Indícios de irregularidades em compras realizadas pelas Forças Armadas no exterior foram encontrados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A apuração começou a pedido do Ministério Público Militar, que havia identificado irregularidades na negociação de aeronaves pela Comissão Aeronáutica Brasileira na Europa. De 2016 a 2021, as Forças Armadas reservaram US$ 17 milhões para a compra de coletes à prova de bala e US$ 9,5 milhões para a aquisição de capacetes no exterior. Os militares não detalharam todas as compras, o que dificulta a análise de possível sobrepreço. De acordo com os técnicos do TCU, esses e outros itens como tapetes, moedas institucionais e computadores poderiam ter sido adquiridos no Brasil, a um menor custo. A auditoria identificou também que uma mesma empresa vendeu de bolas de futebol até softwares às Forças Armadas. Coordenadas pelo Ministério da Defesa, outras entidades militares alvos do TCU foram a Comissão Naval Brasileira em Washington e a Comissão do Exército Brasileiro em Washington. Em nota enviada ao Portal A TARDE, o Ministério da Defesa informa que o referido acórdão não deliberou sobre qualquer contratação específica realizada pelas Forças Armadas no exterior.
Confira a nota na íntegra:
O Ministério da Defesa informa que o referido acórdão não deliberou sobre qualquer contratação específica realizada pelas Forças Armadas no exterior. Cabe destacar que as Forças Armadas adotam as melhores práticas de gestão e governança e que as sugestões propostas de aperfeiçoamento da norma serão analisadas pela Pasta.
Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.
Usamos cookies para melhorar sua experiência. Ao continuar navegando, você concorda com nossa Política de Privacidade.

