O ex-policial militar do Rio de Janeiro e chefe de milicia, Adriano da Nóbrega, morto em Esplanada, na Bahia, destruía um aparelho celular a cada ligação que fazia. No sítio em Esplanada foram encontrados 13 celulares com o miliciano. Escondido em um condomínio luxuoso em Costa do Sauípe, ele pagava R$ 1 mil de aluguel por dia, em dinheiro vivo. A casa ficava localizada longe do portão principal do condomínio, e um segundo portão ainda poderia deter visitas inesperadas. No final de 2019, em dia 31 de janeiro, Adriano foi visto dentro de casa por policiais que já estavam monitorando o condomínio. Os agentes acionaram reforço para cumprir o mandado de prisão. Mas a mulher de Adriano, que estava fora da casa, percebeu a movimentação e avisou o marido por mensagem de áudio. As informações foram divulgadas pelo Fantástico de domingo (16).
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