O irmão de Greice Quelly, de 26 anos, morta a tiros pelo ex-companheiro dentro de um salão de beleza em Salvador , relatou que a família tentou impedir que a jovem continuasse em um relacionamento abusivo com o suspeito, que é policial militar e foi preso logo após o crime, na quinta-feira (22). "Ela apareceu com um ferimento na perna, dizendo que ele tinha dado uma facada nela, a gente conversou com outros familiares para [tentar] evitar que ela continuasse com ele", disse Herbert de Assis Rocha. Ainda segundo Herbert, a família não concordava com o relacionamento desde o início. "Quando começaram a namorar, a gente viu que não ia dar certo, mas mesmo assim eles persistiam no relacionamento. Tiveram outras intrigas, outros conflitos, e ela se afastou dele, mas acabaram voltando", afirmou o irmão da vítima. O crime ocorreu no salão de beleza onde a vítima trabalhava, localizado em um supermercado na Avenida Antônio Carlos Magalhães. Testemunhas disseram que o suspeito invadiu o estabelecimento e perguntou onde estava a ex-companheira. Em seguida, se direcionou à ela e efetuou os disparos. Ainda conforme testemunhas, Greice Quelly deixou dois filhos. Não há detalhes se eles também são do suspeito. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para socorrer a vítima, mas ela não resistiu aos ferimentos. O suspeito era lotado na 23ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM). Ele foi encaminhado para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Até a noite desta quinta-feira (22), o corpo de Greice seguia no Instituto Médico Legal, em Salvador.
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