Feira de Santana anuncia medidas para conter segunda onda
61 15/Dez/2020 - 19h46
Foto: Divulgação/Prefeitura de Feira de Santana

Feira de Santana anuncia medidas para conter segunda onda

A ocupação de 80% no Hospital Municipal de Campanha é um dos indicadores de que a segunda onda da pandemia de Covid-19 chegou a Feira de Santana. Dainte de novos números da pandmeia, a prefeitura da segunda maior cidade do estado anunciou nesta terça-feira (15) medidas para conter o avanço do novo coronavírus. No Hospital de Campanha, o número de vagas de UTI serão ampliadas de 10 para 18 leitos. A contratação destes leitos foi ampliada para até junho de 2021. “Estamos vivendo na cidade a Segunda Onda do Coronavírus, muito mais precocemente do que a gente esperava que ocorresse”, revelou a coordenadora do Comitê Gestor de Combate ao Coronavírus, a infectologista Melissa Falcão. “Só que esta fase tem se mostrado muito mais intensa que na primeira fase”. Segundo o prefeito Colbert Martins, as internações estão sendo feitas de forma precoce. A prefeitura também promete ampliar a fiscalização de bares e restaurantes. “Desta vez nós estamos identificando alguns focos de infecção, a exemplo da inauguração de um restaurante com 50 pessoas, das quais 33 redundaram em contaminação posterior, além de várias festas particulares em chácaras e fazendas, ao redor da cidade”. A vigilância reúne Procon, a Guarda Municipal, Polícia Militar secretarias municipais do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (SETTDEC), e de Transporte e Trânsito, além da Superintendência Municipal de Trânsito (SMT). Cleudson Almeida, superintendente do Procon e coordenador da Fiscalização Preventiva, observou que as maiores aglomerações de pessoas foram registradas em bares e restaurantes das avenidas Fraga Maya, Artemia Pires, Nóide Cerqueira e no Empreendimento Ville Gourmet, na João Durval Carneiro. “Nós exigimos o cumprimento das determinações constantes nos protocolos sanitários, ou seja, a disponibilização de álcool em gel, distanciamento entre as mesas, e o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), pelos funcionários dos estabelecimentos, que são notificados e, em caso de reincidência terão os estabelecimentos interditados”, completou o coordenador.


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