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O presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu que apoiadores não critiquem a região Nordeste, região em que o atual presidente perdeu para Lula (PT), com uma diferença de quase 13 milhões de votos. “Desconheço críticas [ao Nordeste]. Se alguém estiver fazendo essas críticas aí está completamente equivocado. O Brasil é um só país”, afirmou o presidente durante coletiva no Palácio da Alvorada, ao lado do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), seu aliado. Ao falar sobre o tema, Bolsonaro voltou a acusar o PT de utilizar recursos da União de forma irresponsável nos estados da região. “O Nordeste tem uma renda per capita menor que o restante do país, até porque foi ministrado aproximadamente por 20 anos pelo PT. A esquerda administrando, a tendência é cair. O Nordeste é Brasil!”, declarou o candidato à reeleição.
A executiva do PSOL da Bahia está reunida na tarde desta terça-feira (4) para definir as pautas prioritárias que devem ser entregues ao candidato ao governo Jeronimo Rodrigues (PT). De acordo com Tâmara Azevedo, ex-candidata ao Senado, o apoio não pode ser "de qualquer jeito, mas sim programático". "Estamos discutindo questões como segurança pública, atenção á população negra e queremos mais espaço para as questões indígenas em um possível governo", apontou, em entrevista à Salvador FM. Apesar do partido ainda decidir, o PT já anunciou uma coletiva conjunta de Jerônimo e Kleber Rosa, ex-candidato do partido ao governo. O evento acontece às 16h, em um empresarial de Salvador.
O candidato a governador Jerônimo Rodrigues (PT) reafirmou sua confiança na vitória no segundo turno da eleição estadual e agradeceu a votação expressiva conquistada no primeiro turno. Em entrevista à rádio A Tarde FM, de Salvador, nesta terça-feira (04), o petista ressaltou que irá atuar para angariar novos apoios políticos e aumentar a votação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no estado. "Eu estou muito contente com o nosso resultado, nós fomos vitoriosos. Nós ficamos até o último minuto podendo liquidar a eleição no primeiro turno. Já estamos prontos e preparados para correr a Bahia atrás desses votos, nós não iremos descansar. E no dia 30, a eleição será bem mais simples: são só dois votos no 13 e acabou", afirmou Jerônimo. O petista ressaltou que está trabalhando juntamente com a coordenação de campanha para angariar novos apoios a sua candidatura e afirmou que boas notícias devem ser dadas nos próximos dias. O postulante ao Palácio de Ondina destacou ainda que irá atuar para ampliar a votação do presidente Lula na Bahia. "Nós estamos conversando e esperamos ter boas notícias em breve. Estamos conversando com o PSOL, que teve uma candidatura muito boa com Kleber Rosa, vamos ouvir as demandas deles e conversar. Nós respeitamos muito a autonomia do PSOL e de todos os partidos. Outra frente que estamos trabalhando é no apoio de prefeitos, nós vamos angariar o apoio de mais prefeitos para o nosso time. Temos sinalizações muito boas e esperamos anunciar novidades em breve", complementou o petista. O candidato do Time de Lula revelou que o ex-presidente deve retornar a Bahia para agradecer a votação expressiva que conquistou e participar de atos políticos. Jerônimo destacou ainda que o PT irá trabalhar para reverter o resultado da votação em Salvador e sair vitorioso também na capital baiana. "O ex-prefeito que se diz gestor, governou Salvador por oito anos, teve uma resposta expressiva da população. Ele achava que teria uma vantagem bem maior aqui na capital, não teve. E nós vamos reverter essa vantagem dele. A oposição ficou com dor de cotovelo pela nossa estratégia com Geraldo", garantiu Jerônimo ao ser questionado.
