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Jaques Wagner ironiza pesquisa IPEC e cita erro em 2006: 'Quem ganhou foi papai aqui'
ELEIçõES 2024 27/Ago/2022 - 17h00
Foto: Patrick Cassiano - Blog Regional

Jaques Wagner ironiza pesquisa IPEC e cita erro em 2006: 'Quem ganhou foi papai aqui'

Governador por dois mandatos na Bahia, o senador Jaques Wagner (PT) ironizou a última pesquisa IPEC, encomendada pela TV Bahia e divulgada nesta sexta-feira (26), que indica que o ex-prefeito ACM Neto tem larga vantagem na corrida eleitoral no estado. Wagner relembrou que o levantamento cometeu equívocos no passado, quando previu que Paulo Souto (PFL) seria governador da Bahia às vésperas do pleito.O resultado foi o contrário e dá esperanças, na visão do ex-governador, ao atual candidato petista Jerônimo Rodrigues (PT), que aparece com 13% no cenário estimulando da pesquisa IPEC, praticamente empatado tecnicamente com o ex-ministro João Roma (PL). "Quem ganhou no primeiro turno foi o papai aqui. Não entendem nada de Bahia. Vão se dar mal de novo", disparou em sua rede social.


Comício em Vitória da Conquista mostra força de Bolsonaro e João Roma na Bahia
ELEIçõES 2024 27/Ago/2022 - 15h00
Foto: Patrick Cassiano - Blog Regional

Comício em Vitória da Conquista mostra força de Bolsonaro e João Roma na Bahia

Em um grande comício em Vitória da Conquista na manhã deste sábado (27), o candidato a governador da Bahia, João Roma (PL), ao lado do presidente Jair Bolsonaro (PL), declarou que “nesses 200 anos [de celebração da Independência do Brasil], a Bahia vai se levantar e vai caminhar de mãos dadas com o Brasil”.  Sobre a virada que espera na Bahia, o ex-ministro da Cidadania fez outro prognóstico: “Bolsonaro é um presidente que é atacado todos os dias e não foi o mais votado nas últimas eleições na Bahia, mas este ano nós daremos a resposta”.  A candidata do PL ao Senado, Raíssa Soares, que discursou antes, disse que Roma vai mudar o nosso estado. “Porque é um homem justo, com conhecimento e é um homem da confiança de Bolsonaro”. Para Roma, o povo baiano entenderá que é Bolsonaro que vem trazendo os maiores investimentos em infraestrutura para o estado após 16 anos de descaso petista com o estado.  “O PT não entregou sequer um quilômetro de BR duplicada na Bahia”, lembrou o candidato a governador do PL, observando que, com Bolsonaro, os recursos federais passaram a ser destinados a obras no Brasil e não mais serviram para financiar projetos em ditaduras apoiadas pelo PT em Cuba ou na Venezuela, por exemplo. O ex-ministro ainda destacou que o Brasil, após a pandemia e uma guerra na Ucrânia, é a única nação do mundo a registrar deflação, uma economia pujante e atração de investimentos. “Quem vota em Bolsonaro, vota em Roma na Bahia”.


Comício em Vitória da Conquista mostra força de Bolsonaro e João Roma na Bahia
Foto: Patrick Cassiano - Blog Regional

As últimas palavras de João Roma precederam a fala do presidente Jair Bolsonaro, que abriu o discurso fazendo a convocação popular para a celebração dos 200 anos da Independência do Brasil no Sete de Setembro.  “No próximo dia sete, todos nas ruas. Todos de verde e amarelo. Vamos mostrar ao mundo que estamos unidos no mesmo ideal. Mostrar cada vez mais que somos um só povo, uma só raça, um só país, querendo cada vez mais ocupar o lugar que merece em todo o mundo”. Ressaltando que o estado é laico, mas o presidente acredita em Deus, Bolsonaro enfatizou a defesa da família, da lealdade ao povo e o respeito aos militares. Assinalou que o Brasil hoje apresenta os melhores números da economia mundial. “O mundo hoje olha para o Brasil, porque sem o Brasil o mundo passa fome”, disse e destacou a sua posição contrária ao aborto, à ideologia de gênero e à liberação das drogas. “Defendemos a família verde-amarela! ”. Ao reagir ao coro da multidão de “Lula Ladrão, seu lugar é na prisão”, Bolsonaro afirmou: “Nós sabemos de quem esse cara é candidato. Ele é o candidato da Globo! ”, acrescentando: “Nós venceremos a tudo e a todos para o bem da grande maioria de nosso povo, que acredita em Deus, na família e na liberdade”. O presidente ainda disse que inibirá qualquer ação contra a “nossa democracia e a nossa liberdade”, destacando também que defendia a iniciativa privada e o legítimo direito à defesa. “Porque vocês sabem que povo armado jamais será escravizado”.


