Livramentense integra grupo de desenvolvimento a produção de respirador artificial
2 26/Ago/2020 - 22h27
Foto: Divulgação

Livramentense integra grupo de desenvolvimento a produção de respirador artificial

O projeto conjunto executado desde junho, numa parceria entre a FESF-tech (diretoria de Ciência, Tecnologia e Inovação da FESF-SUS), Centro de Ciência e Tecnologia em Energia e Sustentabilidade da Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB/CETENS), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) e Unopar Candeias –  em uma ação que conta com apoio financeiro da Embaixada dos EUA –  está em fase adiantada de desenvolvimento a produção de um respirador artificial de baixo custo adaptado com reanimador manual (AMBU) que será disponibilizado em breve ao Sistema Único de Saúde. Segundo o coordenador do projeto, Fábio Lora, “esse trabalho demonstra o quanto a Universidade Pública, via UFRB, pode atender a comunidade com soluções interdisciplinares. Essa parceria apresenta o CETENS como um centro de tecnologia e inovação para desenvolvimento de projetos em engenharias com impacto social, retornando à comunidade as competências oriundas do corpo técnico especializado”.


Livramentense integra grupo de desenvolvimento a produção de respirador artificial

Levando-se em conta o atual estágio dos trabalhos, projeta-se que até o final de setembro o protótipo do equipamento deva ser entregue para os testes em ambiente relevante, ou seja, já poderá ser testado pelos profissionais de saúde da área e, posteriormente, homologado pelos órgãos competentes. Destacando a importância da parceria para o projeto, Alisson Sousa, diretor da FESF-tech, salientou: “enquanto instituição do SUS da Bahia, seguimos nossa missão de trazer sempre soluções inovadoras para a saúde. Em articulação com universidades e parceiros, contribuímos com a pesquisa aplicada destinada ao enfrentamento à Covid-19 e desenvolvimento tecnológico no estado Bahia.” Segundo Prof. Antônio Cordeiro, Prof do IFBA e Diretor da Unopar Candeias, neste momento, em que tememos um colapso nos sistemas de saúde, a parceria entre as diversas instituições é valorosa e possibilita a integração de conhecimentos e inovação, sobretudo na produção de um equipamento de extrema importância para o sistema de saúde, pois milhões de indivíduos ainda estão suscetíveis ao contágio por Covid19 no Brasil. Outro ponto importante é que, mesmo pós pandemia, a demanda por respiradores artificiais ainda será alta no mundo inteiro, ressalta o livramentense Prof. Antônio Cordeiro.


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