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Um incêndio atingiu uma garagem de ônibus, no domingo (30) na BR-116, em trecho próximo a estação rodoviária de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. Segundo o Corpo de Bombeiros, as chamas foram controladas após cinco horas e destruíram 85 veículos. Ninguém ficou ferido. De acordo com o Corpo de Bombeiros, sete caminhões-pipa da prefeitura da cidade deram apoio da ocorrência. Vinte e cinco ônibus foram preservados. Moradores relataram aos bombeiros que o incêndio teria iniciado na vegetação no terreno onde fica alguns caminhões estacionados. Esses veículos não foram atingidos pelas chamas. Os trabalhos de combate às chamas foram feitos por equipes do 7° Grupamento de Bombeiros Militares de Vitória da Conquista. O Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBM-BA) informou que, em caso de princípio de incêndio, as pessoas devem se abrigar em um local seguro. Em seguida, a corporação deve ser acionada através da central 193.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, determinou na noite desta segunda-feira (31) que a Polícia Rodoviária Federal e as polícias militares dos estados tomem ações imediatas para desobstrução de vias ocupadas ilegalmente. Moraes atendeu a um pedido da Confederação Nacional dos Transportes e do vice-procurador geral eleitoral. Manifestantes ocuparam trechos de rodovias em estados do país nesta segunda em protesto contra a derrota do presidente Jair Bolsonaro na eleição. "Que sejam imediatamente tomadas, pela Polícia Rodoviária Federal e pelas respectivas polícias militares estaduais – no âmbito de suas atribuições – , todas as medidas necessárias e suficientes, a critério das autoridades responsáveis do poder executivo federal e dos poderes executivos estaduais, para a imediata desobstrução de todas as vias públicas que, ilicitamente, estejam com seu trânsito interrompido", escreveu Moraes. O ministro também estipulou para o diretor da PRF, Silvinei Vasques, em caso de descumprimento da ordem, multa de R$ 100 mil por hora e eventual afastamento do cargo.
O Prefeito de Ituaçu, Phellipe Brito (PSD) e uma grande multidão comemoraram na noite desse domingo (30) a vitória de Jerônimo e Lula, candidatos apoiados pela sua gestão. As comemorações ocorrem pela as ruas e no centro da cidade, e reuniu vários de apoiadores do PT. Em Ituaçu, Jerônimo obteve 7.434 votos (62,21 %) dos votos válidos. ACM Neto conquistou 4.516 (37,79 %). A frente de Jerônimo para Neto em Ituaçu, na Chapada Diamantina, foi de 2.918 votos. Já na disputa presidencial, o candidato Lula arrastou 8.482 (71,05 %) dos votos válidos, enquanto Bolsonaro teve 3.456 (28,95%). A frente de Lula para Bolsonaro foi de exatos 5.026 votos. O prefeito Phellipe Brito acredita que com a vitória de Jerônimo (governador) e Lula (presidente), o município de Ituaçu continue avançando em desenvolvimento. “Estou muito satisfeito com a votação que nosso grupo político teve em Ituaçu. Uma votação expressiva após os deputados que apoiamos, deputado estadual, Marquinho Viana, o deputado federal, Paulo Magalhães. Ituaçu deu a maior proporção de votos para esses deputados. O senador Alencar também e agora no segundo turno, melhorando ainda mais a votação para Jerônimo e pra Lula. Então o povo de Ituaçu reconheceu o trabalho, reconheceu que nós, juntamente com o governador Rui Costa, temos melhorado a vida do povo de Ituaçu. E reafirmamos o compromisso com o povo de continuar trabalhando dia a dia para o povo. Pois essa é a nossa missão, está na gestam pública para levar o bem ao povo, levar o bem-estar e melhorar sempre a qualidade de vida do povo de Ituaçu. A minha palavra é gratidão a todos que acreditaram no nosso trabalho“. Completa Brito, em entrevista ao site Vinny Publicidade.
A primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (31) que ela e o presidente Jair Bolsonaro (PL) seguem “firmes, unidos, crendo em Deus e crendo no melhor para o Brasil”. O pronunciamento vem após ela e o marido supostamente deixarem de se seguir nas redes sociais, o que causou burburinho na internet. “Esclarecendo a matéria de hoje sobre o meu marido ter deixado de me seguir em seu Instagram, conforme o Jair explicou em várias ‘lives’ quem administra essa rede não é ele”, escreveu ela nos stories do Instagram. E seguiu: “Eu e meu esposo seguimos firmes, unidos, crendo em Deus e crendo no melhor para o Brasil. Estaremos sempre juntos, nos amando ‘na alegria e na tristeza…’. Que Deus abençoe a nossa amada nação”. Antes de se pronunciar sobre o suposto unfollow, Michelle publicou um trecho da Bíblia, em sua primeira manifestação após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Salmos 117: Louvai ao senhor todas as nações, louvai-o todos os povos. Porque a sua benignidade é grande para conosco, e a verdade do Senhor dura para sempre. Louvai ao Senhor”, afirmou a primeira-dama. No dia seguinte à derrota nas eleições, o presidente Bolsonaro deixou por volta das 9h30 desta segunda o Palácio da Alvorada e se dirigiu para o Palácio do Planalto. Ele ainda não deu declarações. Pela manhã, chegaram logo cedo ao Alvorada o seu filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o ajudante de ordens, tenente-coronel Mauro Cid e o vice em sua chapa, general Walter Braga Netto. No domingo (30), após a vitória de Lula, aliados do presidente disseram não haver clima para contestação do pleito, apesar de o atual presidente ter passado o mandato lançando dúvidas sobre o sistema eleitoral brasileiro e já ter ameaçado anteriormente não reconhecer o resultado das eleições. O ajudante de ordem do presidente, Mauro Cesar Cid, avisou à noite a ministros do governo que tentaram falar com Bolsonaro que ele havia ido dormir. Logo depois, às 22h06, as luzes do Palácio da Alvorada foram apagadas.
O presidente do PL na Bahia e deputado estadual eleito, Vitor Azevedo, declarou, nesta segunda-feira (31), apoio à candidatura à reeleição do deputado estadual Adolfo Menezes (PSD) à Presidência da Assembleia Legislativa. O bolsonarista disse que já vinha conversando com o pessedista, mas que somente declararia apoio após o segundo turno das eleições. “Esse apoio é apenas individual”, salientou o presidente do PL, que elegeu uma bancada com quatro parlamentares para a próxima legislatura. “Já vinha conversando com Adolfo há algum tempo, mas disse que somente declararia apoio após a realização do segundo turno”, disse Azevedo.
Os seis deputados do PP que integrarão a bancada na sigla na Assembleia Legislativa da Bahia declararam, no final da tarde desta segunda-feira (31), que apoiarão o deputado Adolfo Menezes (PSD) na candidatura à reeleição à Presidência da Casa. Os deputados Niltinho e Felipe Duarte já haviam anunciado apoio ao pessedista anteriormente. “Fizemos uma reunião da bancada do PP, com os deputados eleitos e com os de mandato, e definimos apoiar Adolfo. Isso significa reconhecimento ao trabalho que vem sendo feito pelo atual presidente, independente de qualquer relação com o governo. Essa declaração do PP trata de uma relação do legislativo, em relação ao trabalho do presidente”, disse o líder do PP na Assembleia, Eduardo Sales. Salles, Niltinho, Nelson Leal, Hassan de Zé Cocá e Antônio Henrique estiveram presentes à reunião com Menezes – Felipe Duarte, que já havia anunciado apoio à reeleição do pessedista, ausentou-se por precisar acompanhar a filha em um procedimento. “Perdemos a eleição para governador com o nosso candidato ACM Neto, mas essa era uma posição já definida desde antes das eleições”, destacou Eduardo Salles. “O conjunto dos parlamentares do Progressistas da atual legislatura e os eleitos para a próxima decidiu, de forma conjunta e unânime, votar pela reeleição de Adolfo Menezes para presidente da Assembleia Legislativa no biênio 23-24 por entender que ele tem feito um excelente trabalho na Casa”, explicou Eduardo Salles. “Evidentemente respeitamos o resultado das urnas e desejamos toda a sorte ao próximo governador. Temos um longo histórico de serviços prestados à Bahia e posso garantir que a bancada do Progressistas jamais será empecilho para aprovar qualquer projeto necessário para o desenvolvimento dos baianos”, completou o parlamentar.