Em sabatina no JN, Simone Tebet fala sobre falta de apoio no MDB: 'Dou liberdade aos companheiros'
ELEIçõES 2024 27/Ago/2022 - 14h00
Foto: Reprodução - TV Globo

Em sabatina no JN, Simone Tebet fala sobre falta de apoio no MDB: 'Dou liberdade aos companheiros'

Em sabatina realizada pelo Jornal Nacional, na noite desta sexta-feira (26), a candidata do MDB à presidência da República, Simone Tebet, falou sobre o fato do seu nome não ser unanimidade dentro do seu próprio partido. Ao todo, representantes do MDB em nove estados e no Distrito Federal já oficializaram o apoio à outras candidaturas à presidência. Na ocasião, Tebet disse que "dá liberdade aos companheiros". "Minha candidatura não vem para dividir, sabemos das dificuldades regionais. Venho de um estado conservador, por isso, dou liberdade aos companheiros", afirmou a candidata à presidência. Tebet também analisou o cenário de polarização no Brasil e afirmou que esse quadro está levando o país "para o abismo". "Estamos diante de uma polarização política e ideológica que está levando o Brasil para o abismo. Essa polarização faz com que alguns partidos sejam cooptados. Em compensação, temos muitos prefeitos desses estados nos apoiando", disse. "Só preciso de um caixote e um microfone, agora é comigo. Depois de todos esses obstáculos, agora é hora de dirigir às pessoas, falar para as pessoas que temos o melhor projeto de país, de governo", afirmou Tebet. Durante a sabatina, a candidata do MDB revelou que integrantes de seu próprio partido tentaram impedir a sua candidatura à Presidência da República e puxar a sigla para apoiar o ex-presidente e candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Tentaram puxar meu tapete até pouco tempo atrás. Se tivesse um tapete aqui já teria caído da cadeira também. Tive de vencer uma maratona com muitos obstáculos. Nós tivemos oito candidatos, e eu permaneci. Passou Natal, virou Ano-Novo, chegou o Carnaval, disseram que o partido seria cooptado. Tentaram numa fotografia recente levar o partido para o ex-presidente Lula, judicializaram", revelou a candidata. Em seguida, Tebet disse que o MDB é maior do que "meia dúzia de políticos e seus caciques". "Bom, dizer que o MDB é muito maior do que meia dúzia de seus políticos e caciques, o maior partido do Brasil, o partido que vem da base da redemocratização. O meu partido é o partido de Ulysses Guimarães, de Tancredo Neves, de Mário Covas, de homens desbravadores, corajosos, e acima de tudo éticos, que têm espírito público e vontade de servir o povo", complementou a candidata, sem revelar os nomes que tentaram impedi-la. Na ocasião, a candidata também sinalizou quais serão suas principais metas em um eventual governo: erradicar a miséria, diminuir a pobreza, acabar com a fome, zerar a fila do Sistema Único de Saúde (SUS) e melhorar a educação. De acordo com Tebet, que indicou que pretende acabar com o "Orçamento Secreto", como forma de tornar algumas iniciativas viáveis, haverá um compromisso fiscal para alcançar essas metas. "Nós temos o melhor time, a melhor equipe dos economistas liberais do Brasil. Então nós temos um compromisso fiscal, mas como meio para se alcançar a responsabilidade social. A agenda prioritária, o eixo do meu governo são as pessoas. A agenda social, erradicar a miséria, diminuir a pobreza, e acabar com a fome no Brasil", disse Tebet. "Hoje, quando nós saírmos daqui, cinco milhões de crianças vão dormir com fome no Brasil. Nós não podemos admitir isso. Pode faltar dinheiro para qualquer coisa, mas não pode faltar dinheiro para acabar com a miséria. A pobreza nós vamos diminuir, a miséria nós vamos acabar", complementou. A candidata também sinalizou que o mercado "já sabe" da necessidade de extrapolar o teto de gastos em 2023, como forma de cobrir a transferência de renda aos mais pobres. "O mercado já sabe que nós vamos ter que extrapolar o teto no ano que vem, nesse valor de algo em torno de R$ 60 bi para cobrir com essa transferência de renda, porque de novo, não é admissível nós não garantirmos pelo menos R$ 600 para quem tem fome, R$ 600 re ele come mas não paga o aluguel", complementou. Um caminho apontado pela candidata seria a melhoria da educação. De acordo com ela, a partir da educação será possível garantir a qualificação profissional e consequentemente, mais recursos. "Precisamos melhorar a educação no Brasil. O direito social mais importante do cidadão é o trabalho. Com educação, podemos garantir qualificação profissional e, assim, comida na mesa, moradia, lazer e esperança ao povo brasileiro", afirmou.