Na tarde de segunda-feira (03), policiais militares da 46ª CIPM foram acionados para atender ocorrência de homicídio nas proximidades da Rua O, Bairro Benito Gama em Livramento de Nossa Senhora. No local encontrava-se o corpo de Juscileio de Souza Santos, 29 anos, atingido no peito por um golpe de faca enquanto dormia em uma rede. Testemunhas contaram aos policiais que Juscileio e o acusado do crime haviam participado de um churrasco horas antes. A PM preservou o local até a chegada do Departamento de Polícia Técnica ( DPT). O autor do homicídio segue foragido e até o fechamento desta matéria ainda não foi localizado pelas autoridades.
Por Patric Cassiano - Jornalista
DRT - 6216/BA
Com o fim do primeiro turno das eleições gerais o cenário político livramentense mostra que o prefeito Ricardinho Ribeiro (REDE) e o grupo situacionista saem vitoriosos e fortalecidos diante da expressiva votação dos candidatos a presidente, governador, senador, deputados estadual e federal no município.
É certo que ainda teremos segundo turno para governador da Bahia e presidente, mas, goste ou não, o prefeito Ricardinho Ribeiro e seu grupo político já tem muito o que comemorar. Apoiador de Lula (PT) e Jerônimo Rodrigues (PT) de primeira hora, o grupo do atual prefeito contribuiu decisivamente para os 20.337 (vinte mil trezentos e trinta e sete) votos para o candidato a presidente e com os 15.356 (quinze mil trezentos e cinquenta e seis) votos do candidato ao governo com maior votação no estado no primeiro turno. Por sua vez, Otto Alencar (PSD) reeleito para o senado, obteve a expressiva margem de 15.298 (quinze mil duzentos e noventa e oito) votos.
Em conjuntura adversa está a dividida e fragilizada oposição. O candidato ao governo ACM Neto viu seu favoritismo eleitoral derreter na reta final de campanha e chega ao segundo turno precisando virar o jogo. Os ex-prefeitos Emerson Leal, Carlos Batista (Carlão) e Paulo Azevedo entregaram ao candidato inexpressivos 7.468 (sete mil quatrocentos e sessenta e oito) votos. Cacá Leão, não eleito, alcançou para o senado 4.460 (quatro mil quatrocentos e sessenta) votos.
Apoiado por Ricardinho Ribeiro, a vice-prefeita Joanina Sampaio e por 08 (oito) vereadores da base do governo municipal, o deputado estadual Marquinho Viana (PV) foi reeleito obtendo em Livramento a significativa votação de 10.370 (dez mil trezentos e setenta) votos. O deputado estadual Nelson Leal (PP), também reeleito e apoiado pelos ex-prefeitos Emerson Leal e Carlão, alcançou em sua terra natal 2.357 (dois mil trezentos e cinquenta e sete) votos.
Já o candidato apoiado pelo ex-prefeito Paulo Azevedo, deputado estadual eleito Felipe Duarte (PP), foi votado por 1.537 (mil quinhentos e trinta e sete) eleitores, ficando atrás de Vítor Azevedo (PL), apoiado pelo vereador situacionista Cidão Aracatu e eleito com votos de 1.703 (mil setecentos e três) livramentenses.
Os deputados federais reeleitos José Rocha (UB), apoiado por Ricardinho Ribeiro, e Bacelar (PV), apoiado pelo presidente da Câmara Municipal, vereador Ronilton Carneiro Alves (Batata), obtiveram, respectivamente, 6.216 (seis mil duzentos e dezesseis) e 2.911 (dois mil novecentos e onze). Também apoiado pela situação, Waldenor Pereira (PT) obteve 1.932 (mil novecentos e trinta e dois) votos, Roberta Roma apoiada (PL) pelo vereador Cidão Aracatu saiu das urnas com 1.841 (mil oitocentos e quarenta e um) votos. Abaixo deles, do grupo de oposição, Diego Coronel (PSD) e Arthur Maia (UB), respectivamente, 1.716 (mil setecentos e dezesseis) e 1.188 (mil cento e oitenta e oito) votos.
De euforia a frustações com esses resultados do primeiro turno, a ansiedade agora toma conta do meio político livramentense para os resultados do segundo turno. Aguardemos.
