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Uma criança de 8 anos morreu nesta quinta-feira (4) em Livramento de Nossa Senhora, no sudoeste baiano. O menino foi identificado como Davi Lucas Mesquita Bonfim e estudava na Escola Municipal Paulo Roberto Lessa Pereira, localizada na comunidade de Lagoa Nova, na zona rural do município. De acordo com informações preliminares, a morte teria ocorrido em decorrência de uma infecção generalizada. A Prefeitura de Livramento divulgou nota manifestando solidariedade à família e lamentando a perda do estudante. A direção da escola também prestou condolências e destacou que Davi era um aluno participativo e dedicado às atividades da instituição.
A ex-apresentadora e modelo Ione Borges morreu nesta segunda-feira, 24, aos 73 anos, em São Paulo. A causa da morte não foi divulgada. A informação foi confirmada pela Fundação Cásper Líbero, que lamentou a perda da comunicadora. Ione foi um dos principais nomes da TV Gazeta, onde construiu uma trajetória de mais de três décadas. Ela ganhou projeção nacional ao comandar o programa Mulheres ao lado de Claudete Troiano nas décadas de 1980 e 1990, período em que se consolidou como um dos rostos mais reconhecidos da televisão feminina no país. Também apresentou atrações como Pra Você e Manhã Gazeta, ampliando sua presença nos programas de variedades. A Fundação Cásper Líbero destacou o legado da apresentadora, lembrada como ícone da televisão brasileira e figura marcante na história da TV Gazeta. Ex-colega de apresentação, Claudete Troiano afirmou nas redes sociais que a parceria entre as duas atravessou gerações e marcou a vida de muitos telespectadores. O velório de Ione Borges está marcado para o Funeral Velar Morumbi, na zona sul de São Paulo, das 16h às 20h desta segunda-feira.
O reggae perdeu um de seus maiores representantes nesta segunda-feira (24). O cantor, compositor e ator jamaicano Jimmy Cliff morreu aos 81 anos. Considerado uma das figuras centrais da música jamaicana, ele ganhou projeção ainda jovem e se tornou um dos principais responsáveis por levar o reggae ao cenário internacional. Nascido na Jamaica, o artista começou a cantar na adolescência e se destacou pela voz marcante e pela forma como incorporava elementos da cultura de seu país em suas composições. Ao longo da carreira, consolidou-se como um dos nomes mais influentes do gênero, reunindo sucessos que atravessaram gerações. Entre seus trabalhos mais reconhecidos está o filme The Harder They Come, lançado em 1972, no qual atuou e interpretou músicas que ampliaram o alcance do reggae no exterior. O projeto se tornou um marco cultural ao apresentar a música jamaicana para públicos de diversos países. O artista lançou álbuns e canções que se tornaram referências no reggae, entre elas Reggae Night e Many Rivers to Cross, que seguem entre as mais lembradas por fãs e músicos do gênero. Sua discografia inclui trabalhos de destaque, como o álbum The Power and the Glory. A morte foi confirmada pela esposa do cantor, Latifa, que informou que ele sofreu uma convulsão seguida de pneumonia. A família destacou o reconhecimento do artista e o vínculo que manteve com o público ao longo de décadas de carreira, marcado por apresentações, gravações e contribuições para a cultura jamaicana.
O militante histórico do Partido dos Trabalhadores (PT) em Livramento de Nossa Senhora, Francisco Aguiar Rocha, conhecido como Chiquinho do PT, faleceu na noite deste sábado (15), aos 64 anos, em Extrema, Minas Gerais, onde estava em tratamento de saúde. Segundo informações repassadas ao Blog Sudoeste, Chiquinho sentiu-se mal na sexta-feira (14), foi atendido em uma unidade hospitalar e liberado após avaliação médica. Neste sábado, retornou para a realização de hemodiálise, voltou para casa e, por volta das 19h15, sofreu um infarto, não resistindo. Ele morreu na residência onde estava acompanhado da esposa.
Chiquinho do PT era considerado uma das figuras mais influentes da militância petista em Livramento de Nossa Senhora, no sudoeste baiano. Ao longo de décadas, atuou em campanhas eleitorais, na organização partidária e no diálogo com movimentos sociais, tornando-se referência interna pela dedicação à legenda. Ele deixa esposa e três filhos. Informações sobre velório e sepultamento ainda não foram divulgadas pela família.