Lula vai ao Norte fazer campanha na próxima semana
ELEIçõES 2024 27/Ago/2022 - 13h00
Foto: Ricardo Stuckert

Lula vai ao Norte fazer campanha na próxima semana

Após manter o foco inicial da campanha no Sudeste, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) viajará para a região Norte, na próxima semana, para uma agenda de ao menos três dias. A informação é da coluna de Igor Gadelha, do portal Metrópoles. De acordo com a publicação, a primeira cidade a ser visitada pelo petista será Manaus, em 31 de agosto. Na capital manauara, Lula deve visitar a fábrica da Honda para discutir a questão da Zona Franca de Manaus. No dia seguinte, em 1º de setembro, o ex-presidente da República pretende desembarcar em Belém, onde deve realizar um comício e se encontrar com povos indígenas. Dando seguimento à agenda, em 2º de setembro, Lula irá para São Luís, capital que oficialmente está localizada na região Nordeste, mas tem algumas semelhanças com o Norte do país.


Otto Alencar lidera corrida ao Senado com 30%. Cacá tem 11% e Raíssa 7%, diz Ipec/TV Bahia
ELEIçõES 2024 27/Ago/2022 - 12h47
Foto: Patrick Cassiano - Blog Regional

Otto Alencar lidera corrida ao Senado com 30%. Cacá tem 11% e Raíssa 7%, diz Ipec/TV Bahia

Pesquisa Ipec (antigo Ibope), divulgada na sexta-feira (26) e contratada pela TV Bahia, revela que Otto Alencar (PSD) lidera as intenções de voto para o Senado com 30%. Este ano, os baianos elegem apenas um senador. Em segundo lugar nas intenções de voto está o candidato Cacá Leão (PP), com 11%, seguido de Raíssa Soares (PL) com 7%. Os candidatos Marcelo Barreto (PMN) e Tâmara Azevedo (PSOL) aparecem empatados com 5%. Por fim, Cícero Aráujo (PCO) possui 4%. Brancos e nulos somam 15%; não sabem ou não responderam 22%.


IPEC: ACM Neto lidera com 56% e venceria eleição no primeiro turno. Jerônimo tem 13% e Roma 7%
ELEIçõES 2024 27/Ago/2022 - 12h00
Foto: Patrick Cassiano - Blog Regional

IPEC: ACM Neto lidera com 56% e venceria eleição no primeiro turno. Jerônimo tem 13% e Roma 7%

Em levantamento feito pelo Ipec (ex-Ibope) o candidato ACM Neto (União) lidera as intenções de voto ao governo da Bahia e venceria no 1º turno se as eleições fossem hoje. Contratada pela TV Bahia, a pesquisa traz os seguintes números:



ACM Neto - 56%



Jerônimo Rodrigues (PT) 13%



João Roma (PL) 7%



Marcelo Millet (PCO) 2%



Kleber Rosa (PSOL) 1%



Giovani Damico (PCB) não pontuou.