Fonte de dados: Uol
Nas últimas 24 horas, foram registrados 02 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,00%) e 17 recuperados (+0,00%). Dos 1.698.100 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.666.598 já são considerados recuperados, 799 encontram-se ativos e 30.703 tiveram óbito confirmado. Os dados ainda podem sofrer alterações. O boletim epidemiológico de domingo (02) contabiliza ainda 2.033.977 casos descartados e 358.515 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até às 17 horas deste domingo. Na Bahia, 67.007 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
Vacinação
Até o momento a Bahia contabiliza 11.662.116 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.821.005 com a segunda dose ou dose única, 7.351.804 com a dose de reforço e 2.275.949 com o segundo reforço. Do público de 5 a 11 anos, 1.045.661 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 686.040 já tomaram também a segunda dose. Do grupo de 3 e 4 anos, 50.044 tomaram a primeira dose e 10.203 já tomaram a segunda dose.
Jerônimo Rodrigues, candidato do PT ao governo da Bahia ficou obteve 49,44% dos votos, no domingo (2). A disputa segue para segundo turno e o petista enfrentará o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (UB). Na coletiva de imprensa após o anúncio final, Jerônimo ressaltou que a população baiana quer manter o PT a frente do governo. "Quatro milhões de baianos disseram que querem continuar sendo cuidados por este time", ressaltou Rodrigues. O petista revelou que a campanha já começa a planejar o novo cenário a partir desta segunda-feira. "Com a mesma simplicidade, mas ainda mais bonita do que foi no primeiro turno".
O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) destacou no domingo (2), após os resultados do primeiro turno na Bahia, que o segundo turno se trata de uma nova eleição, e que buscará a maioria dos eleitores que votaram contra a manutenção do grupo que está no governo do estado há 16 anos. Neto ressaltou que vai buscar a vitória no segundo turno. “Venho trabalhando já há mais de um ano e não vamos diminuir nem um pouco a nossa energia. Ao contrário, a ordem agora é focar nesse segundo turno. Reunir os deputados eleitos, aqueles que não foram eleitos mas que estão conosco, motivar os nossos prefeitos, as nossas lideranças e vamos sair vitoriosos ainda em outubro deste ano”, destacou. “Se somar os votos de quem não deseja a manutenção desse grupo que está aí há 16 anos no poder e quer mudança, nós somos a maioria. Então, vamos buscar essa maioria no segundo turno. E é uma nova eleição. No primeiro turno, o candidato que representa o atual governo se escondeu. Inclusive, quando teve a oportunidade de debater comigo não o fez. Até cheguei a desafiá-lo para um debate, falei para ele marcar data, horário e local, mas ele não quis. E agora não tem jeito, somos nós dois. Então, será uma grande oportunidade para os baianos compararem a história, o currículo e o preparo dos dois candidatos que neste momento vão para o segundo turno”, disse ACM Neto. O ex-prefeito de Salvador lembrou também que desde 1994 não havia segundo turno nas eleições baianas para o governo do estado: “Agora vamos com todo o ânimo para uma nova eleição. É bom destacar que no primeiro turno havia cinco cargos em jogo, então de certa forma foi uma eleição muito poluída de informações, as pessoas ligavam a TV e eram diariamente bombardeadas com vários comerciais, de diversos candidatos, agora não. Então estamos muito animados e já a partir de amanhã vamos começar a trabalhar com a convicção de que se trata de uma nova eleição e de que vamos construir essa vitória”. ACM Neto lembrou, ainda, que já passou por um segundo turno disputado em 2012, na eleição que mudou a história de Salvador, quando foi eleito prefeito. “Tudo tem que ser com emoção. A gente estava lembrando aqui que há 10 anos eu venci aquela eleição passando para o segundo turno um pouquinho só à frente e construímos uma grande vitória. Agora, nós vamos construir essa mesma vitória”, afirmou.
