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A CPI do Crime Organizado aprovou, na quarta-feira (25), a convocação do ex-ministro da Cidadania João Roma, atual presidente do PL na Bahia, para prestar depoimento nas próximas semanas. Como convocado, ele terá comparecimento obrigatório diante do colegiado. João Roma integrou o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e comandou o Ministério da Cidadania. Segundo o relator da comissão, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), a convocação não implica, necessariamente, que o ex-ministro seja alvo de investigação formal. O parlamentar afirmou que a CPI também chama testemunhas consideradas relevantes para o esclarecimento dos fatos, destacando que o crime organizado depende de infiltração em estruturas financeiras para prosperar. Após a decisão, João Roma se manifestou por meio das redes sociais. Ele declarou não ter qualquer relação com os fatos investigados e classificou a convocação como de natureza política. Em publicação, afirmou que a medida envolveria também o ex-ministro da Economia Paulo Guedes e criticou o que chamou de movimento sem fundamento razoável. O ex-ministro atribuiu a iniciativa a uma estratégia política para desviar o foco de questões da atual gestão federal. Além da convocação, os senadores aprovaram a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático do Banco Master, bem como o envio de relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Também foram autorizadas diligências relacionadas a empresas vinculadas ao grupo financeiro investigado. A comissão tem como objetivo aprofundar a apuração sobre possíveis conexões entre organizações criminosas e estruturas do Estado, com foco em movimentações financeiras e relações societárias. As oitivas devem ter início nas próximas semanas. Entre as convocações aprovadas estão Paulo Guedes, João Roma e Ronaldo Vieira Bento. Já na condição de convidados constam nomes como os ministros do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli e Alexandre de Moraes; Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central; Rui Costa, ministro-chefe da Casa Civil; Tomás Miguel Ribeiro Paiva, comandante do Exército; além de integrantes do Ministério Público, Polícia Federal, Polícia Civil, especialistas em compliance, financiamento ao terrorismo e representantes de órgãos de segurança pública no Brasil e na Argentina.
O homem apontado como responsável pelo atropelamento que resultou na morte de duas mulheres no distrito de Itamarati, em Ibirapitanga, foi ouvido pela Polícia Civil e liberado após prestar esclarecimentos na manhã desta quinta-feira, dia 19. O acidente ocorreu na quarta-feira, dia 18. O condutor tem 33 anos e reside no município de Ibicaraí. Segundo informações da Polícia Civil, o motorista se apresentou espontaneamente poucas horas após o ocorrido em uma unidade da Polícia Rodoviária Federal em Itabuna. Após os procedimentos iniciais, ele foi encaminhado para prestar depoimento na delegacia de Itapetinga. Informações divulgadas por veículos regionais indicam que ele teria deixado o local do atropelamento por temer possíveis agressões. As vítimas que morreram no local foram identificadas como Daniela Cardim Santos e Kaline Santos de Souza, ambas com 27 anos. As duas eram amigas e caminhavam pela via quando foram atingidas pela caminhonete. Uma terceira mulher também foi atropelada, recebeu atendimento médico e já teve alta hospitalar. De acordo com as autoridades, ela sofreu apenas ferimentos leves. O veículo envolvido foi localizado abandonado a alguns quilômetros do ponto do acidente, em uma área de vegetação. Parte da caminhonete ficou na cena da colisão, e a perícia técnica confirmou que o fragmento encontrado correspondia ao automóvel posteriormente localizado. O caso segue sob investigação para apurar as circunstâncias do atropelamento.
Um homem, de 25 anos, suspeito de ter participado do homicídio do pastor evangélico Wesley Bacelar da Silva Bento, de 27 anos, foi preso em flagrante, nesta quarta-feira (3), enquanto prestava depoimento na Delegacia de Homicídios (DH/Feira de Santana). O crime aconteceu na noite de terça-feira (2), no bairro Novo Horizonte, naquele município. Segundo as apurações, Wesley sofreu disparos de arma de fogo efetuados por dois homens, em uma emboscada, logo após chegar à residência de um familiar, fato comprovado por imagens de câmeras de segurança analisadas pelas equipes da DH de Feira de Santana. Durante as oitivas, um investigado confessou ter informado aos executores o horário em que a vítima passaria pelo local determinado. Por esse motivo, foi dada voz de prisão ao homem, haja vista ter contribuído para a ocorrência do crime como partícipe, fornecendo meios para sua realização. Ele segue custodiado, à disposição do Poder Judiciário. As investigações continuam sendo realizadas pela unidade policial especializada para localizar os autores do homicídio, que já foram identificados.
O empresário Eike Batista, que está preso desde ontem (30) no Rio de Janeiro, deverá depor na tarde de hoje (31) na sede da Superintendência da Polícia Federal (PF), no centro da cidade. Ele deverá deixar o Complexo Penitenciário de Gericinó (Bangu) no início da tarde e iniciar seu depoimento por volta das 15h. O empresário, que está preso preventivamente acusado de pagar propina ao ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral para se beneficiar com contratos públicos, será ouvido pela Delegacia de Combate a Corrupção e Crimes Financeiros (Delecor). A operação para prender Eike Batista e mais oito pessoas foi desencadeada no último dia 26, mas como o empresário estava em Nova York, ele foi considerado foragido. Eike retornou ao Brasil ontem e foi preso ao desembarcar no Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão. O empresário foi inicialmente encaminhado para o presídio Ary Franco e, depois de duas horas, transferido para a penitenciária Bandeira Stampa (Bangu 9), no complexo de Bangu.
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