Os votos em branco e nulo somaram 8%. Os que não souberam responder são 12%. O Ipec entrevistou presencialmente 1.008 eleitores entre os dias 23 e 25 deste mês em 51 municípios da Bahia. A margem de erro é 3% para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-02873/2022.


Enquanto Jerônimo usa Lula na propaganda, Neto mostra gestão e biografia no primeiro programa eleitoral
ELEIçõES 2024 27/Ago/2022 - 11h21
Fotos: Patrick Cassiano - Blog Regional

Enquanto Jerônimo usa Lula na propaganda, Neto mostra gestão e biografia no primeiro programa eleitoral

O tripé do primeiro programa eleitoral  de ACM Neto foi o histórico como gestor, o sonho de governar a Bahia e a disposição  para administrar o Estado sem estar atrelado ao presidente da República. Pelo programa de quase cinco minutos, Neto vai continuar sem 'muletas' na disputa. Depoimentos de moradores de diversas cidades, incluindo as administradas por parceiros do governo Rui, demonstravam descontentamento com a gestão petista, com críticas a saúde, segurança, sobretudo. Já Jerônimo Rodrigues (PT) num caminho oposto ao de Neto optou por colocar Lula em primeiro  plano. É a tentativa de colocar seu nome atrelado ao líder nas pesquisas para a presidência da República e que tem imenso potencial de transferência de voto. Por aqui, Jerônimo ainda tem taxa elevada de desconhecimento para o eleitor. De forma rápida mas com apelo emocional, a propaganda retrata a história de Jerônimo. De origem humilde, deixa o distrito em que nasceu e vai pra cidade grande estudar. Anos depois, se transforma em professor. Desprezando os números que mostram a Bahia liderando ranking da pior educação, a propaganda diz que Jerônimo ergueu escolas. Coube a propaganda de candidatos a deputado estadual e federal as críticas a postura de ACM Neto, de se descolar da disputa nacional. O slogan 'Candidato do tanto faz' foi usado a exaustão. Nem João Roma (PL) e nem Kleber Rosa (Psol) entregaram a propaganda em tempo hábil para ser exibida.


Ciro diz que Lula apresentou no JN uma ideia sua, sobre dívida de consumidores
ELEIçõES 2024 27/Ago/2022 - 11h01
Foto: Divulgação

Ciro diz que Lula apresentou no JN uma ideia sua, sobre dívida de consumidores

O candidato à Presidência da República (PDT) Ciro Gomes disse nesta sexta-feira (26), durante sabatina de o Globo, Rádio CBN e Jornal Valor Econômico que a única proposta apresentada por seu oponente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em entrevista ao Jornal Nacional na noite de quinta-feira (25) é dele: a de reestruturação da dívida dos consumidores. Perguntado sobre como via o fato de Lula ter usado uma de suas propostas no telejornal, Ciro disse: "eu não acho nada ruim que copiem minhas ideias porque elas não são minhas, mas do povo brasileiro. Mas se você for ver bem, essa foi a única proposta que Lula apresentou no 'JN'", disse o pedetista. De acordo com Ciro, os cidadãos ficaram reféns dos bancos porque o governo Lula expandiu o crédito em 15% da proporção da riqueza brasileira, mas não baixou os juros. Na sabatina, Ciro Gomes classificou Lula como "candidato Kinder ovo". Isso porque durante à entrevista ao telejornal da TV Globo, o petista se recusou a responder sobre como seria indicado o Procurador Geral da República, se obedecendo ou não a hierarquia da lista tríplice. Lula, ao se recusar a responder à questão, disse que não ia dizer o que fará só para deixar uma "pulguinha atrás da orelha" "Lula é o primeiro candidato Kinder ovo da história. Você abre e encontra uma surpresa", provocou Ciro.


