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O prefeito de Luís Eduardo Magalhães, no Extremo Oeste baiano, Junior Marabá (PP), voltou a abordar o cenário político e a relação desgastada com o ex-prefeito de Salvador ACM Neto. As declarações feitas no início do ano, que geraram repercussão e evidenciaram o afastamento entre os dois, ainda pautam o ambiente político local. Em entrevista ao Bahia Notícias, o gestor reafirmou as críticas feitas anteriormente e classificou suas colocações como uma análise do contexto político. Desde a troca de farpas, não houve retomada de diálogo entre ele e ACM Neto. Atualmente, Marabá integra a base do governador Jerônimo Rodrigues. Reeleito com ampla vantagem, alcançando 83% dos votos, Junior Marabá afirma que não participa de articulações eleitorais neste momento e que a prioridade é a conclusão do mandato. Mesmo assim, admite que tem interesse em disputar uma vaga na Câmara dos Deputados no próximo ano. Durante a conversa, o prefeito também apresentou um panorama das ações da administração municipal, destacando iniciativas nas áreas de segurança pública, educação e sustentabilidade. Ele ainda avaliou o processo de sucessão municipal previsto para 2028 e como projeta a continuidade de seu grupo político no comando da cidade.
O vice-líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia, deputado estadual Cafu Barreto, deixou a base do governador Jerônimo Rodrigues e oficializou apoio ao projeto político de ACM Neto. A movimentação ocorre após a saída do deputado Nelson Leal, que também migrou para a oposição e assumiu a coordenação da pré-campanha de Neto. O anúncio contou com a presença de ACM Neto, de Cafu Barreto, de Nelson Leal e do ex-prefeito de Xique-Xique, Reinaldo Braga Filho, que também integra a coordenação da pré-campanha. A mudança de posição política de Cafu, considerado um dos principais articuladores do governo na Assembleia, amplia o desgaste do Palácio de Ondina e fortalece a oposição em regiões estratégicas do interior da Bahia.
Ao comunicar a decisão, Cafu Barreto afirmou que deixa a base governista convicto do novo caminho político que pretende seguir e destacou ACM Neto como representante de um projeto de renovação no estado. Neto, por sua vez, classificou o deputado como uma liderança de forte atuação na região de Irecê e ressaltou a importância da chegada dele ao grupo oposicionista. A movimentação reforça a reorganização das forças políticas para as eleições estaduais e intensifica a disputa por apoios no interior da Bahia, onde ambos os grupos buscam ampliar base e influência.
O deputado federal Charles Fernandes (PSD) deixou o mandato na Câmara dos Deputados com o retorno do titular Sérgio Brito (PSD-BA), que reassumiu a vaga após deixar o comando da Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra). A mudança foi oficializada nesta terça-feira (11) com a publicação do decreto de exoneração de Brito no Diário Oficial do Estado, assinado pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT). Durante o período em que esteve em Brasília, Charles Fernandes representou o sudoeste baiano, defendendo pautas voltadas ao desenvolvimento regional e à infraestrutura, além de manter diálogo constante com lideranças e prefeitos da região. Sua passagem na Câmara foi marcada por articulações políticas e pelo fortalecimento da presença do PSD no interior da Bahia.
Com o retorno de Sérgio Brito ao Legislativo, Fernandes deixa o mandato, mas permanece filiado ao partido e deve continuar sua atuação política na Bahia, especialmente na região de Guanambi, onde construiu sua base política e exerceu dois mandatos como prefeito. Na Seinfra, o engenheiro Saulo Pontes, diretor-superintendente do órgão, assume interinamente a pasta, garantindo a continuidade dos projetos e obras em execução no estado.
A troca faz parte de um processo de reorganização administrativa do governo baiano e mantém a expectativa de continuidade nas ações voltadas ao desenvolvimento da infraestrutura e ao fortalecimento das regiões do interior.
