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O ex-presidente Jair Bolsonaro segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star, em Brasília, e apresenta inchaço e irritabilidade, segundo atualização divulgada na noite deste domingo (15) pelo filho, o ex-vereador Carlos Bolsonaro. Em publicação nas redes sociais, Carlos afirmou que o inchaço seria efeito colateral dos antibióticos administrados durante o tratamento. Bolsonaro foi hospitalizado na sexta-feira (13) após apresentar febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios. Os médicos diagnosticaram broncopneumonia bacteriana bilateral. Segundo Carlos Bolsonaro, a equipe médica teria alertado que o quadro poderia ter evoluído para óbito caso o atendimento tivesse demorado mais. Na sexta-feira, o médico Claudio Birolini já havia indicado risco de evento potencialmente fatal diante da gravidade da infecção pulmonar. O ex-presidente segue sob monitoramento intensivo e em tratamento com antibióticos.
Os irmãos Geddel Vieira Lima e Lúcio Vieira Lima, principais lideranças do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) na Bahia, evitaram comentar o aumento da pressão para que o vice-governador Geraldo Júnior deixe a chapa majoritária do governador Jerônimo Rodrigues nas eleições deste ano. O silêncio ocorre em meio ao crescimento das especulações sobre possíveis mudanças na composição da chapa governista. Nos bastidores, as articulações são conduzidas principalmente pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, e pelo senador Otto Alencar, que defendem maior espaço para o Partido Social Democrático (PSD). Durante coletiva de imprensa realizada na manhã de segunda-feira (09), o governador Jerônimo Rodrigues admitiu a possibilidade de alterações na chapa para contemplar o partido aliado. Segundo ele, há compromisso político com o senador Otto Alencar e a participação do PSD na majoritária faz parte das discussões em andamento. As especulações ganharam força após Geraldo Júnior compartilhar, na semana passada, em um grupo de WhatsApp com lideranças políticas, uma mensagem com críticas ao ministro Rui Costa. A publicação foi apagada pouco tempo depois, mas repercutiu entre integrantes da base governista. Em meio ao episódio, Rui Costa fez uma manifestação interpretada como indireta ao vice-governador. Dentro do Palácio de Ondina, sede do governo estadual, aliados avaliam que a permanência de Geraldo Júnior na chapa se tornou mais incerta diante da pressão de partidos que integram a base política. No domingo (08), Rui Costa, Otto Alencar e o senador Jaques Wagner se reuniram para discutir o cenário e possíveis alternativas para a vaga de vice, entre elas o nome da presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputada Ivana Bastos, filiada ao PSD. A indefinição também levanta questionamentos sobre o futuro do MDB dentro da coalizão governista. Nos bastidores, há relatos de conversas entre integrantes do partido e o prefeito de Salvador, Bruno Reis, sobre uma possível reaproximação com o grupo oposicionista. O cenário político ficou ainda mais movimentado após o senador Angelo Coronel anunciar recentemente sua saída do PSD e do grupo governista. O parlamentar negocia filiação ao Podemos, legenda que ficou sem representantes na Assembleia Legislativa da Bahia e na Câmara dos Deputados no início da janela partidária.
O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho, afirmou neste domingo (8) que não deixará o cargo para disputar as eleições estaduais de 2026. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Boca de Forno, da Rádio Sociedade da Bahia. Nos últimos meses, o nome do gestor vinha sendo citado em articulações políticas como possível candidato a vice-governador em uma eventual chapa encabeçada pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, ambos filiados ao União Brasil. A possibilidade chegou a ser comentada nos bastidores da política baiana e também foi mencionada pelo radialista Dilton Coutinho, do programa Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, que avaliou anteriormente que o prefeito não deixaria o comando do município. Durante a entrevista, José Ronaldo reconheceu que houve conversas sobre a possibilidade de disputar o cargo de vice-governador, mas afirmou que decidiu permanecer à frente da prefeitura. “Se eu dissesse que conversas sobre a vice-governadoria não existiram, eu estaria mentindo. Elas existiram e existem. Mas minha posição é clara: sempre prometi ao povo de Feira de Santana que, se eleito, cumpriria todo o meu mandato. Eu vou cumprir. Não vou me afastar e não serei candidato a vice-governador”, afirmou. O prefeito também negou especulações de que indicaria o vice-prefeito Pablo Roberto para compor uma chapa majoritária estadual, afirmando que esse diálogo sequer aconteceu. Apesar da definição sobre sua permanência no cargo, o cenário político na cidade continua sendo acompanhado por lideranças estaduais. Nos últimos meses, também chamou atenção a relação institucional que o prefeito mantém com o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, do Partido dos Trabalhadores. Com a decisão anunciada, José Ronaldo deve permanecer à frente da prefeitura até o fim do mandato, previsto para 2028.
