Selado na quinta-feira (7) e confirmado na segunda-feira (11), um acordo entre o grupo Novonor e o executivo Marcelo Odebrecht encerrou as brigas judiciais entre as partes. Pelo acerto, o ex-presidente do grupo quando este se chamava Odebrecht deixa de ser acionista e desiste também de brigas jurídicas com pessoas da holding, como Emílio Odebrecht, que é pai do ex-presidente. O acordo foi divulgado inicialmente pelo Valor Econômico. A Novonor também retirou as ações contra Marcelo Odebrecht, que não mais terá cargo na empresa. Cada parte arcará com respectivas custas judiciais e honorários advocatícios devido. Marcelo Odebrecht foi um dos presos na operação Lava Jato. As divergências com Emílio Odebrecht se intensificaram após a delação da companhia e executivos do grupo. Em 2019, o pai demitiu o filho por justa causa. Atualmente, embora controlada pela família, a Novonor tem no comando executivos profissionais. A holding é dirigida por Hector Nuñez, ex-Ri-Happy. Na Odebrecht Engenharia e Construção, ativo mais estratégio para o grupo, a direção é de Maurício Cruz Lopes, que atua na empresa há 25 anos. “Já tivemos 130 mil funcionários. Na pandemia, eram 8 mil (na OEC). Hoje estamos com 10,5 mil, no próximo ano estaremos próximos de 12 mil e chegaremos a 15 mil em dois anos”, disse Lopes. Fontes: O Globo e Estado de S. Paulo
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