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Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 2.521 da Mega-Sena, realizado na noite de sábado (17) em São Paulo. O prêmio acumulou para R$ 150 milhões. Veja as dezenas sorteadas: 23 – 28 – 33 – 38 – 55 – 59. 5 acertos: 189 apostas ganhadoras, cada uma leva R$ 42.084,88; 4 acertos: 12.204 apostas ganhadoras, cada uma leva R$ 931,08. O próximo sorteio é nesta quarta-feira (21). As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos.
Dois homens foram presos em flagrante e 201 quilos de maconha foram apreendidos por policiais rodoviários federais, na noite de sábado (17). O caso aconteceu em Brumado, região sudoeste da Bahia. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, a droga estava escondida dentro de um veículo, que foi abordado no Km 373 da BR- 030, após o motorista arremessar um cigarro pela janela do carro. Além disso, os agentes perceberam que ele trafegava em velocidade reduzida e com características de que estava transportando uma carga pesada. Ao se aproximarem do automóvel para a fiscalização, os PRFs sentiram forte odor que exalava do interior do veículo, semelhante a maconha. Além disso, os ocupantes apresentaram nervosismo e informações desencontradas quanto ao motivo e destino da viagem. Em seguida foi realizada uma busca no interior do automóvel, e os policiais encontraram a maconha, dividida em 246 tabletes, prontos para comercialização. Aos policiais, o motorista e o passageiro assumiram a responsabilidade pelo transporte ilícito e informaram que adquiriram os pacotes em Montes Claros (MG), a fim de vendê-los em Campina Grande (PB). A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil e a dupla foi autuada pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
A mulher de 28 anos , que foi encontrada morta dentro de casa em Morro do Chapéu na Região da Chapada Diamantina , foi eletrocutada enquanto usava secador de cabelo. A vítima é médica e foi achada após se atrasar para plantão. Ela foi identificada como Ana Paula Almeida Souza. A suspeita é de que a médica morreu enquanto se arrumava para ir ao trabalho. Em nota, a polícia informou que ela sofreu a descarga elétrica. Por causa da demora de chegar no trabalho, colegas tentaram contato com ela e não conseguiram. O grupo então buscou a família de Ana Paula e a Polícia Militar. Eles conseguiram localizar o proprietário do imóvel em que Ana Paula morava, sozinha. O corpo da médica foi encontrado com o secado ao lado. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado e fez a perícia no local. Ana Paula é do presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Santo Antônio de Jesus . Não há detalhes sobre o sepultamento dela.
O ministro Paulo de Tarso Sanseverino, do Tribunal Superior Eleitoral, determinou nesta quinta-feira, 15, mais uma vez, a suspensão da veiculação, em inserções ou programas em bloco, de propagandas do presidente Jair Bolsonaro em que a primeira-dama Michelle apareça por tempo superior ao permitido pela legislação eleitoral. O magistrado ainda proibiu a veiculação de propagandas com o mesmo teor, sob pena de multa de R$ 25 mil. A decisão atendeu um pedido da Coligação Brasil da Esperança, que patrocina a campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Palácio do Planalto. O grupo sustentou que a campanha de Bolsonaro lançou mão de uma 'trucagem' para seguir veiculando propaganda que já havia sido suspensa por ordem do TSE. A peça em questão era protagonizada pela primeira-dama que aparecia por tempo superior a 25% do tempo total da inserção, contrariando a lei eleitoral. A propaganda era narrada integralmente por Michelle, com a alternância entre passagens da mulher de Bolsonaro e de imagens de obras e outros serviços. De acordo com a Coligação Brasil da Esperança, a propaganda agora questionada usou 'artifício da tecnologia' para continuar veiculando a peça suspensa pelo TSE, ao contar com uma dubladora. Segundo o grupo, a artimanha 'causa, de forma clara, no eleitor a impressão de que as frases estão sendo ditas pela primeira-dama, uma vez que a narradora não alterou sequer as frases'. Ao analisar o caso, Paulo de Tarso Sanseverino apontou que o teor da fala veiculada na propaganda eleitoral agora questionada é 'idêntico' ao depoimento proferido por Michelle na inserção derrubada pelo TSE. Segundo o magistrado, ao longo do vídeo, são veiculadas cenas diversas contendo mulheres, crianças e o presidente, além de imagens da primeira-dama nos trechos em que a fala se dá em primeira pessoa. Assim, na avaliação do ministro, 'persiste a participação de Michelle Bolsonaro, na condição de apoiadora, em mais de 25% do tempo da inserção, haja vista a veiculação, durante toda a propaganda, de depoimento com aparência de ter sido por ela proferido'. "Com efeito, o discurso veiculado, além de igual ao da inserção anterior, apresenta trechos em que as falas na primeira pessoa do singular ("O meu depoimento não é só de uma esposa, que ama o marido" e "Eu sei quem é ele dentro de casa") são exibidas simultaneamente à imagem de Michelle Bolsonaro dizendo-as, dando a entender se tratar de depoimento da própria, sobretudo porque o áudio se mostra contínuo, isto é, sem mudança da voz feminina que o profere", registrou. Assim, Sanseverino entendeu que o fato de a aparição de Michelle Bolsonaro na inserção ter sido reduzida, dando lugar a outras cenas, 'não afasta a sua participação durante 100% do tempo da inserção via áudio consubstanciado em seu discurso'. Considerando que, em julgamento anterior que analisou a fala idêntica da primeira dama, o TSE entendeu que o pronunciamento desrespeitou a lei eleitoral, o ministro registrou que, em uma primeira análise, 'verifica-se a probabilidade de reconhecimento da irregularidade da inserção de propaganda eleitoral em questão'.
