-la de "traíra" pelo fato de ter apoiado Bolsonaro em 2018.
Em um vídeo divulgado no Instagram neste domingo (4) a coordenadora do Fórum Nacional da Enfermagem, Líbia Bellusci, falou sobre a possibilidade de paralisação e greve da categoria após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso suspender o piso salarial nacional da categoria. "Se for necessária paralisação, terá. Se for necessário greve, terá", afirmou. "Não será o STF que vai desqualificar e desconhecer a necessidade de um piso salarial digno". Bellusci disse que as entidades que compõem o fórum e representam a categoria iriam se reunir neste domingo para debater o assunto. Destacou também que já existem conversas junto a parlamentares para pressionar o STF a mudar de posição. Barroso já solicitou ao presidente da Corte, Luiz Fux, a inclusão do tema na pauta do plenário para análise de todos os ministros. A expectativa até o momento é que o assunto seja julgado no plenário virtual. A lei estabeleceu R$ 4.750 como o piso salarial para enfermeiros, 70% disso para técnicos de enfermagem e 50%, para auxiliares de enfermagem e parteiras. Não há uma previsão clara sobre qual seria o impacto orçamentário para a implementação da medida, mas um estudo feito durante a tramitação na Câmara dos Deputados chegou a estimar em R$ 16 bilhões seus efeitos.
A justiça eleitoral determinou a retirada de um vídeo publicado pelo cantor Latino, onde apresenta falas editadas do candidato à presidência da república, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), feitas em um evento de 2017. Latino publicou o vídeo em seu perfil no Twitter na terça-feira (30), com a legenda "os comentários eu deixo por conta de voces!!". Segundo o Uol, o pedido foi feito pela Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) que afirma que o vídeo foi manipulado com cortes de modo a alterar completamente o sentido de um discurso de Lula em 2017, em evento organizado pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), em São Bernardo do Campo (SP). A determinação também se dá para todos os perfis que publicaram o vídeo. De acordo com a federação, o vídeo foi editado e veiculado a fim de transmitir a ideia de que o candidato Lula teria dito que os apoiadores e filiados presentes no evento seriam vagabundos, bandidos e traficantes. O ministro Paulo de Tarso Sanseverino determinou a suspensão da divulgação do material em 24h, sob pena de multa de R$ 10 mil.
Na noite deste domingo (04), em Brumado, um homem morreu após ser atingido por golpes de faca dentro de um bar no Bairro Brisas 2. De acordo com informações da polícia, testemunhas informaram que, mesmo ferido, o homem ainda conseguiu sair do local andando por alguns metros, mas, não resistiu aos ferimentos e morreu. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência chegou a ser acionado e confirmou a morte. O acusado do homicídio teve o carro incendiado e a casa e móveis destruídos por populares. O corpo da vítima fatal foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). A polícia civil instaurou um inquérito e investiga o caso. O autor do homicídio ainda está foragido.
Mais três casos de varíola dos macacos (Monkeypox) foram confirmados na Bahia neste domingo (4). Com isso, o estado já totaliza 60 casos da doença. Os novos registros são da cidade de Juazeiro, com um caso, e da capital Salvador, com dois casos novos. Além dos confirmados, a Bahia tem notificados 138 casos suspeitos que aguardam diagnóstico laboratorial. Dos 60 casos, 44 foram registrados em Salvador; 2 em Juazeiro; 2 em Lauro de Freitas; 2 em Santo Antônio de Jesus; 1 em Cairu; 1 em Conceição do Jacuípe; 1 em Feira de Santana; 1 em Ilhéus; 1 em Itabela; 1 em Maracás; 1 em Mutuípe; 1 em Pé de Serra; 1 Teixeira de Freitas; e 1 em Xique-Xique
Sintomas
Como a maior parte das infecções virais, o primeiro sintoma da varíola dos macacos é febre. Em seguida é comum apresentar desconforto corporal, fadiga, dores musculares e dor de garganta, além das já citadas inflamações nos linfonodos do pescoço. Dias após os primeiros sintomas, a doença causa as inconfundíveis pústulas cutâneas (bolinhas na pele), que podem aparecer em qualquer parte do corpo, mas mais costumeiramente no pescoço, membros inferiores e superiores. "A doença tem vários sintomas que podem se confundir com outras enfermidades, como a própria Covid-19. A característica principal é a erupção de bolhas. Não há um público específico para a doença, já que o contágio acontece de várias formas. A orientação é que as pessoas em contato com pessoas contaminadas usem máscaras e luvas", pontuou o secretário da Saúde de Salvador, Decio Martins. Além disso, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Salvador, no período em que o paciente está assintomático, ele não transmite a doença. A transmissão acontece enquanto houver lesão na pele. Só para de transmitir quando a pele está cicatrizada e recuperada das erupções.
A Bahia não registrou óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o boletim epidemiológico divulgado no final da tarde deste domingo (4) pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). No mesmo período, foram contabilizados 92 novos casos e 127 recuperados. Dos 1.687.962 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.656.671 já são considerados recuperados, 628 encontram-se ativos e 30.663 tiveram óbito confirmado. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 2.009.442 casos descartados e 359.138 em investigação. Na Bahia, 68.372 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
Vacinação
Até o momento, segundo a Sesab, a Bahia tem 11.645.480 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.810.291 com a segunda dose ou dose única, 7.193.372 com a dose de reforço e 2.011.113 com o segundo reforço. Do público de 5 a 11 anos, 1.034.397 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 656.848 já tomaram também a segunda dose. Do grupo de 3 e 4 anos, 39.556 tomaram a primeira dose.
Entre 1º de janeiro e 31 de agosto de 2022, a Bahia reduziu em 11,4% os índices de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs), categoria que engloba os crimes de homicídio doloso, latrocínio e lesão corporal seguida de morte. Dados preliminares apontam que o mês de agosto fechou com redução de 17,9% em todo o estado, passando de 446 em 2021 para 366 em 2022. Nos oito meses deste ano, o estado contabilizou 436 casos de mortes violentas a menos do que no mesmo período do ano passado. O destaque maior ficou para a capital baiana, que alcançou uma queda de 14,8% nos índices, saindo de 943 casos em 2021, para 803 ocorrências neste ano. Na Região Metropolitana de Salvador, os casos saíram de 441 (2021) para 396 (2022), sendo preservadas 45 vidas. Já nos municípios do interior do estado, o trabalho da polícia baiana ajudou a proteger a vida de 251 pessoas, com um decréscimo de 2.454 casos no ano passado para 2.203 ocorrências neste ano. “Nós tivemos resultados positivos no primeiro semestre e seguiremos assim. O trabalho das Polícias Militar, Civil, Técnica e do Corpo de Bombeiros tem apresentado resultados consecutivos. Conseguimos reduzir os CVLIs em todos os meses deste ano”, disse o secretário da Segurança Pública, Ricardo César Mandarino.