Morreu na madrugada desta segunda-feira (29), aos 63 anos, o jornalista e apresentador da ESPN Paulo Soares, conhecido como Amigão. Ele enfrentava problemas renais e havia retornado à UTI na última semana devido a complicações nos rins. No sábado (27), apresentou hemorragia no estômago. Segundo o colega Alex Tseng, Paulo estava internado há alguns meses por problemas na coluna e acabou tendo falência múltipla dos órgãos. O velório será realizado nesta segunda-feira, das 13h às 17h, no Funeral Home, na Bela Vista, centro de São Paulo. Amigos e companheiros de emissora prestaram homenagens nas redes sociais.
Amigão dividiu por cerca de 20 anos a bancada do SportsCenter com Antero Greco, falecido em 2024. Em maio daquele ano, Paulo escreveu uma carta emocionante se despedindo do colega. Ao longo de sua trajetória na ESPN, ele narrou campeonatos italianos, ingleses, franceses, espanhóis, brasileiros, Copas do Mundo, Olimpíadas e cerca de 20 Champions League, além de ter visitado mais de 50 países. Em entrevista em 2019, ao celebrar 18 anos à frente do SportsCenter, Amigão destacou que as três maiores conquistas de sua carreira foram o programa, a variedade das narrações esportivas e a habilidade de obter informações em tempos sem internet. Ao completar mais de 30 anos na ESPN, consolidou-se como referência do jornalismo esportivo brasileiro.
Morreu nesta segunda-feira (8), aos 75 anos, a cantora Angela Ro Ro. A artista estava internada desde julho, quando passou por uma traqueostomia, e faleceu após sofrer uma parada cardíaca durante um procedimento cirúrgico. A notícia foi confirmada por Laninha Braga, ex-namorada que cuidava da cantora, e pelo produtor Paulinho Lima, amigo de longa data. Angela havia recorrido às redes sociais meses antes, pedindo ajuda financeira em razão de seus problemas de saúde. “Sem perspectiva de alta ou cura para trabalhar, humildemente peço ajuda a vocês”, escreveu à época. Nascida no Rio de Janeiro, em 5 de dezembro de 1949, Angela Maria Diniz Gonsalves ganhou o apelido Ro Ro ainda na infância, devido à voz rouca e grave. Nos anos 1970, viveu na Itália e em Londres, trabalhando em diversas funções antes de seguir sua trajetória na música. Apadrinhada por Glauber Rocha, gravou participação no álbum “Transa”, de Caetano Veloso, em 1971, e passou a se apresentar em casas noturnas no Rio de Janeiro. Seu primeiro álbum, lançado em 1979, trouxe composições próprias que se tornaram marcos na sua carreira. Seguiram-se sucessos como “Só nos resta viver” (1980), “Escândalo!” (1981), “A vida é mesmo assim” (1984) e “Eu desatino” (1985). Nos anos 1990 e 2000, enfrentou problemas pessoais, mas retornou com força ao cenário musical com o disco “Acertei no milênio” (2000), produzido em meio a um processo de mudança de hábitos e superação. Além da trajetória musical, destacou-se como apresentadora no talk-show “Escândalo”, exibido no Canal Brasil entre 2004 e 2005. Em seguida, lançou o álbum “Compasso” (2006) e um registro ao vivo no Circo Voador. Nos últimos anos, lançou “Feliz da vida!” (2013), foi homenageada na coletânea “Coitadinha bem feita” e gravou o disco “Selvagem” (2017), o último de sua carreira. Angela Ro Ro deixa sua marca como uma das vozes mais autênticas e potentes da música brasileira, reconhecida por seu estilo único e pelos sucessos que atravessaram gerações.
Livramento de Nossa Senhora se despede de Carlos Herrisson Spínola, conhecido como 'Seu Carrim da Máquina', que faleceu nesta quarta-feira (27), aos 97 anos. Ele era pai da ex-primeira-dama do município, Suzete Spínola. O corpo está sendo velado na residência localizada na Praça 06 de Outubro, nº 40. A celebração de corpo presente será realizada nesta quinta-feira (28), às 8h. Logo em seguida, o sepultamento acontecerá no Cemitério Campo Santo.