Após os impactos econômicos da pandemia, o Brasil teve um salto no número de trabalhadores com renda mais baixa, de até um salário mínimo. É o que indica um levantamento do economista Bruno Imaizumi, da LCA Consultores, a partir de microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua). No segundo trimestre deste ano, o mais recente com estatísticas disponíveis, cerca de 35,6 milhões de trabalhadores (formais e informais) tinham renda de até um salário mínimo por mês (R$ 1.212). Em termos absolutos, o número representa um recorde na série histórica, iniciada em 2012. Os 35,6 milhões correspondiam a 36,6% da população ocupada com algum tipo de trabalho e com o rendimento detalhado nos microdados da Pnad (97,1 milhões). No segundo trimestre de 2019, antes da pandemia, o número de profissionais com renda de até um salário mínimo estava em 27,6 milhões (7,9 milhões a menos), o equivalente a 29,9% dos ocupados à época (92,5 milhões). O salário mínimo era de R$ 998 naquele ano. "Fica claro como ocorreu a recuperação do mercado de trabalho após o impacto da pandemia. O trabalho ficou mais barato", diz Imaizumi. "A inflação incomodou o bolso das pessoas. Em um período de incerteza elevada, muitas aceitaram empregos com menor remuneração. E a recuperação veio primeiro via informalidade", acrescenta. O levantamento aponta que o percentual de trabalhadores com renda de até um salário mínimo permaneceu acima de 30% da população ocupada ao longo de toda a crise sanitária - e ainda não mostrou grandes sinais de alívio. A maior porcentagem da série histórica foi registrada no segundo trimestre de 2020, na fase inicial da pandemia: 36,9%. À época, 30,6 milhões de um total de 82,9 milhões ganhavam até o mínimo. A Pnad é uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que retrata tanto o mercado de trabalho formal quanto o informal. Em outras palavras, abrange desde os empregos com carteira assinada e CNPJ até os populares bicos. Os microdados analisados por Imaizumi passaram por ajuste sazonal. Os informais não têm renda fixa, tampouco reajustes assegurados pela inflação. Porém, uma parte deles até pode se balizar pelo mínimo na hora de ofertar trabalho, segundo Imaizumi. "O salário mínimo atinge mais o trabalhador formal. Aquele informal que tem mais qualificação até pode se balizar pelo mínimo. Mas o menos qualificado não está pensando nisso. Há níveis diferentes de informalidade." O salário mínimo virou ponto central de debates às vésperas do segundo turno das eleições. O motivo foi a revelação por reportagem da Folha de um plano do ministro Paulo Guedes (Economia) que poderia resultar em mudanças na forma de correção do mínimo e de aposentadorias. Na prática, a medida abriria possibilidade de o reajuste anual dos benefícios não levar mais em conta a inflação passada, regra em vigor atualmente. Após a repercussão, Guedes negou mudar a regra "durante o jogo", mas sinalizou ser favorável à desindexação. O plano gerou uma enxurrada de críticas de adversários e foi usado como munição contra o governo Jair Bolsonaro (PL) na fase final da campanha. Guedes chegou a associar a divulgação da proposta a militantes petistas que estariam infiltrados no Ministério da Economia. Faixas com renda maior encolhem Enquanto o número de trabalhadores com renda de até um salário mínimo aumentou no país, os grupos de profissionais com rendimentos mais altos encolheram durante a pandemia, indica o levantamento de Imaizumi. No segundo trimestre deste ano, o contingente que recebia entre um e dois salários mínimos foi estimado em 31,2 milhões, o equivalente a 32,1% da população ocupada com trabalho formal ou informal. Em igual intervalo de 2019, antes do coronavírus, estava em 32,3 milhões (1,1 milhão a mais). A parcela representava 34,9% da população ocupada à época. Já o grupo que recebia mais de dois salários mínimos ficou em quase 30,4 milhões no segundo trimestre deste ano, cerca de 2,2 milhões abaixo dos 32,5 milhões de 2019. A participação na população ocupada atingiu 31,3% entre abril e junho de 2022, inferior ao percentual de 35,2% verificado em igual trimestre de 2019. "Não dá para comemorar tanto a situação do mercado de trabalho. Em termos de aumento da ocupação, ok. Mas o fato é que o trabalho ficou mais barato na pandemia", analisa Imaizumi.
