O evento aconteceu no Clube Riocontense, na tarde desta sexta-feira (26). O seminário foi organizado pela Sala Verde, projeto ligado à Secretaria Municipal do Meio Ambiente e contou com as presenças dos Brigadistas Voluntários Gaviões da Chapada, do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), do 7º Grupamento do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia e de pessoas da comunidade. O Seminário foi estrategicamente pensado para ser realizado em julho, mês que antecede o período das queimadas (agosto a novembro). O encontro possibilitou a interação entre órgãos públicos, brigadistas, estudantes e o setor produtivo da comunidade rio-contense que lidam com a problemática dos incêndios florestais. A proposta do seminário foi de estabelecer um diálogo para além das questões de prevenção aos incêndios florestais, ou seja, promover a conscientização da sociedade, através da educação ambiental. A programação contou com palestras e exibição de vídeos, (abordando a problemática das queimadas) feitos por estudantes. Durante o evento foi entregue à coordenadora da Unidade Regional (UR) do Inema na Chapada, Simone Sodré, o Plano de prevenção aos Incêndios Florestais da cidade de Rio de Contas, elaborado pela coordenação da Sala Verde. “É o primeiro projeto nesse sentido de toda a Chapada Diamantina”, atestou Simone, ratificando o pioneirismo do município nessa questão. De acordo com Dilceleia Anjos, coordenadora da Sala Verde, o principal objetivo do Plano é de intensificar as ações de combate aos incêndios florestais para salvaguardar as unidades de conservação do município, inclusive a Área de Proteção Ambiental (APA) Serra do Barbado, majoritariamente localizada em Rio de Contas, para proteger a biodiversidade e assegurar a sustentabilidade dos recursos naturais”. O prefeito Cristiano Azevedo reiterou seu compromisso com as questões ambientais e assegurou total autonomia à Secretaria de Meio Ambiente nas ações que promovam a conscientização, prevenção e combate às queimadas. “ Pelo fato de a nossa cidade possuir uma área de preservação, animais e plantas endêmicos, além de um enorme potencial hídrico, temos que estar sempre discutindo e melhorando a prevenção para minimizar a ocorrência dos incêndios a cada ano”, analisou a coordenadora da Sala Verde.
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