A cidade de Rio do Pires, na Bacia do Paramirim, recebeu a Caravana da Justiça Social da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS). A ação foi realizada no Colégio Estadual Paulo VI. A população da cidade teve acesso gratuito a segunda via de RG, CPF, Carteira de Trabalho, Certidões de Nascimento e Casamento, além de atendimento ao Procon, emissão da Carteirinha do ID Jovem e Passe Livre Intermunicipal para pessoas com deficiência. A segunda via de RG é o carro-forte entre os serviços e, em Rio do Pires, não foi diferente. A lavradora Ariane Pereira, 28 anos, comentou sobre a experiência na caravana. "Vim com o objetivo de tirar apenas o meu RG, mas o atendimento foi ótimo e tranquilo. Então decidi tirar do meu bebê de 5 meses também". A coordenadora da Caravana, Andréia Sales destacou as parcerias que fazem a Caravana acontecer. “A Defensoria Pública, a Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte [Setre] e o Instituto de Identificação Pedro Melo estão aqui com a gente, nós aprendemos muito com eles e quem ganha é a população, que tem um serviço diversificado”. O destaque dessa caravana foi a grande participação da juventude em busca do ID Jovem. O jovem Lucas Silva já tem o cartão e levou amigos para emitir os seus. “Eu já viajei para São Paulo e deu tudo certo. Esse apoio foi muito importante porque sem ele eu não poderia viajar”. Para o coordenador do ID Jovem na Bahia, Silvio Lacerda, “é importante nossa presença não somente para fazer o cartão, mas também para dialogar com a juventude, trazer esse debate para o interior do estado, mostrar que eles tem que reivindicar e cobrar seus direitos”. Paralelamente, ocorreu uma capacitação em políticas públicas para pessoas com deficiência com a presença de técnicos da assistência social, profissionais da saúde, educação, dos conselhos tutelares da região e familiares de pessoas com deficiência. O debate durou toda a manhã. Assessor técnico da Superintendência de Direitos para Pessoa com Deficiência da SJDHDS, Luiz Araújo considerou o momento importante. “É preciso haver essa paridade, esse equilíbrio entre o Governo e a sociedade civil. Que todos compreendam e exerçam o seu papel”.
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