Neymar encara maior vítima para terminar bem o ano e ser feliz na França
20 10/Nov/2017 - 18h11
Foto: Reprodução

Neymar encara maior vítima para terminar bem o ano e ser feliz na França

Há jogadores que encaixam com certos companheiros, se dão bem com determinados técnicos ou em estádios específicos. Combinações difíceis de explicar, mas bem-sucedidas. Uma delas é a de Neymar quando enfrenta o Japão. É gol atrás de gol. É o trunfo do atacante para elevar sua estatística em 2017 no penúltimo jogo da Seleção no ano, nesta sexta-feira, diante dos asiáticos, na cidade de Lille. No histórico de 81 partidas e 52 gols pelo Brasil, nenhum país sofreu tanto nas mãos, ou melhor, nos pés do atacante. O Japão sofreu sete desses gols, é sua maior vítima. Só no último confronto entre as equipes foram quatro, todos da goleada por 4 a 0, em outubro de 2014. Neste ano de 2017, Neymar entrou em campo seis vezes pela Seleção, sempre pelas eliminatórias. Fez dois golaços, um contra o Uruguai e outro em cima do Paraguai, mas passou em branco nas quatro rodadas finais, diante de Equador, Colômbia, Bolívia e Chile.


Com exceção do ano de sua estreia, em que só passou a ser convocado em agosto, depois da Copa do Mundo de 2010, por enquanto o atual é o mais modesto em número de gols. Isso não preocupa a comissão técnica. Até porque, desde que Tite assumiu o comando da equipe, o papel de Neymar mudou. Se antes ele era praticamente a única alternativa de brilho ofensivo, agora passou a ser uma peça da engrenagem que leva o Brasil aos gols. Tanto é que, em 2016, Gabriel Jesus e Philippe Coutinho fizeram mais gols do que ele (5x4), e nas eliminatórias o atacante do Manchester City terminou como artilheiro da Seleção (7x6). Coincidência. Desde que se transferiu do Barcelona para o PSG, Neymar não fez gols pela Seleção. Coincidência mesmo, daquelas citadas no primeiro parágrafo, de difícil explicação, embora a hostilidade da imprensa e de parte do público local sejam evidentes ao estilo do atacante brasileiro.


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