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O candidato a governador Jerônimo Rodrigues (PT) afirma que a vinda de Lula a Salvador nesta sexta-feira (29) mostra o carinho que o presidente sente pela Bahia. “Ele esteve junto conosco no 2 de Julho, uma data muito importante para nossa população, e volta na reta final da campanha, para reafirmar seus compromissos com a Bahia e com os baianos, trazendo a mensagem de esperança que o Brasil tanto precisa”, ressalta. Lula virá a Salvador na manhã desta sexta-feira, para participar da Caminhada Brasil da Esperança. A concentração está marcada para 11 horas, no Largo de Roma, e o evento segue até a Colina Sagrada. “Lula vem a Salvador pelo amor que tem à Bahia”, afirma Jerônimo. “É o coroamento da campanha vitoriosa do time dele tanto no Brasil quanto na Bahia, o time que cuida de gente.” Acompanhando o candidato de Lula na Bahia em viagem pelos territórios do Portal do Sertão e do Piemonte do Paraguaçu, nesta quinta-feira, o candidato a vice, Geraldo Júnior (MDB) afirmou que “a vinda de Lula ao nosso Estado foi para consagrar a vitória do PT no Brasil e na Bahia”. “Vamos juntos mudar o Brasil e fazer a Bahia avançar ainda mais, com a liderança do próximo governador do Estado, Jerônimo Rodrigues”, ressaltou. “Neste domingo, o eleitor vai escolher o Brasil do amor e não o do ódio. Lula prestigiou a Bahia com esta agenda no final da campanha. Até porque o povo baiano o adora e vota maciçamente no 13.” A Caravana do Time de Lula na Bahia participou de uma carreata em Ruy Barbosa, cidade natal do senador e candidato à reeleição Otto Alencar (PSD), durante a manhã. À tarde, está programada uma caminhada em Itaberaba e, à noite, um grande evento em Santo Estêvão.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) usou nesta quarta-feira (28) uma notícia falsa para argumentar que poderia determinar que as Forças Armadas fechem seções eleitorais no dia do pleito. Segundo Bolsonaro, isso seria possível caso eleitores sejam proibidos de entrar nas seções com camisas verde e amarelas -hipótese que nunca foi cogitada. O presidente disse durante uma live que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) estaria avaliando proibir o ingresso nas seções eleitorais de pessoas com camisas da seleção brasileira. Numa reunião da CTE (Comissão de Transparência das Eleições) com a entidade OTE (observatório da transparência das eleições), um participante pediu veto ao uso de camisa da seleção por mesários. A ideia não foi levada adiante. Nunca se cogitou proibição de uso de roupas verde e amarelas por eleitores. “É interferência demais. Está com medo de quê? De ter um mar de verde e amarelo? Você está preocupado com um mar de verde e amarelo votando [e depois] aparecer o nome do Lula ganhando. É isso TSE? É isso TSE?”, afirmou o presidente, em transmissão em suas redes sociais, após ter lido a notícia falsa. Na sequência, Bolsonaro conclamou os eleitores a irem votar com camisas com as cores da bandeira do Brasil e, então, ameaçou com o fechamento de seções eleitorais. “Eu estou convidando a todos voluntariamente votar com a camisa verde e amarela. O que as Forças Armadas puderem garantir [a] vocês de votarem com a camisa verde e amarela, vai ser garantido”, afirmou. “Eu vou determinar às Forças Armadas, que vão participar da segurança: qualquer seção eleitoral que for proibido entrar com a camisa verde e amarela, não vai ter eleição naquela seção. Ou estamos na democracia ou estamos no estado do Alexandre de Moraes”, completou o presidente da República.
