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Três estudantes do Colégio Estadual Luís Prisco Viana, em Lagoa Real, desenvolveram uma estufa agrícola automatizada voltada ao atendimento de agricultores familiares do semiárido baiano. O projeto foi criado por Mayara Cardoso, Letícia Guanaes e Karllos Avelar, sob orientação da professora Izis Pollyanna, e reúne soluções tecnológicas acessíveis ao pequeno produtor. As informações são da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Bahia. O protótipo utiliza adubação verde e incorpora um sistema de automação controlado por aplicativo, baseado em um software que realiza ajustes de forma inteligente. Karllos explica que, ao contrário dos modelos tradicionais, que dependem de manejo manual, o mecanismo automatizado reduz intervenções e melhora a eficiência produtiva. A proposta também busca minimizar os efeitos das variações climáticas e da salinidade do solo, condições que dificultam a agricultura no semiárido. Segundo Mayara, o equipamento contará com um banco de dados que reúne orientações específicas para diferentes culturas, facilitando o trabalho de agricultores com pouca experiência técnica. O desenvolvimento da estufa recebeu destaque no Bahia Tech Experience, maior evento de inovação do estado, promovido pela Secti em parceria com o Sebrae. A repercussão abriu portas para novas oportunidades, e os estudantes pretendem patentear a tecnologia e criar uma startup para expandir o projeto. Letícia relata que universidades e institutos já demonstraram interesse em parcerias para continuidade das pesquisas. Para a professora Izis Pollyanna, iniciativas como essa fortalecem a educação científica e contribuem para o desenvolvimento regional, estimulando autonomia, pensamento crítico e a capacidade dos jovens de solucionar problemas reais da comunidade.
Na manhã deste sábado (18), por volta das 10h30, a guarnição do TOR (Tático Ostensivo Rodoviário) da CIPRv/Brumado apreendeu um veículo com sinais de adulteração durante uma operação de fiscalização na BR-030, Km 300, no trecho de Lagoa Real (Pancadão). O veículo, um VW/8 150 de cor branca, ostentava a placa CLU-7026, de São Paulo/SP, que, segundo o sistema SENATRAN, estava em situação regular. No entanto, os policiais notaram inconsistências no padrão da placa, que utilizava o modelo Mercosul de Franca/SP, incompatível com o modelo antigo do caminhão. Ao aprofundar a verificação, os agentes constataram que o Número de Identificação do Veículo (NIV) e a numeração do motor apresentavam sinais de adulteração, com marcas de uso de instrumento abrasivo nas áreas de gravação do chassi. Além disso, o tacógrafo instalado no veículo não possuía identificação e não pertencia ao caminhão abordado. O condutor, um homem de 51 anos, informou ter comprado o veículo há seis anos de um desconhecido e nunca realizou o emplacamento. No entanto, o sistema SENATRAN indicava que o veículo estava registrado e em situação legal, levantando suspeitas sobre a autenticidade dos documentos e da procedência do automóvel. Diante das evidências, o veículo e o condutor foram encaminhados à Delegacia de Polícia de Caetité para a adoção das medidas legais cabíveis.
Preocupados com o aumento de casos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, como dengue, zika e chikungunya, estudantes do Colégio Estadual Luís Prisco Viana, em Lagoa Real, no sudoeste da Bahia, criaram um repelente natural à base de citronela, cravo-da-índia, alecrim e hortelã-pimenta. O projeto foi idealizado pelos estudantes Maria Agnes, Ana Júlia Castro, Lucas Wendel, Samilly Fernandes e Yasmin Aguiar, sob a orientação de Murillo dos Santos e coorientação de Izis Pollyanna Teixeira. Segundo Maria Agnes, as plantas foram selecionadas por suas propriedades repelentes. “A citronela é amplamente conhecida por seu efeito contra mosquitos. O cravo-da-índia contém eugenol, com forte efeito repelente. Já o alecrim e a hortelã-pimenta foram escolhidos tanto por suas propriedades repelentes quanto pelo aroma agradável”, explicou. O repelente passou por testes em ambientes controlados e reais, além de análises de pH, que comprovaram sua segurança para uso na pele humana. Com apoio da Secretaria da Educação (SEC), os estudantes planejam ampliar a produção para atender comunidades vulneráveis às doenças transmitidas por mosquitos. “Nosso objetivo é não apenas aumentar a escala de produção, mas também explorar outras plantas com potencial repelente para criar uma linha de produtos naturais acessíveis e seguros”, afirmaram os jovens pesquisadores.
Uma operação conjunta das Polícias Civis da Bahia e Goiás resultou na prisão de Alex Alves Tinoco Morais, de 33 anos, na cidade de Lagoa Real, na sexta-feira (12). Alex, natural de Ceres (GO), é acusado de liderar uma organização criminosa com atuação nacional em falsificações, roubo de carga, receptação e estelionato. Segundo informações da 22ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin) ao site Achei Sudoeste, Alex Morais apresentou documentação falsa no momento da prisão, o que levou ao registro de um boletim de ocorrência e a um auto de prisão em flagrante. Contra ele, havia quatro mandados de prisão em aberto. O investigado já foi preso em outras ocasiões nos estados do Rio Grande do Norte, Goiás e Paraíba. A Polícia Civil informou que, além de Alex, sua esposa e sua mãe também foram presas em operações anteriores. A unidade prisional para onde Tinoco foi conduzido não foi divulgada pelas autoridades.
Os vereadores da cidade de Lagoa Real, localizada no sudoeste da Bahia, anunciaram a decisão de instaurar uma Comissão de Investigação Processante (CIP) para apurar uma denúncia contra o prefeito Pedro Cardoso Castro (MDB) e o presidente da Câmara, Ancelmo Pessoa Ferreira, também do MDB. As informações são do Folha do Vale. Segundo o vereador Santo Batista de Almeida, conhecido como Santão (PSD), existem fortes indícios de que a prefeitura teria realizado pagamentos no valor de R$ 347 mil para empresas "laranjas", supostamente de propriedade do presidente da Câmara. Santão destacou que um dos supostos proprietários de uma das empresas citadas nas denúncias é uma pessoa humilde, que trabalha como diarista. Ele mencionou que empresas de transporte, material de construção e postos de combustíveis estariam envolvidas nas alegações. O vereador apontou a existência de notas fiscais emitidas com valores exorbitantes em nome de empresas que, segundo ele, nunca prestaram serviços ou realizaram obras no município. Ele ressaltou que a maioria dos membros da Câmara Municipal está a favor da investigação das denúncias. "Já estamos com os contratos em mãos e na sexta-feira vamos apresentar o pedido de requerimento para a abertura da CPI e a formação da comissão", afirmou Santão.
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