O suplente de senador e pré-candidato a deputado federal Bebeto Galvão anunciou neste domingo (8) sua saída do Partido Socialista Brasileiro, legenda na qual militou por 23 anos. Em comunicado oficial divulgado à imprensa, o ex-parlamentar relembrou sua trajetória dentro da sigla, destacando que ao longo desse período ocupou diversos cargos partidários, inclusive na direção nacional do partido. Bebeto também exerceu mandato como deputado federal, eleito pelo PSB com 97 mil votos para o período de 2015 a 2019. Durante sua atuação na Câmara dos Deputados, ele chegou a ocupar a função de vice-líder da bancada socialista. Nas eleições de 2018, Bebeto decidiu não disputar a reeleição e abriu mão de sua candidatura para apoiar Lídice da Mata, que naquele ano concorreu a uma vaga na Câmara dos Deputados após ficar fora da chapa majoritária ao Senado. Segundo informações publicadas pelo Bahia Notícias, ele direcionou sua base eleitoral para fortalecer a eleição da correligionária, em nome da unidade do grupo político. Na carta divulgada, Bebeto agradeceu à direção partidária e à militância socialista pelas conquistas alcançadas durante sua passagem pelo PSB. Ele também reafirmou que mantém sua pré-candidatura a deputado federal nas eleições de 2026. O ex-deputado ainda destacou seu compromisso político com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, reforçando que continuará alinhado ao campo político que apoia os dois líderes.
O deputado estadual Vitor Azevedo confirmou que deixará o Partido Liberal para se filiar ao Avante. A mudança partidária deve ocorrer nesta segunda-feira, 9 de março. Eleito em 2022 para o primeiro mandato na Assembleia Legislativa da Bahia, o parlamentar pretende disputar a reeleição em 2026. Segundo ele, as conversas com o Avante vinham ocorrendo há alguns meses, embora também tenha dialogado com outras siglas antes de tomar a decisão. De acordo com o deputado, a mudança foi influenciada pela posição política adotada por ele desde o segundo turno das eleições de 2022, quando declarou apoio ao governador Jerônimo Rodrigues, do Partido dos Trabalhadores, mesmo tendo sido eleito pelo PL. “Primeiro porque, apesar de ter sido eleito pelo PL, eu apoiei o governador Jerônimo nas eleições de 2022 e participo da base de apoio do Executivo durante todo o meu mandato. Nada mais justo do que procurar abrigo num partido da base”, afirmou. O deputado também destacou as conversas que manteve com o presidente do Avante na Bahia, Ronaldo Carletto, e com o deputado federal Neto Carletto, ambos filiados à legenda. “Resolvi me engajar nesse projeto com eles. Ronaldo Carletto tem conduzido muito bem o partido, que saiu das urnas em 2024 com mais de 60 prefeitos, dando um verdadeiro salto e se consolidando como um dos maiores partidos da Bahia. É um político sério e comprometido com a Bahia e o Brasil”, declarou o parlamentar.