Mais de 156 milhões de eleitores, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), escolherão, no próximo domingo (2), os nomes que vão ocupar os cargos de presidente da República, governador, senador e deputado federal, estadual ou distrital. Você sabe para quem o voto é obrigatório e quem pode optar por não votar? O parágrafo 1º do Artigo 14 da Constituição estabelece duas categorias do eleitorado para as quais o voto é obrigatório ou facultativo nas eleições. Conforme o dispositivo, o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para os eleitores maiores de 18 anos, sendo facultativo para os analfabetos e os maiores de 70 anos, bem como para os maiores de 16 e menores de 18 anos. Para o TSE, o voto, mesmo para quem o direito de não votar, é fundamental. “O exercício da cidadania começa pela escolha dos representantes da população para os cargos dos Poderes Executivo e Legislativo nas esferas federal, estadual ou municipal. Por isso, é muito importante que todos os eleitores – mesmo aqueles para os quais o voto é facultativo – compareçam às urnas eletrônicas no domingo (2), primeiro turno das eleições gerais, e no dia 30 de outubro (em eventual segundo turno) para contribuir com a definição do destino do país”, ressalta o tribunal. De acordo com dados da Justiça Eleitoral, divulgados em 15 de julho, houve aumento de 6,21% do eleitorado desde as últimas eleições gerais do país, em 2018. À época, o número de eleitores habilitados a votar era de 147.306.275. Nas Eleições 2022, são 2.116.781 jovens de 16 e 17 anos aptos a votar de maneira facultativa. Em 2018, essa faixa etária atingiu 1.400.617. Esse número corresponde aos eleitores com 16 e 17 anos que terão essa idade no dia 2 de outubro, data do primeiro turno do pleito. Também em relação a 2018 houve crescimento de 51,13% nessa faixa etária do eleitorado. Segundo a Justiça Eleitoral, o aumento é resultado, principalmente, das ações promovidas durante a Semana do Jovem Eleitor. Somente nos quatro primeiros meses de 2022, o Brasil ganhou mais de 2 milhões de eleitores jovens. O eleitorado acima de 70 anos também aumentou. O salto foi de 23,82%, passando de 12.028.608 em 2018 para 14.893.281 em 2022. Esse número representa 9,52% de todo o eleitorado habilitado a votar em 2 de outubro.
Eleitores do candidato do PDT a presidente, Ciro Gomes, entendem que tanto o ex-presidente Lula (PT) quanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) já tiveram suas chances no mais cargo do país e que é preciso um novo nome no posto para melhorar de fato a situação do país. As observações constam em pesquisa qualitativa feita pelo Datafolha com um grupo de homens e mulheres de diferentes regiões do país e de variadas ocupações, graus de escolaridade e idade. A pesquisa foi feita na última quarta-feira (22) e contou com 11 entrevistados que se declaram eleitores do pedetista. Segundo o instituto, os eleitores participantes também mencionaram como motivação para o voto o histórico do candidato em relação a acusações de corrupção e sua experiência em cargos públicos. Há citações também a propostas do presidenciável na área econômica, como alterar a política de preços da Petrobras. Também sobraram críticas para o comportamento de Bolsonaro enquanto chefe de Estado, especialmente em relação ao decoro no cargo. O grupo analisado, porém, se dividiria entre o candidato à reeleição e o petista em um eventual segundo turno sem Ciro. Os eleitores ouvidos se mostraram convictos no voto, sem intenção de trocar de candidato nas vésperas do primeiro turno. A campanha de Lula tenta desidratar o eleitorado de Ciro para liquidar a eleição já no próximo domingo (2), defendendo o chamado “voto útil”. Na mais recente pesquisa do Datafolha, o pedetista marcou 7% das intenções de voto, bem atrás dos dois primeiros colocados, Lula (tem 47%) e Bolsonaro, que está com 33%. O pedetista é alvo de críticas de apoiadores do PT, que o veem como linha auxiliar do bolsonarismo pelo tom de ataques a Lula. No grupo pesquisado pelo Datafolha, ainda há esperança de que o pedetista consiga ir para o segundo turno. Um eleitor ouvido diz que vota em Ciro “independente de ele ganhar ou não”. Diferentemente da pesquisa quantitativa, como a de intenção de voto, a qualitativa tem como objetivo se aprofundar em percepções de um grupo restrito de entrevistados que possam mostrar tendências de comportamento de determinado segmento da sociedade. A pesquisa não representa o total de eleitores. No grupo pesquisado, eleitores se ressentem da crise econômica vivida no país e da gestão do atual governo durante a pandemia do coronavírus. Mas há elogios a iniciativas da gestão Bolsonaro como o reajuste do Auxílio Brasil e a redução dos tributos sobre os combustíveis. O Datafolha também ouviu os eleitores sobre pontos negativos do pedetista. Houve menções a arrogância e “baixo autocontrole” do presidenciável. A maioria dos ouvidos votou em 2018 em Ciro e pretende votar novamente neste domingo.