TSE decide que eleitor deve entregar celular a mesário antes de entrar na cabine de votação
ELEIçõES 2024 26/Ago/2022 - 10h00
Foto: Patrick Cassiano - Blog Regional

TSE decide que eleitor deve entregar celular a mesário antes de entrar na cabine de votação

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira (25), por unanimidade, que o eleitor deve entregar o celular ou qualquer outro dispositivo eletrônico antes de entrar na cabine de votação no dia da eleição. De acordo com presidente da corte, ministro Alexandre de Moraes, a polícia será acionada em caso de descumprimento da determinação. De acordo com Moraes, o objetivo é garantir o sigilo do voto. Além disso, em situações excepcionais, detectores de metais poderão ser utilizados, avaliados caso a caso pelo juiz eleitoral. A lei 9504 prevê a proibição, mas nas últimas eleições o TSE flexibilizou a regra. O TSE respondeu a uma consulta feita pelo partido União Brasil, ao questionar a corte se a proibição de celulares na cabine de votação ainda está em vigor. Na resposta, os ministros responderam que o celular não poderá ser guardado no bolso ou desligado e deverá ser entregue pelo eleitor antes de acessar à cabine de votação. Desde 2014 – De acordo com a Resolução 23.399/14, do Tribunal Superior Eleitoral, fica vedado ao eleitor o uso de aparelho celular, máquinas fotográficas, filmadoras, equipamento de radiocomunicação ou qualquer outro instrumento no ato da votação. A prática configura o crime de Quebra de Sigilo do Voto, rendendo punição de até 2 (dois) anos de detenção (Código Eleitoral, art. 312). Durante a votação, os equipamentos deverão ficar retidos na Mesa Receptora, sob a responsabilidade do mesário.


Lula perde para Bolsonaro na audiência do Jornal Nacional
ELEIçõES 2024 25/Ago/2022 - 22h30
Foto: Marcos Serra Lima - G1

Lula perde para Bolsonaro na audiência do Jornal Nacional

A entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Jornal Nacional, da TV Globo, alcançou nesta quinta-feira (25) uma audiência de 30 pontos na Grande São Paulo —cada ponto equivale a 205.755 telespectadores. Os dados preliminares são do Instituto Kantar Ibope Media. A conversa de Lula com os jornalistas William Bonner e Renata Vasconcellos já partiu com uma audiência que era de 27 pontos. Saltou em seguida para 29 pontos e atingiu o pico de 34 pontos. Do total de aparelhos ligados, 67% estavam sintonizados na Globo. A entrevista de Bolsonaro alcançou uma audiência maior do que a do clássico entre Corinthians e Flamengo, exibido no SBT no dia 2 de agosto, e atingiu pico de 34,2 pontos no fim do programa. Nesta semana o programa entrevista todos os candidatos à Presidência. Ciro Gomes (PDT) foi ouvido na quarta-feira (23) e, na sexta (26), será a vez de Simone Tebet (MDB). Os candidatos devem se encontrar também no domingo (28), no debate do pool que reúne TV Bandeirantes, Folha, UOL e TV Cultura. A expectativa é que a audiência seja semelhante, ou até maior, somando-se a ampliação da transmissão no mundo digital.


Lula dribla no JN pergunta sobre corrupção, admite erros de Dilma e enaltece Alckmin
ELEIçõES 2024 25/Ago/2022 - 21h44
Foto: Reprodução - Rede Social - Lula

Lula dribla no JN pergunta sobre corrupção, admite erros de Dilma e enaltece Alckmin

