A prisão preventiva do até então prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), foi trocada para prisão domiciliar com o uso de uma tornozeleira eletrônica. A decisão foi tomada pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins. Após a audiência de custódia no Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), Crivella foi encaminhado na noite de terça-feira (22) ao presídio de Benfica, na zona norte do Rio. A partir da liminar oferecida pelo presidente do STJ, porém, ele poderá retornar para a sua residência ainda nesta quarta-feira (23). O prefeito afastado, segundo a decisão, ficará proibido de ter contato com outras pessoas, de sair de casa sem autorização e de usar telefones celulares, computadores ou tablets. O habeas corpus pedido pela defesa de Crivella ainda será avaliado pelo ministro do STJ, Antônio Saldanha Palheiro.
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