O deputado estadual Hilton Coelho (PSOL) apresentou na Assembleia Legislativa da Bahia uma indicação ao governador Jerônimo Rodrigues para criação da chamada Licença Maria da Penha para servidoras públicas estaduais vítimas de violência doméstica. A proposta sugere que o benefício seja incluído na Lei nº 6.667/1994 e permita que funcionárias públicas se afastem temporariamente do trabalho, sem perda salarial, para reorganizar a vida e buscar proteção. De acordo com o texto, o afastamento poderá ser de até 15 dias consecutivos, com possibilidade de prorrogação por igual período. Para solicitar a licença, a servidora deverá apresentar medida protetiva ou boletim de ocorrência, garantindo a manutenção integral da remuneração durante o período. Segundo Hilton Coelho, a iniciativa busca responder à realidade enfrentada por mulheres que continuam vivendo sob ameaças mesmo após registrarem denúncias de violência. “A violência doméstica não termina quando a mulher sai de casa para trabalhar. Muitas continuam vivendo sob ameaça, medo e pressão psicológica. Nenhuma mulher pode ser obrigada a escolher entre proteger a própria vida ou preservar seu emprego”, afirmou o parlamentar. A proposta tem inspiração em iniciativas semelhantes discutidas em outras esferas do poder público e busca ampliar a rede de proteção institucional às vítimas de violência de gênero. Dados recentes reforçam a gravidade do problema. Entre janeiro e agosto de 2025, a Bahia registrou mais de 14 mil casos de violência contra mulheres. Em todo o país, o serviço Ligue 180 contabilizou cerca de 86 mil denúncias de violência contra mulheres no mesmo ano. Para o deputado, ampliar os mecanismos de proteção é fundamental para enfrentar o problema. Ele também argumenta que muitas mulheres permanecem em relações abusivas por dependência econômica ou medo de perder o emprego. “O Estado tem responsabilidade de enfrentar a violência de gênero. Criar a Licença Maria da Penha é transformar proteção em política pública concreta”, declarou.
O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que a comissão não foi responsável pelo vazamento de supostas mensagens envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro. A declaração foi publicada pelo senador nas redes sociais nesta sexta-feira (06). Na mensagem, ele afirmou que a comissão atuou dentro das normas legais e pediu que seja investigada a origem das informações divulgadas. “A CPMI sempre atuou dentro dos limites legais e regimentais. Por isso, é fundamental esclarecer de onde surgiu a informação de que esse conteúdo teria sido divulgado pela comissão. Antes de atribuir essa responsabilidade ao Parlamento, é preciso identificar com precisão a origem desses documentos”, escreveu o parlamentar. A manifestação ocorreu após o ministro André Mendonça determinar a abertura de inquérito para apurar o vazamento de dados sigilosos de Vorcaro que teriam sido obtidos pela comissão. O gabinete de Alexandre de Moraes também divulgou nota negando que tenha havido troca de mensagens entre o ministro e o banqueiro. A suposta conversa foi divulgada em reportagem do jornal O Globo. Segundo a publicação, o diálogo teria ocorrido no dia 17 de novembro de 2025, quando Daniel Vorcaro foi preso pela primeira vez durante a Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal.
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O ex-ministro da Cidadania e presidente do PL na Bahia, João Roma, criticou a atuação de governos do Partido dos Trabalhadores diante da crise que afeta a cacauicultura no sul da Bahia. A declaração foi feita durante um encontro realizado em Ipiaú para discutir os impactos enfrentados por produtores rurais da região. O evento reuniu lideranças políticas, representantes de cerca de 35 municípios, produtores e entidades ligadas ao setor agrícola. Durante a reunião, Roma afirmou que a situação enfrentada pelos produtores é resultado de anos de falta de prioridade para o setor. Segundo ele, os governos petistas não deram o apoio necessário à atividade agrícola no estado. “Infelizmente, nunca houve boa vontade dos governos do PT em apoiar de verdade os produtores rurais da Bahia. O que estamos vendo hoje é o resultado de anos de descaso com uma atividade que é fundamental para a economia do sul do estado”, afirmou. O ex-ministro também disse que os produtores enfrentam dificuldades para manter a produção e citou problemas como acesso limitado ao crédito e ausência de políticas públicas voltadas ao fortalecimento da atividade. “O produtor está sufocado. Falta acesso ao crédito, faltam políticas de incentivo e não existe sequer uma iniciativa consistente para discutir o perdão ou a renegociação das dívidas acumuladas pelos produtores”, declarou. Segundo Roma, a cacauicultura tem papel importante na economia do sul da Bahia, com impacto na geração de empregos e na renda de famílias que dependem da atividade. Ele afirmou ainda que o encontro em Ipiaú teve como objetivo dar visibilidade às dificuldades enfrentadas pelo setor e reunir lideranças interessadas em discutir soluções para a cadeia produtiva do cacau.