O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Alexandre de Moraes, disse que o presidente Jair Bolsonaro (PL), derrotado nas eleições, o atendeu com "extrema educação e o agradeceu" quando ele disse que anunciaria o resultado. Moraes, como de praxe, ligou para ambos os candidatos, tanto para Bolsonaro como para o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O presidente dos EUA, Joe Biden, parabenizou o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela vitória no domingo (30). Em nota, a Casa Branca afirmou que Lula venceu "eleições justas, livres e críveis". "Espero trabalhar junto com ele para continuar a cooperação entre os dois países nos meses e anos pela frente."
Após Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sacramentar a sua vitória nas eleições presidenciais do domingo (30), manifestantes fecharam trechos da BR-163, em quatro municípios da região norte de Mato Grosso. Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), segundo lugar no pleito, atearam fogo em pneus em pontos da rodovia, em Lucas do Rio Verde, Sorriso, Sinop e Nova Mutum. Conforme o Jornal O GLOBO, a concessionária Roda do Oeste, que administra a rodovia, informou que os atos são monitorados. Vídeos dos manifestantes viralizaram nas redes sociais. Alguns aparecem dizendo que o "povo brasileiro sabe que sofreu um golpe", com a camisa da seleção brasileira.
O segundo turno das eleições para Governador da Bahia em Livramento de Nossa Senhora consagrou no domingo (30), a vitória de Jerônimo na cidade. No resultado final da apuração das urnas, Jerônimo recebeu o total de 18.126 votos ( 66,92%) enquanto o candidato ACM Neto teve 8.962 votos (33,08%). Os registros apontam ainda, 546 votos em branco (1,90%) e 1.059 votos nulos (3,69%).
Em pronunciamento após o resultado do segundo turno das eleições do domingo (30), o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) agradeceu aos mais de 4 milhões de votos que recebeu no estado e enfatizou o sentimento de dever cumprido. “Todos nós nos consideramos vitoriosos. Quero agradecer à população e eleitores de cada um dos 416 municípios do interior do estado e agradecer de maneira especial a Salvador”. Acompanhado de deputados da base aliada, da sua candidata a vice, Ana Coelho, e apoiadores, ACM Neto falou em celebração. “Estou aqui para celebrar a vida, para celebrar a escolha que fiz pela política. Para celebrar a campanha que realizamos”. ACM Neto disputou pela primeira vez o governo da Bahia. Sua atuação empurrou a disputa para o segundo turno pela primeira vez na Bahia desde 1994. Neto também reconheceu a vitória do candidato petista Jerônimo Rodrigues, desejou sorte e prometeu fazer uma oposição lúcida e comprometida com os interesses da Bahia que, segundo ele, demonstrou no próprio resultado da votação que deseja mudança. Jerônimo foi eleito com 52,79% (4.480.464 votos), enquanto ACM Neto ampliou sua votação em relação ao primeiro turno, alcançando 47,21% (4.007.023 votos). Ao longo da campanha, ACM Neto visitou mais de 300 dos 417 municípios baianos.