Luan Lino de Andrade, mais conhecido como “Pirlo”, foi mandado pelo Polícia Federal para a Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná. Ele é apontado com um dos chefe da facção Primeiro Comando da Capital. De acordo com o Estadão, a PF divulgou interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça em que Pirlo mantinha frequentes contatos com demais membros do PCC ou com candidatos a integrarem a organização criminosa. Nas conversas, eles falam sobre procedimentos esperados dos membros e sobre os pagamentos então devidos, além de assassinatos. Com os áudios, a polícia concluiu que os delitos praticados pelo PCC apenas ocorrem com autorização dos chefes da facção recolhidos em penitenciárias federais, a exceção de William Camacho, vulgo “Marcola”. “A única forma de se buscar evitar o ataque a instituições públicas, como anunciado nos áudios, é o isolamento dos criminosos, garantindo-se que não tenham acesso a meios de comunicação”, diz nota da PF.
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