Um levantamento realizado pela Séculus Análise e Pesquisa, sob encomenda do Bahia Notícias, aponta vantagem de ACM Neto na corrida pelo governo da Bahia em 2026. No cenário estimulado, o ex-prefeito de Salvador registra 48,28% das intenções de voto, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues aparece com 31,15%. A sondagem também incluiu os nomes de José Carlos Aleluia, que alcançou 0,65%, e Ronaldo Mansur, com 0,52%. Entre os entrevistados, 9,93% afirmaram não saber ou preferiram não opinar, e 9,47% declararam intenção de votar branco, nulo ou em nenhum dos candidatos apresentados. O estudo ouviu 1.535 eleitores em 72 municípios baianos. Este é o primeiro levantamento da Séculus em 2026 sobre o cenário eleitoral estadual. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BA-09740/2026, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. Não foram projetados cenários de segundo turno, considerando a diferença entre os dois primeiros colocados e os demais concorrentes. No quesito rejeição, Jerônimo Rodrigues aparece com 37,96% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de forma alguma. ACM Neto registra 22,65% nesse indicador. José Carlos Aleluia soma 5,71% de rejeição, enquanto Ronaldo Mansur aparece com 6,42%. Nesse item, 14,99% não souberam ou não responderam, e 12,26% optaram por nenhum, branco ou nulo.
O presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, afirmou que o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União) demonstrou interesse em dialogar com o senador Flávio Bolsonaro. A declaração foi feita durante entrevista exibida neste domingo (1º) no programa Canal Livre, da Band. Durante a entrevista, Valdemar comentou sobre articulações políticas envolvendo lideranças da oposição e destacou a possibilidade de conversas entre ACM Neto e Flávio Bolsonaro como parte das movimentações para o próximo ciclo eleitoral. O dirigente partidário também avaliou o cenário político na Bahia e projetou crescimento da oposição no estado nas próximas eleições. Segundo ele, o grupo trabalha com a expectativa de conquistar uma das cadeiras baianas no Senado Federal. A entrevista integrou o debate sobre alianças e estratégias partidárias com foco nas disputas eleitorais que se aproximam, especialmente no âmbito estadual e nacional.
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), encaminhou a contratação do marqueteiro João Santana para integrar a equipe de sua campanha ao governo da Bahia. A formalização do contrato está prevista para ocorrer ainda nesta semana. A informação foi divulgada na sexta-feira (27) pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo. De acordo com a publicação, Santana deverá acompanhar integralmente a campanha estadual, sendo esta a única disputa eleitoral em que atuará de forma completa neste ano. João Santana é conhecido por ter comandado campanhas presidenciais de Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Ciro Gomes. A atuação em campanhas nacionais projetou o publicitário no cenário político-eleitoral brasileiro. Além da participação na disputa pelo governo da Bahia, o marqueteiro também está envolvido em novo empreendimento. Em janeiro, lançou a “Casa Virtual de Campanha”, iniciativa apresentada como uma plataforma baseada em inteligência artificial voltada ao suporte de todas as etapas de campanhas políticas. A ferramenta é destinada a candidatos, profissionais de marketing político e assessores. Com a definição do nome responsável pela estratégia de comunicação, a campanha de ACM Neto avança na organização da estrutura para a disputa eleitoral no estado.