A edição do Diário Oficial do Estado desta terça-feira (11) trouxe a exoneração do secretário de Infraestrutura da Bahia (Seinfra), Sérgio Brito. O deputado federal retorna ao mandato na Câmara dos Deputados para concentrar sua atuação política em Brasília e se preparar para a disputa eleitoral de 2026. Com a saída, o engenheiro e diretor-superintendente da pasta, Saulo Pontes, assume o comando da Seinfra, acumulando as duas funções. Pontes possui ampla experiência em obras de infraestrutura, especialmente na construção e manutenção de rodovias, e integra o quadro estadual há vários anos.
A mudança ocorre em meio à reorganização interna do governo baiano e deve manter a continuidade dos projetos em andamento na área de infraestrutura. Saulo Pontes é considerado uma figura de confiança dentro da estrutura da secretaria e já vinha desempenhando papel estratégico na coordenação de obras e contratos.
A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputada Ivana Bastos (PSD), deve retomar os despachos presenciais nesta terça-feira (11), após período de recuperação médica. Nesta segunda, a parlamentar recebeu diretores da Casa em sua residência, ainda sob orientação de repouso e acompanhamento médico. A expectativa é que o plenário da Assembleia volte a ter votações nesta terça-feira, após uma semana de agenda reduzida. Entre os itens confirmados na pauta está a eleição dos jornalistas destaques, escolhidos pelos deputados entre os profissionais que cobrem o Legislativo baiano. Outros projetos poderão ser incluídos mediante acordo entre as lideranças partidárias.
Entre as matérias que podem entrar na pauta está a chamada PEC Josias Gomes, proposta de autoria do líder do governo na Alba, Rosemberg Pinto (PT). O texto eleva a idade máxima para posse de novos conselheiros nos tribunais de contas do Estado, medida que pode beneficiar o deputado federal Josias Gomes (PT), cotado para a vaga deixada pelo conselheiro Pedro Lino, conforme antecipado pelo site Política Livre. Ivana Bastos recebeu alta hospitalar no último sábado (8), após apresentar melhora clínica satisfatória. A parlamentar havia sido internada no início da semana passada com quadro de colite, inflamação intestinal que exigiu cuidados médicos. Seguindo as recomendações médicas, o retorno às atividades públicas será feito de forma gradual.
O ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Nelson Leal (PP), enfrentou um crescente isolamento político após deixar o comando da Casa. Sem espaço dentro do partido e afastado dos principais grupos da base do governador Jerônimo Rodrigues (PT), o parlamentar tentou se reposicionar, mas não obteve êxito. Uma das iniciativas de reaproximação ocorreu por meio do Avante, sigla aliada ao governo estadual, mas a articulação foi barrada pelo deputado federal Ronaldo Carletto, que impediu a entrada de Leal na legenda, ampliando seu isolamento.
Diante da falta de apoio e de perspectivas dentro da base governista, Nelson Leal decidiu deixar a carreira parlamentar e romper com o grupo do governador. O convite de ACM Neto (União Brasil) para coordenar sua campanha ao governo da Bahia surgiu como uma alternativa viável para o ex-presidente da AL-BA manter relevância no cenário político estadual. A movimentação consolidou sua mudança de lado e marcou sua volta no campo oposicionista liderado por Neto.
O secretário de Comunicação Nacional do PT, Éden Valadares, recebeu sem surpresa alguma o apoio declarado do deputado estadual Nelson Leal ao candidato derrotado em 2022 ao Governo do Estado, ACM Neto. Nelson Leal anunciou, nesta sexta-feira (07), que será coordenador da campanha do ex-prefeito de Salvador. Éden destacou o grande respeito pelo deputado e realçou que não desconsiderava a aliança, visto que Nelson Leal e ACM Neto tem uma relação pessoal de longa data e que a migração de Leal para o campo governista, após a derrota de Neto, se deveu em boa parte a uma tentativa de se manter vivo politicamente devido ao grande enfraquecimento do grupo do ex-prefeito, após a derrota para o governador da Bahia pelo PT, Jerônimo Rodrigues. "Surpreendendo um total de zero pessoas. Eu gosto e tenho respeito pelo deputado Nelson Leal, sempre tivemos muito boa convivência. Mas essa notícia aí é “a volta dos que não foram”. Nelsinho já votou em ACM Neto em 2022 e, igual a 2022, vai perder novamente. Zero surpresa", concluiu.
O deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Nelson Leal (PP), anunciou nesta sexta-feira (7) o rompimento com o grupo político do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e declarou apoio ao ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto. O parlamentar confirmou que será o coordenador da campanha de Neto na Bahia e afirmou que a decisão foi tomada após um período de reflexão sobre o cenário político do estado. Nelson Leal também anunciou que abrirá mão de disputar a reeleição para se dedicar integralmente à nova função. “Neto me convidou para coordenar a campanha, e acho que esse é o melhor caminho para a Bahia. Neto fez uma administração primorosa e extraordinária em Salvador, e vai promover a mesma transformação que o nosso estado está precisando”, declarou o deputado. Leal afirmou que a escolha representa um gesto de renúncia pessoal em favor de um projeto coletivo. “Estou abrindo mão da minha candidatura, seria a oitava vez que eu disputaria uma eleição. Sou decano, mas preferi deixar de lado o projeto pessoal para coordenar a campanha de Neto”, afirmou.
Em resposta, ACM Neto destacou a importância da adesão do parlamentar. “Nelson Leal é um político com vasta experiência, respeitado em toda a Bahia pela sua liderança. Eu o conheço há vários anos e sei de sua enorme capacidade de trabalhar pelo desenvolvimento do nosso estado”, afirmou o ex-prefeito.
O senador Angelo Coronel (PSD) defendeu, nesta quarta-feira (29), que a escolha dos candidatos ao Senado Federal na chapa do governador Jerônimo Rodrigues (PT) seja feita com base em pesquisa de opinião junto aos prefeitos da Bahia e à população em geral. A declaração foi dada ao Política Livre, em resposta à sugestão feita na última semana pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), que propôs o uso de pesquisas de opinião pública para definir o nome que representará a base governista na disputa eleitoral de 2026.
Para Coronel, o papel dos prefeitos será decisivo no pleito, e o critério de escolha deve refletir essa influência. “Sou favorável a uma pesquisa com os prefeitos da Bahia, que são os agentes responsáveis por levar o voto para a urna. Tanto é que o governo Jerônimo tem tentado trazer o máximo de prefeitos para o seu lado. Isso é uma prova de que o prefeito vai pesar na eleição do candidato”, afirmou o senador. O parlamentar ponderou que uma pesquisa tradicional de opinião pública beneficiaria nomes como Rui Costa e o senador Jaques Wagner (PT), ambos com maior exposição midiática. “Eu não sou pop star. Não fui governador, não tive holofotes, mas estou à disposição de um critério mais lógico. Que se ouça os prefeitos sobre os três nomes colocados e outros que tenham interesse em concorrer ao Senado na base do governo”, completou.
Com perfil municipalista, Angelo Coronel destacou que mantém boa relação com gestores de diferentes partidos e reforçou que não há divergências políticas com Rui Costa ou Jaques Wagner. “Não tenho problema nenhum. Sendo esse o critério, é só escolher o instituto. Vamos seguir a estratégia do governo: trazer mais prefeitos, porque é o agente que leva o voto para a urna”, finalizou.
A disputa pelo governo da Bahia em 2026 promete ser acirrada. Segundo pesquisa do Instituto Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (27), o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) e o governador Jerônimo Rodrigues (PT) aparecem tecnicamente empatados nas intenções de voto. O levantamento testou quatro cenários estimulados e, em todos eles, os dois lideram com pequenas variações percentuais. O estudo também avaliou o desempenho de João Roma (PL) e José Carlos Aleluia (Novo), que aparecem com índices mais baixos.
