A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta sexta-feira, 19, que a Polícia Federal (PF) identifique todos os membros de um grupo em um aplicativo de mensagens instantâneas criado por Ivan Rejane Fonte Boa Pinto, preso preventivamente por ser o responsável de divulgar vídeos com ameaças ao ex-presidente Lula (PT). O grupo conta com 159 participantes e é identificado pelo nome "Caçadores de ratos do STF". O grupo foi descoberto pela Polícia Federal na investigação que levou ao indiciamento de Ivan Pinto por associação criminosa. O delegado federal Fábio Alvarez Shor, responsável pelo caso, disse que o influenciador bolsonarista "agiu de forma consciente e voluntária para tentar abolir o estado democrático de direito", segundo informações do Uol. A intenção da PGR é descobrir o teor das conversas e a identidade dos demais membros, para assim avaliar a possibilidade de uma associação criminosa. "A tipicidade penal da associação criminosa requer permanência e estabilidade do agrupamento criminoso composto por, pelo menos, três pessoas, no desiderato de cometer diversos crimes No caso concreto, a investigação não apontou quais seriam os integrantes dessa associação criminosa, tampouco a sua organização e divisão de tarefas, além de outros elementos do elo associativo", diz um trecho da manifestação enviada ao STF pela vice-procuradora-geral da República Lindôra Araújo
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