Familiares, amigos e moradores de Livramento lamentaram a perda e prestam homenagens a Seu Carrim, figura bastante conhecida e respeitada na comunidade.
O cantor e compositor Arlindo Cruz morreu nesta sexta-feira (8), aos 66 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela esposa do artista, Babi Cruz. Ele enfrentava complicações de saúde desde que sofreu um acidente vascular cerebral hemorrágico, em março de 2017. Desde o AVC, Arlindo ficou cerca de um ano e meio internado e passou por sucessivas internações, lidando com as sequelas da doença. Desde então, não se apresentava mais em público.
Nascido em 14 de setembro de 1958, no Rio de Janeiro, Arlindo Domingos da Cruz Filho se destacou como um dos maiores nomes do samba no Brasil. Além de cantar e compor, ficou conhecido por sua habilidade no cavaquinho e no banjo, instrumentos que começou a tocar ainda na infância. Na juventude, estudou teoria musical e violão clássico, e iniciou a trajetória profissional em rodas de samba ao lado de nomes como Candeia, considerado seu padrinho musical. Com o incentivo dele, Arlindo gravou seus primeiros discos em estúdio.
Após um período em Minas Gerais, onde participou de festivais, voltou ao Rio e passou a frequentar o Cacique de Ramos. Lá, consolidou parcerias com artistas como Zeca Pagodinho e Sombrinha. Suas composições começaram a ser gravadas por intérpretes consagrados, entre eles Beth Carvalho e Alcione. Arlindo integrou o grupo Fundo de Quintal por 12 anos, substituindo Jorge Aragão. Nesse período, gravou sucessos como “Seja Sambista Também”, “Só Pra Contrariar” e “O Mapa da Mina”. Deixou o grupo em 1993 e passou a se dedicar à carreira solo.
Segundo seu site oficial, Arlindo Cruz teve mais de 550 músicas gravadas por diversos artistas. Entre os que mais interpretaram suas composições estão Zeca Pagodinho e Beth Carvalho. Ele também teve destaque nas disputas de samba-enredo, especialmente pelo Império Serrano, escola da qual era torcedor declarado. Foi homenageado pela agremiação em 2023. Além de CDs e DVDs solo, lançou registros ao vivo com participações especiais de nomes como Alcione, Caetano Veloso e Zeca Pagodinho. Em 2009, lançou o DVD “Arlindo Cruz MTV Ao Vivo” e seguiu com novos trabalhos na década seguinte.
Em uma das últimas aparições na TV, participou do programa “É Gol!!!”, da SporTV, onde cantou sucessos e falou sobre o amor pelo Flamengo, seu time de coração.
O piloto Per Cunha, de 36 anos, morreu neste sábado (2) após sofrer um acidente durante o treino classificatório para a etapa de Curvelo (MG) do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, na categoria Mottu Endurance. O acidente ocorreu por volta das 11h51, na curva 7 do Circuito dos Cristais. De acordo com a organização da competição, o Moto1000GP, o piloto recebeu atendimento ainda no local e foi encaminhado ao Hospital Imaculada Conceição, em Curvelo. No entanto, ele não resistiu e teve a morte confirmada às 13h05.
Embora a causa oficial da morte não tenha sido divulgada, há suspeita de que o piloto tenha sofrido um mal súbito enquanto participava do treino. Diante da tragédia, todos os eventos previstos para o fim de semana no Campeonato Brasileiro de Motovelocidade foram cancelados. A decisão foi tomada em conjunto com patrocinadores, chefes de equipe e pilotos.
A morte de Per Cunha gerou comoção no meio esportivo, e a organização do campeonato lamentou profundamente o ocorrido, prestando solidariedade à família e aos amigos do piloto.
Um grave acidente ocorrido na manhã desta quinta-feira (31) resultou na morte de duas pessoas na rodovia BA-148, no trecho que liga os municípios de Livramento de Nossa Senhora e Brumado, no sudoeste da Bahia. A colisão envolveu duas motocicletas conduzidas por Maurício Pinto Matos, natural do Espírito Santo, e Iraci Aparecida Moura Bitencourt Pires, irmã do vereador Vitalmir Moura, de Livramento de Nossa Senhora. Ambos morreram ainda no local do impacto. As circunstâncias da colisão ainda não foram esclarecidas. Por se tratar de uma rodovia estadual, a Polícia Rodoviária Estadual esteve presente realizando os procedimentos necessários, assim como policiais da 46ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), Polícia Técnica e o Departamento de Polícia Técnica (DPT).