No principal cenário, ACM Neto registra 40% das intenções de voto, contra 36% de Jerônimo Rodrigues. João Roma tem 5%, e Aleluia, 2%. Quando o nome do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), substitui Jerônimo na disputa, o resultado é novamente equilibrado: 42% para ACM Neto e 42% para Rui. Em outro cenário, com o prefeito de Salvador Bruno Reis (União Brasil), Jerônimo lidera com 38%, seguido por Neto, com 34%. O atual prefeito, no entanto, nunca manifestou interesse em concorrer, permanecendo como aliado político de ACM Neto.
A pesquisa também apontou índices de rejeição, nos quais Jerônimo lidera com 48%, seguido por ACM Neto (41%), Kleber Rosa (PSOL) com 38% e Bruno Reis (32%). O instituto avaliou ainda as intenções de voto para o Senado Federal. O ex-governador Rui Costa lidera com 26%, seguido por Márcio Marinho (Republicanos), com 17%, e Aroldo Cedraz, com 11%. Em outro cenário, o senador Jaques Wagner (PT) aparece em primeiro, com 27%, à frente de Rui Costa (23%) e João Roma (10%). A pesquisa foi realizada nos dias 18 e 19 de setembro de 2025, com 1.200 entrevistados em todo o estado, e margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Em meio às discussões dentro da base aliada do governo baiano sobre a formação de uma possível chapa “puro-sangue” do PT para as eleições de 2026, o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), defendeu nesta sexta-feira (24) que a definição do candidato ao Senado seja feita com base em pesquisas eleitorais. Durante entrevista à Rádio 93 FM, em Jequié, no sudoeste da Bahia, o ministro afirmou que o levantamento serviria para indicar quem está melhor posicionado entre os nomes da base, evitando disputas internas.
“Quando há mais de um pretendente em um grupo político, pode-se fazer um acordo e deixar que a pesquisa defina quem será o candidato. Quem estiver na frente é o escolhido. Pode ser uma saída”, afirmou.
A proposta de Rui Costa favorece o próprio ministro, que lidera as sondagens divulgadas até o momento. A fala reacende o debate sobre a possibilidade de uma chapa majoritária composta integralmente por petistas, hipótese que deixaria de fora o atual senador Angelo Coronel (PSD), já pré-candidato à reeleição. Nesse cenário, o grupo governista seria formado por Rui Costa, o senador Jaques Wagner e o governador Jerônimo Rodrigues, todos do PT. Durante a entrevista, Rui também comentou, em tom descontraído, que se “auto convidou” para um jantar na casa de Angelo Coronel, evento que contou ainda com as presenças do senador Otto Alencar e do deputado federal Diego Coronel, ambos do PSD. O gesto foi interpretado como um movimento de aproximação política em meio às divergências dentro da base. Presidente estadual do PSD, Otto Alencar tem reiterado a necessidade de adiar as discussões eleitorais para março de 2026, defendendo unidade e cautela até o início oficial do calendário eleitoral.
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada na sexta-feira (24), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando com folga a corrida presidencial de 2026, superando todos os adversários testados no primeiro e no segundo turno. No cenário principal, Lula tem 51,3% das intenções de voto, enquanto Tarcísio de Freitas (Republicanos) aparece com 30,4% e Ronaldo Caiado (União Brasil) com 6%.
Em possíveis disputas de segundo turno, Lula venceria Tarcísio (52% a 44%), Michelle Bolsonaro (52% a 43%) e Jair Bolsonaro (52% a 44%). O levantamento, feito com 14.063 entrevistados entre 15 e 19 de outubro, aponta que o presidente cresceu 0,9 ponto percentual em relação a setembro, consolidando a liderança em todas as regiões do país.
O maior desempenho de Lula está no Nordeste (53,9% a 27,1%), enquanto no Centro-Oeste a disputa é mais equilibrada (36,7% a 33,4%). Os resultados reforçam a vantagem do petista no cenário eleitoral de 2026 e a estabilidade de Tarcísio de Freitas como principal nome da oposição.