Presidente da ALBA destaca papel de Caetité nas lutas pela independência do Brasil
POLíTICA 03/Jul/2025 - 20h43
Foto: Sandra Travassos / ALBA

Presidente da ALBA destaca papel de Caetité nas lutas pela independência do Brasil

A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputada Ivana Bastos, participou nesta terça-feira (2) das celebrações do 2 de Julho em Salvador e comemorou o envio ao Congresso Nacional do projeto de lei que institui a data como o Dia da Consolidação da Independência do Brasil. O projeto foi apresentado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e reconhece oficialmente o papel da Bahia no processo que garantiu, em 1823, a expulsão definitiva das tropas portuguesas do território brasileiro. Durante as solenidades no Largo da Lapinha, Ivana Bastos esteve ao lado do governador Jerônimo Rodrigues e do prefeito de Salvador, Bruno Reis, e participou do hasteamento da bandeira da Bahia em frente ao Memorial 2 de Julho. Foi a primeira vez que a chefe do Legislativo baiano compareceu aos atos oficiais da capital. Em anos anteriores, ela costumava acompanhar as comemorações em Caetité, sua cidade natal.
Em sua fala, Ivana destacou o protagonismo histórico de Caetité nas lutas pela independência. O município aderiu à causa emancipacionista em 5 de dezembro de 1822, poucos meses após a eclosão do movimento na cidade de Cachoeira, e desempenhou papel fundamental ao enviar tropas e suprimentos para os combates contra as forças portuguesas. Segundo a deputada, a cidade mantém até hoje a tradição de homenagear seus heróis da independência, com celebrações que datam do século XIX. Ao lembrar os eventos históricos, Ivana Bastos afirmou que a consolidação da independência brasileira foi marcada por atos de bravura de homens e mulheres que resistiram com coragem. Ela descreveu a emoção de caminhar pelas ruas de Salvador durante as comemorações e homenagear os que lutaram para tornar a independência do Brasil uma realidade prática.  A deputada também ressaltou o valor simbólico do 2 de Julho, data que vai além da história oficial celebrada em 7 de setembro. Para ela, reconhecer a importância dos atos que ocorreram na Bahia é resgatar as raízes do povo baiano e valorizar a contribuição do estado na construção da soberania nacional.

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