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e, ao chegar, constatou os óbitos das vítimas. A Polícia Técnica realizou os procedimentos de perícia para apurar as causas do acidente, que ainda seguem em investigação pelas autoridades competentes. Os corpos das vítimas foram removidos para o Departamento de Polícia Técnica de Brumado, onde passarão por exames necroscópicos. A Câmara de Vereadores e a Prefeitura de Livramento de Nossa Senhora manifestaram profundo pesar pelas perdas e se solidarizaram com familiares e amigos.
A cantora Preta Gil faleceu na noite deste domingo (20), na cidade de Washington, nos Estados Unidos, onde estava em busca de um tratamento experimental contra o câncer colorretal. A artista, de 50 anos, enfrentava a doença há mais de um ano e vinha realizando uma série de procedimentos médicos com o objetivo de controlar o avanço do tumor. Desde o diagnóstico, Preta passou por diversas cirurgias e complicações, incluindo uma parada cardíaca durante um dos procedimentos, o que exigiu atenção redobrada das equipes médicas. Mesmo diante de tantas adversidades, a cantora demonstrou força e conseguiu se recuperar de situações críticas ao longo da jornada.
Nos últimos dias, entretanto, seu quadro clínico se agravou significativamente. Familiares relataram que a cantora estava debilitada, com queda de resistência e sintomas intensificados devido à progressão da doença. O câncer, segundo informações preliminares, se espalhou de maneira agressiva, comprometendo outras áreas do organismo. A notícia da morte de Preta Gil provocou uma comoção nacional. Reconhecida pela sua carreira musical, carisma e luta pública contra o câncer, a cantora era acompanhada de perto por fãs e admiradores, que demonstravam apoio constante nas redes sociais e em manifestações públicas.
Detalhes sobre o velório, translado do corpo e homenagens oficiais ainda não foram divulgados pela família, que pede respeito e privacidade neste momento de profunda dor.
Faleceu na noite da última terça-feira (15), aos 65 anos, o ex-zagueiro Wagner Basílio, em decorrência de complicações renais. O ex-jogador travava uma batalha contra problemas nos rins desde 2019 e fazia hemodiálise, chegando a conviver com apenas 25% da função renal. Em 2021, realizou um transplante de rim, o que lhe permitiu viver mais quatro anos e cinco meses. Revelado pelo Corinthians em 1977, Wagner teve uma carreira de destaque no futebol brasileiro. Atuou por oito temporadas no clube paulista, acumulando mais de 50 partidas. Viveu seu melhor momento no São Paulo, entre 1986 e 1987, onde foi campeão brasileiro e marcou quatro gols, jogando ao lado de nomes como Careca, Muller e Raí.
O zagueiro também teve passagens pelo Coritiba, Sport e encerrou sua carreira profissional no Bahia, clube que defendeu entre 1989 e 1992. Pelo Tricolor Baiano, participou de várias partidas como titular da defesa e marcou três gols, integrando elencos que se destacaram no início da década de 1990. Na Seleção Brasileira, Wagner fez parte da equipe que disputou os Jogos Pan-Americanos de 1979, em San Juan, Porto Rico. Na final, foi um dos destaques ao marcar um dos gols na vitória sobre Cuba, que garantiu o ouro para o Brasil.
Após pendurar as chuteiras, tentou seguir carreira como técnico. Em 2017, chegou a ser apresentado como coordenador técnico do Humaitá, clube do interior do Amazonas. O projeto, porém, foi interrompido por falta de estrutura. Quando recebeu a notícia de um rim compatível em 2020, precisou adiar o transplante devido à recuperação de um cateterismo. Só no ano seguinte conseguiu passar pela cirurgia, realizada no Hospital do Rim, em São Paulo.
Durante sua trajetória, Wagner Basílio dividiu campo com grandes nomes do futebol nacional, como Sócrates, Neto, Dunga, Ramon Menezes e Marcelo Ramos.