Presidente do Instituto Voto Legal, contratado pelo PL para auditar a eleição, o engenheiro Carlos Rocha elogiou nesta quinta-feira (29) o sistema de votação eletrônica, um dia após ter sido incluído no inquérito das fake news em curso no STF. “Consideramos o sistema eletrônico de votação um bom sistema, e a urna eletrônica um bom equipamento”, afirmou ele ao Painel. “Não fomos contratados para dizer se a urna funciona ou não, ou se é boa ou não. Não estamos nem para atacar, nem para defender a urna eletrônica”, acrescentou. Nesta quarta (28), o instituto comandado por Rocha publicou relatório em que afirma que “o quadro de atraso encontrado no TSE” gera “vulnerabilidades relevantes” e pode resultar em invasão interna ou externa nos sistemas eleitorais. “Com grave impacto nos resultados das eleições”, diz. O documento provocou reação do ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que incluiu o instituto no rol de investigados por espalhar desinformação. Em tom moderado, o engenheiro afirma ter ficado surpreso com a atitude, uma vez que vinha conversando com técnicos do tribunal sobre o tema há vários meses. “O processo foi feito a quatro mãos com o TSE até meados de agosto. Tivemos uma reunião produtiva com a Christine Peter, secretária-geral da presidência do TSE, que durou mais de 90 minutos. Ela elogiou o propósito do trabalho e as informações apresentadas”, diz Rocha. Segundo ele, o intuito do trabalho é apenas colaborar para fortalecer o modelo de votação. “A nossa função é avaliar as informações disponíveis em documentos públicos, para identificar pontos de atenção para contribuir com o TSE sobre como melhorar o sistema”, afirmou. Rocha disse ainda que está à disposição para prestar esclarecimentos ao TSE. “Estamos muito tranquilos”.
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) rejeitou o registro de candidatura a deputado federal do ex-governador do DF José Roberto Arruda (PL-DF). Pivô do mensalão do DEM, Arruda chegou a ser preso e foi condenado em processos derivados da operação Caixa de Pandora, de 2009, quando foi filmado recebendo um maço de dinheiro. Ele alega que os valores seriam utilizados em ações sociais, como a compra de panetones. O ministro Kassio Nunes, do STF (Supremo Tribunal Federal), suspendeu em agosto duas condenações que tornavam o ex-governador inelegível. O TSE atendeu a um pedido do Ministério Público Eleitoral ao negar o registro. Eles consideraram que Arruda segue inelegível por causa das condenações. Arruda é marido de Flávia Arruda (PL-DF), ex-ministra de Jair Bolsonaro (PL), que disputa o Senado. O MP havia apontado que as decisões para reestabelecer os direitos políticos eram “precárias”, “com base em uma possível aplicação retroativa dos novos prazos de prescrição”.
O debate talvez mais aguardado de toda a eleição será realizado na noite desta quinta-feira (29), transmitido pela Rede Globo. Será a segunda vez durante a campanha que o ex-presidente Lula (PT) e o atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (PL), vão se enfrentar cara a cara. O evento começa às 22h30 e será dividido em quatro blocos, com transmissão ao vivo para todo o Brasil. Com base na lei eleitoral, foram convidados candidatos com ao menos cinco representantes no Congresso e sem dívidas com a Justiça. O debate será mediado pelo âncora do Jornal Nacional, William Bonner, e pode durar até 1h40 e passará também no GloboPlay. Foram convidados Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PL), Padre Kelmon (PTB), Luiz Felipe D'Ávila (Novo), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Simone Tebet (MDB) e Soraya Thronicke (União Brasil).
A pesquisa AtlasIntel/A TARDE registrou o favoritismo do candidato à presidência pelo eleitorado baiano. Com 68,6% das intenções de voto, Lula (PT) se elege com o triplo de eleitores do seu principal adversário, Bolsonaro, que registrou 22,8%. Com a alavancada do ex-presidente e confirmação da preferência do eleitorado baiano, o crescimento de Jerônimo Rodrigues, candidato do PT ao governo da Bahia, tem assustado a concorrência. A nova pesquisa apontou que o petista aparece com 46,5% das intenções de voto, liderando com quase sete pontos de diferença a preferência em relação ao seu principal adversário, ACM Neto (União Brasil). A pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo TSE-BA-04292/2022, e foi realizada entre os dias 22 e 26 deste mês.
A partir desta terça-feira (27) e até 48 horas depois do primeiro turno de votação, no próximo domingo (2), nenhum eleitor poderá ser preso por qualquer autoridade, a não ser que seja pego em flagrante delito ou condenado por crime inafiançável. A outra exceção é se a pessoa impedir o salvo conduto (direito de transitar) de outro cidadão, prejudicando assim o livre exercício do voto. Quem for pego praticando o delito poderá ser preso pela autoridade policial. A regra e as exceções constam no Artigo 236 do Código Eleitoral (Lei 4.737/1965). A lógica do dispositivo, herdado de normas eleitorais antigas, é impedir que alguma autoridade utilize seu poder de prisão para interferir no resultado das eleições. O artigo é o mesmo que veda a prisão de candidatos, fiscais eleitorais, mesários e delegados de partidos nos 15 dias que antecedem o pleito. A vedação não se aplica a quem for pego cometendo crime, ou logo depois de cometê-lo. Isso inclui crimes eleitorais. No dia da votação, por exemplo, poderá ser detido quem desrespeitar algumas proibições, como fazer propaganda de boca de urna, tentar arregimentar eleitores, usar equipamento de som na rua e promover comícios, entre outros.