O medo de ser alvo de violência política nas eleições deste ano atinge a maioria da população brasileira, segundo a pesquisa Violência e Democracia: panorama brasileiro pré-eleições de 2022, uma parceria entre a Rede de Ação Política pela Sustentabilidade (Raps) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Os dados foram coletados pelo Datafolha. De acordo com o levantamento, 67,5% dos entrevistados têm muito medo (49,9%) ou um pouco de medo (17,6%) de ser vítima de agressões físicas em razão de escolhas políticas ou partidárias. Apenas 32,5% dos ouvidos não temem ser atingidos pela violência no pleito deste ano. A amostra indica que 113,4 milhões de brasileiros têm medo de sofrerem agressões físicas. Ao mesmo tempo, a pesquisa verificou que 3,2% dos brasileiros disseram ter sido vítimas de ameaças por razões políticas e 0,8% de violência física. "É difícil falar em eleições livres e justas com este nível de violência. As eleições livres estão ameaçadas não pelas razões que (o presidente Jair) Bolsonaro suspeita - as urnas eletrônicas -, mas pela violência política", afirmou o presidente do FBSP, Renato Sérgio de Lima. Para a cientista política Mônica Sodré, do Raps, a violência de matriz política - medida pela primeira vez - afeta milhões de pessoas. "É um indicador que preocupa. Temos uma população amedrontada." A sondagem mostra, ainda, que o medo de sofrer uma ameaça diante do clima de escalada da violência política no País também é alto. Segundo a pesquisa, 45,2% têm muito medo de sofrer uma ameaça em razão de escolhas políticas ou partidárias e 17,4% dos ouvidos dizem ter pouco medo. Apenas 37,3% afirmam não temer ameaças. Com isso, pela projeção, o temor de ameaça atinge 105,2 milhões de brasileiros (62,6%).
Tensão
O clima de violência levou à entidade internacional de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch (HRW) a fazer um apelo aos representantes das forças políticas do País em favor da moderação. O pedido ocorreu após o registro de dois casos extremos neste ano: os assassinatos do dirigente petista e guarda municipal Marcelo Arruda, em Foz do Iguaçu (PR), e do trabalhador rural e eleitor do PT Benedito Cardoso dos Santos, em Confresa (MT). Ambos foram mortos por eleitores de Bolsonaro. Além desses crimes, outros episódios de violência e ameaça foram registrados durante a campanha envolvendo petistas e bolsonaristas, como ataques com drones e com bombas com fezes em Minas e no Rio. Houve ainda ataques à imprensa, como o praticado pelo deputado bolsonarista Douglas Garcia (Republicanos-SP) contra a jornalista Vera Magalhães. Para Lima, as ocorrências estão relacionadas a outro dado importante da pesquisa: o aumento do chamado índice de agressividade autoritária. Em 2017, pesquisa do fórum mostrou que o indicador estava em 6,5 pontos no Brasil, em uma escala internacional de 0 a 10; em 2022, avançou para 7,11. O levantamento foi realizado entre os dias 3 e 13 de agosto e ouviu 2,1 mil em todo o País. Dos entrevistados, 3,2% dizem ter sofrido alguma ameaça por causa de suas escolhas políticas ou partidárias, o que, em projeção na população, indica 5,3 milhões de brasileiros. Além disso, 1,4 milhão de brasileiros afirmou ter sido vítima de violência física no começo da campanha eleitoral deste ano - 0,8% da população. O total de pessoas ameaçadas por motivos partidários ou eleitorais ficou atrás apenas dos que se disseram vítimas de golpe ou que perderam dinheiro por meio do celular (9,2 milhões) e das vítimas de furto ou roubo de telefone (9,1 milhões). "A radicalização da violência política está sequestrando a agenda política e impedindo que as pessoas exerçam sua cidadania", disse Lima.