O senador reeleito pela Bahia, Otto Alencar (PSD) agradeceu a votação de 58,30% dos votos, no domingo (2). Na coletiva de imprensa que aconteceu no Palácio de Ondina, o senador relembrou a sua participação da CPI da Covid, que lhe rendeu repercussão nacional e conclamou a população baiana a votar no candidato à presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, no segundo turno. "Com a força do povo da Bahia e do Brasil, nós vamos começar a trabalhar intensamente pelo Lula aqui para que possamos resgatar tantos programas que ficaram longe de serem atendidos, sobretudo na saúde como a farmácia popular, o SAMU, o investimento, ampliação do Sistema Único de Saúde, na educação também, das universidades", elencou o senador.
O presidenciável Lula (PT), chegou a 48,43% dos votos. Em seu primeiro pronunciamento oficial após o final das eleições deste primeiro turno, no domingo (2), o petista garantiu que ganhará as eleições: “sempre achei que fossemos ganhar essas eleições, e quero dizer que vamos ganhar”, disse. “Há uma coisa na minha vida que me motiva, que me estimula e me faz renascer a cada dia: - a crença de que nada acontece por acaso, nada. Durante toda essa campanha, estivemos à frente das pesquisas de opiniões públicas e dos institutos", lembrou o candidato. Em seu discurso, o candidato relembrou ainda que nunca foi eleito no primeiro turno, e que essas eleições são “um confronto de ideias, de propostas para a sociedade”, falou ele. Lula finalizou dizendo que a campanha começa amanhã. “A luta continua até a vitória final”, diz o petista, que discursou ao lado de sua esposa, Janja, e de apoiadores como a ex-presidente Dilma Rousseff, Manuela D'Ávila e Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT.
Os eleitores que precisarem justificar a ausência no primeiro e segundo turno das eleições poderão utilizar o aplicativo e-Título durante o horário de votação, das 8h às 17h. A justificativa também pode ser feita em qualquer local de votação com apresentação do requerimento de justificativa eleitoral e um documento com foto, também durante o horário do pleito. Se não for possível fazer a justificativa durante o horário de votação, é possível regularizar a situação até 60 dias após cada turno sem o pagamento de multa. O procedimento pode ser feito pelo e-Título ou pelo Sistema Justifica. Além de preencher os documentos, é necessário anexar comprovantes (um bilhete de passagem, por exemplo) que justifiquem a ausência na votação. A justificativa será analisada por um juiz eleitoral. Quem estiver no exterior pode justificar pelo e-Título no horário da votação. Também é possível fazer a justificativa posterior com prazo de 60 dias após cada turno ou 30 dias depois do retorno ao Brasil. Em todos os casos, o eleitor deve fazer uma justificativa para cada turno em que não puder comparecer.
Aliados de Jair Bolsonaro (PL) preocupam-se com a vida dele pós-Presidência, caso se concretize a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro ou segundo turno. Nesse cenário, Bolsonaro estará, a partir de janeiro de 2023, sem mandato pela primeira vez em 34 anos. Militar reformado, ele não tem uma profissão que possa voltar a exercer para ocupar o tempo e garantir um salário, como faz Michel Temer (MDB) com a advocacia. Também não tem perfil para ser dirigente partidário ou montar um instituto, como fizeram Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Lula. A questão financeira é a que menos preocupa, pois Bolsonaro pode pedir aposentadoria à Câmara por seus sete mandatos como deputado federal. Mas se Bolsonaro estiver ocioso, diz um interlocutor dele, a tendência é que ele se dedique exclusivamente ao ativismo político e se radicalize ainda mais, para tentar voltar ao poder em 2026. O paralelo óbvio é com a trajetória do ex-presidente Donald Trump desde que deixou a Casa Branca, no ano passado. Uma preocupação específica é com a possibilidade de que um eventual comportamento mais radical de Bolsonaro sirva como pretexto para ele sofrer uma ordem de prisão, no âmbito de inquéritos que investiguem atos antidemocráticos.