O número de candidatos originários das Forças Armadas, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros quase dobrou em relação ao pleito de 2014. De acordo com o Estadão, os militares são incentivados pela reprovação a políticos de carreira. A publicação identificou pelo menos 25 militares, da ativa ou da reserva, que vão concorrer a presidente, vice-presidente, governador ou vice-governador, ante 13 nomes na eleição passada, um aumento de 92%. Quando comparado com 2010, quando sete militares disputaram cargos majoritários, a alta chega a 257%. Se levar em conta todo o universo de postulantes ao Executivo, os militares representam 7% dos nomes já anunciados pelos partidos.
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