As últimas pesquisas do Datafolha para os governos dos estados eram esperadas como uma respostas sobre o resultado da propaganda eleitoral gratuita, iniciada no dia 26 de agosto. Comparada aos outros estados que contam com a pesquisa do instituto, a Bahia foi onde houve maior variação na diferença entre os candidatos que ocupam o primeiro e o segundo lugar. No estado, a diferença entre ACM Neto (União) e Jerônimo Rodrigues (PT) caiu de 38 pontos percentuais (pp) para 21, o que representa uma variação de 17 pontos. Nos outros estados, as variações nas distâncias foram menos expressivas: Rio de Janeiro (2pp), São Paulo (2pp), Minas Gerais (6pp). Apesar disso, a atual diferença de 21 pp entre Neto e Jerônimo ainda é uma das maiores entre os estados pesquisados pelo Datafolha. O número fica atrás apenas da distância entre os primeiros colocados para o governo de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) e Alexandre Kalil (PSD). Entre os mineiros, o candidato do Novo leva uma vantagem de 30 pp. Mesmo em desvantagem, Jerônimo Rodrigues foi o candidato que mostrou maior crescimento após o início da propaganda eleitoral gratuita. Ele subiu 12 pontos percentuais. Foi sua evolução, inclusive, que puxou a grande variação na diferença entre os candidatos baianos. Os outros postulantes com crescimento foram Cláudio Castro (PL-RJ), Romeu Zema (Novo-RJ) e Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), cada um com crescimento de 5 pp, além de Marcelo Freixo (PSB-RJ), com variação de 5 pontos percentuais para mais. Entre os que tiveram desempenho negativo, a Bahia também se destaca com ACM Neto, que teve uma variação de 5 pp para menos. Já Fernando Haddad (PT-SP) e Alexandre Kalil (PSD-MG) tiveram uma queda de 3 e 1 ponto percentual respectivamente. Em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, as pesquisas do Datafolha foram divulgadas nos dias 18 de agosto e 2 de setembro. Já na Bahia, as divulgações aconteceram em 24 de agosto e 14 de setembro.
Levantamento do Instituto Datafolha, divulgado nesta quarta-feira (14) e encomendado pelo Grupo Metrópole, revela que a 18 dias da eleição, 55% dos eleitores baianos não sabem número do candidato escolhido, nem como anular o voto. Além disso, 5% dos eleitores deram menções erradas quando perguntados sobre qual o número do candidato escolhido. Levantamento do Instituto Datafolha, divulgado nesta quarta-feira (14) e encomendado pelo Grupo Metrópole, revela que a 18 dias da eleição, 55% dos eleitores baianos não sabem número do candidato escolhido, nem como anular o voto. Além disso, 5% dos eleitores deram menções erradas quando perguntados sobre qual o número do candidato escolhido. O desconhecimento é maior entre os eleitores de ACM Neto. De acordo com a Datafolha desta quarta, 60% dos eleitores do candidato do União Brasil não sabem qual número o representa. Outros 8% erraram o número que vão digitar na urna. Já 31% responderam corretamente. No caso dos eleitores de Jerônimo Rodrigues, 44% não sabem o número do candidato do PT. 1% informou o número errado, enquanto 55% dos eleitores do petista acertaram o número de urna do candidato. Foram realizadas 1212 entrevistas, feitas em 76 municípios. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral como os códigos BA-05325/2022 e BR-07455/2022.