Jerônimo Rodrigues (PT) ampliou a vantagem sobre ACM Neto (União Brasil) e tem chances de ser eleito o novo governador da Bahia já no domingo, dia 2. É o que aponta a sexta rodada de pesquisas AtlasIntel/A TARDE, realizada entre os dias 22 e 26 desse mês. Os números mostram um avanço de dois pontos percentuais do petista, que agora soma 46,5% das intenções de voto, enquanto o ex-prefeito de Salvador recuou quase um ponto em relação ao último levantamento e agora tem 39,6% da preferência do eleitorado. Considerando a margem de erro, 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, Jerônimo oscila de 44 a 49% do total de votos. Quando considerados os votos válidos, o ex-secretário de desenvolvimento rural e de educação tem 47,6% e está no limite para decidir a eleição no primeiro turno. A vantagem de quase sete pontos sobre o principal concorrente ao Governo do Estado, no entanto, dá lugar ao equilíbrio num eventual segundo turno. Em caso de uma improvável disputa contra o candidato bolsonarista João Roma (PL), Jerônimo tem ampla vantagem, de 59,7 a 20,8 pontos. Mas, em caso de disputa entre Jerônimo e ACM Neto, o petista tem uma vantagem de apenas 1,5 ponto percentual (47,7 a 46,2), indicando indefinição de acordo com a margem de erro. A diferença apertada repete o resultado da última pesquisa, finalizada dia 21 deste mês, quando Jerônimo liderava o segundo turno com 1,3 ponto de vantagem. Isso se justifica pela migração de votos de Roma para Neto, uma vez que apenas 3,6% do eleitorado de Bolsonaro admite votar em Jerônimo no segundo turno, o que, ainda assim, representa um crescimento de 0,8 ponto para o petista num universo onde ACM Neto tem 79,5% dos eleitores bolsonaristas.
A TV Bahia promove, nesta terça-feira (27), por volta das 22h30, após a novela “Pantanal”, o debate entre candidatos ao governo da Bahia. O programa da afiliada da Rede Globo no estado vai reunir ACM Neto (União Brasil), Jerônimo Rodrigues (PT), João Roma (PL) e Kleber Rosa (PSOL). O debate será mediado pela jornalista Graziela Azevedo, da TV Globo. Essa será a primeira vez que uma mulher mediará o encontro entre candidatos ao governo do estado na Rede Bahia. Além da TV Bahia, o g1 e o Globoplay transmitem o debate ao vivo. Seguindo a lei eleitoral, foram convidados os candidatos de partidos com representação no Congresso Nacional de, no mínimo, cinco parlamentares, e sem impedimento na Justiça, seja eleitoral ou comum. Por conta disso, Giovani Damico (PCB) e Marcelo Millet (PCO) não foram convidados, já que seus partidos não têm essa representação no Congresso.
O presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), afirmou nesta segunda-feira (26), que vai "entrar na sala do capeta" ao participar do debate da TV Globo, que será realizado na quinta-feira (29). Em conversa com apoiadores, Bolsonaro também disse que a emissora é "terreno amigo" para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e, por isso, o petista comparecerá. "Ele [Lula] vai na Globo agora porque lá é terra dele. O terreno dele é a Globo. O debate é quinta-feira. Ele vai porque lá é terreno amigo [.] Vou lá, vou lá. Vou entrar na sala do capeta lá", disse na saída do Palácio da Alvorada. No último sábado (24), Bolsonaro compareceu ao debate do SBT, enquanto Lula faltou e foi alvo de críticas do chefe do Executivo e de outros adversários. Bolsonaro disse que a ausência de Lula representa que o petista "não tem qualquer compromisso para com a população". O debate na Globo será a segunda vez que Lula e Bolsonaro irão se enfrentar diretamente. O primeiro encontro entre os candidatos à Presidência foi realizado em 28 de agosto, no debate da Band. Atualmente, o petista está em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto e o atual presidente, em segundo. Ainda nesta segunda-feira, Bolsonaro afirmou que a temperatura das eleições costuma subir nos dias de véspera da votação nas urnas. Ele voltou a pedir para seus apoiadores que convençam familiares e conhecidos a mudar de voto em prol da sua reeleição. "Pessoal, eleições: ela sobe o tom nessa reta final. É 6ª [feira] e sábado que são os 'dias D': D e D + 1", disse. Aos apoiadores, Bolsonaro disse ainda que vai analisar o pedido de renovação de concessão da Globo. "A gente vai ver dia 4 agora se a gente prorroga ou não. Não é não e nem sim, quero ver se preenche o requisito", disse. A emissora pediu ao Ministério das Comunicações a renovação da concessão de TV por mais 15 anos nos seus canais no Rio de Janeiro, em São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Brasília.