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) buscou driblar as perguntas sobre como evitará corrupção no país caso seja reeleito e admitiu ter havido corrupção na Petrobras em governo petista. Líder nas pesquisas de intenção de voto, ele participa de sabatina nesta quinta-feira (25) ao Jornal Nacional, da TV Globo. O petista também admitiu erros do governo Dilma Rousseff (PT) na economia, enalteceu seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), e fez críticas a sigilos decretados no governo Jair Bolsonaro (PL) e à ação do procurador-geral da República, Augusto Aras, chamado por ele de “engavetador”. “Você não pode dizer que não houve corrupção se as pessoas confessaram”, disse Lula, em relação a escândalos na Petrobras em governos petistas. Ele não respondeu de forma clara quais seriam suas propostas para evitar que esse tipo de caso volte a acontecer em nova gestão. Questionado sobre a corrupção, Lula insistiu em dizer que só surge corrupção em governo que permite a investigação. Lula disse que Dilma é uma das pessoas por quem mais ele tem respeito, mas que houve endividamento para manter as políticas sociais e desemprego e que a gestão dela “cometeu equívoco na questão da gasolina”. Apesar disso, ele defendeu Dilma e culpou os presidentes do Legislativo na época por parte das dificuldades econômicas que Dilma enfrentou durante seu mandato. Lula foi o terceiro candidato à Presidência entrevistado pelos apresentadores William Bonner e Renata Vasconcellos. Na segunda-feira (22), o JN sabatinou Bolsonaro, que mentiu sobre STF e pandemia e impôs condições para aceitar os resultados das eleições. Na terça-feira (23), foi a vez de Ciro Gomes (PDT). Ele atacou o que chamou de “polarização odienta” protagonizada por seus dois principais rivais na disputa, Lula e Bolsonaro, e prometeu criar uma “lei antiganância”. A última entrevista que Lula concedeu enquanto candidato ao Jornal Nacional foi no pleito de 2006. Na época o petista enfrentava o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB), que será seu vice na chapa deste ano. “Hoje iremos juntos até lá”, escreveu Lula nas redes na manhã desta quinta (25). E Alckmin respondeu: “E hoje estarei lá ao seu lado. Pela democracia, pela paz e pelo Brasil! Vamos juntos”. O perfil do PT no Twitter compartilhou o momento da chegada de Lula na Globo por volta das 19h30. Mais cedo nesta quinta (25), circulou em grupos de WhatsApp criados pela campanha do petista um flyer com dicas de como os apoiadores do petista poderiam ajudar “a espalhar a palavra de Lula no Jornal Nacional”. “Publique nas redes fotos assistindo ao JN, sempre usando a hashtag #LulaNoJN”, “relembre feitos positivos dos governos de Lula e Dilma”, “fale sobre novos projetos de Lula” e “compartilhe os motivos que levam você a votar no Lula” eram algumas das recomendações. À tarde, Lula compartilhou foto em suas redes sociais antes de sua participação na sabatina. “Gostaram da gravata? #LulaNoJN”, escreveu o petista.


Cidades têm panelaços durante entrevista de Lula
ELEIçõES 2024 25/Ago/2022 - 21h34
Foto: Marcos Serra Lima - G1

Cidades têm panelaços durante entrevista de Lula

A entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Jornal Nacional, da TV Globo, provocou panelaços em cidades do Brasil na noite desta quinta-feira (25). Os relatos nas redes sociais apontam, porém, um movimento menor do que o registrado na segunda-feira (22), durante a entrevista do presidente Jair Bolsonaro (PL) à emissora. Na cidade de São Paulo, os protestos aconteceram nas sacadas de edifícios de bairros como Santana (zona norte) e Vila Leopoldina (zona oeste). Manifestações também foram registradas em outras capitais como Rio de Janeiro e Salvador, além do Distrito Federal. Lula é o terceiro presidenciável a participar da série de entrevistas da TV Globo nesta semana. Antes dele, o presidente Jair Bolsonaro (PL), na segunda (22), e Ciro Gomes (PDT), na terça (23), foram à emissora. As manifestações contra o petista começaram por volta das 20h30, horário do início da sabatina, e foram convocadas pelas redes sociais. Na segunda, o presidente Bolsonaro também foi alvo de panelaços durante entrevista ao Jornal Nacional. As manifestações aconteceram em várias capitais brasileiras. Panelaços foram promovidos em grandes cidades do país ao longo da pandemia do coronavírus como forma de protesto durante pronunciamentos de Bolsonaro em rede nacional. Antes, esse tipo de manifestação tinha se tornado símbolo da mobilização a favor do impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT).


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