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) registrou 423 denúncias de irregularidades eleitorais, de acordo com dados contabilizados entre o dia 16 de agosto e esta quinta-feira (15). As denúncias foram feitas no aplicativo Pardal. A cidade com maior número de deúncias foi Salvador (232). Feira de Santana aparece em segundo lugar, com 20 denúncias, e Vitória Conquista está logo atrás, com 12. O aplicativo Pardal, que recebe as denúncias de irregularidades, existe desde as eleições de 2016. O app permite denunciar propaganda eleitoral irregular de maneira confidencial. Podem ser denunciadas também irregularidades como compra de voto, abuso de poder econômico, uso da máquina pública para fins eleitorais e uso indevido dos meios de comunicação social. A versão para internet, o Pardal Web, é voltado para acompanhamento, estatísticas e orientações. . Uma terceira ferramenta é o Pardal Móvel (para smartphones e tablets), focado no envio das denúncias, que serão classificadas em propaganda eleitoral antecipada, propaganda eleitoral e outras irregularidades.
Como denunciar
Para denunciar, o cidadão deve tirar uma foto, gravar um vídeo ou áudio da irregularidade e, por meio do aplicativo, enviar as evidências para a Justiça Eleitoral, que fará a análise da denúncia. Além das provas, devem constar o nome e o CPF da pessoa que fez a denúncia. Todas as denúncias são tratadas como sigilosas pelo sistema, assegurada a confidencialidade da identidade.
O ator global José Dumont foi preso em flagrante nesta quinta-feira (15) suspeito de armazenar imagens de pornografia infantil no celular e no computador pessoal. Ele está sendo investigado também por supostamente ter cometido abusos contra um menino de 12 anos. A denúncia partiu de vizinhos. Segundo a investigação, câmeras de segurança do condomínio onde ele mora flagraram o ator cometendo abusos contra um adolescente de 12 anos, como beijos e carícias. A polícia informou que ele se aproximou do menino há um ano, ao oferecer ajuda financeira e presentes. Nesta quinta, ao cumprir o mandado de busca e apreensão na casa do ator, os policiais encontraram vídeos e fotos contendo pornografia infantil no celular pessoal e no computador. A Justiça também tinha autorizado a quebra de sigilo. José Dumont foi preso em flagrante. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, armazenar imagens de sexo envolvendo crianças é crime. O ator foi levado para Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav).
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria pela suspensão do piso salarial nacional de enfermagem. Por 6 votos a 3, os ministros referendaram, até o momento, decisão do ministro Luís Roberto Barroso. A votação começou em 9 de setembro, e segue em Plenário Virtual até esta sexta-feira (16/9). Até o momento, os ministros Ricardo Lewandowski, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes votaram com Barroso. O relator do caso determinou prazo de 60 dias para que seja esclarecido o impacto financeiro da medida avalizada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). Antes de a medida começar a valer, os ministros defendem a análise dos riscos para empregabilidade no setor, além dos efeitos na qualidade dos serviços prestados. Barroso afirmou que sua intenção ao suspender o piso nunca foi barrar a mudança, mas sim torná-la viável para os profissionais, identificando previsões orçamentárias nos estados. André Mendonça, Nunes Marques e Edson Fachin votaram pela manutenção da lei que criou o piso de R$ 4.750 para enfermeiros, informou o site Metrópoles.
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A Bahia totaliza 101 casos de Monkeypox, sendo 67 em Salvador; 6 em Feira de Santana; 4 em Conceição da Feira; 3 em Lauro de Freitas; 3 em Vitória da Conquista; 2 em Maracás; 2 em Santo Antônio de Jesus; 1 em Cairu; 1 em Conceição do Almeida; 1 em Conceição do Coité; 1 em Conceição do Jacuípe; 1 em Ilhéus; 1 em Irecê; 1 em Itabela; 1 em Jeremoabo; 1 em Juazeiro; 1 em Mutuípe; 1 em Pé de Serra; 1 Teixeira de Freitas; e 1 em Xique-Xique. Além dos confirmados, a Bahia tem notificados 392 casos suspeitos que aguardam diagnóstico laboratorial e outros 24 casos prováveis. Os dados ainda podem sofrer alterações. Monkeypox é uma zoonose viral, do gênero Orthopoxvirus, da família Poxviridae, que se assemelha à varíola humana, erradicada em 1980. A doença cursa com febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. A infecção é autolimitada com sintomas que duram de 2 a 4 semanas, podendo ser dividida em dois períodos: invasão, que dura entre 0 e 5 dias, com febre, cefaleia, mialgia, dor das costas e astenia intensa. A erupção cutânea começa entre 1 e 3 dias após o aparecimento da febre e tem características clínicas semelhantes com varicela ou sífilis, com diferença na evolução uniforme das lesões.