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O ex-ministro Geddel Vieira Lima, liderança do MDB na Bahia e padrinho político do vice-governador Geraldo Júnior, afirmou na sexta-feira (5) que não há tensão interna no partido sobre a composição da chapa majoritária que deverá ser liderada pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) na disputa pela reeleição em 2026. Nos bastidores, circulam comentários de que a vaga do vice-governador poderia ser alvo de rearranjos políticos para atrair novos aliados ao grupo governista. Geddel, porém, rejeitou qualquer possibilidade de mudança. Ele afirmou que o MDB não abrirá mão da posição e avaliou que a aliança vitoriosa em 2022 deve ser mantida para o próximo pleito. O ex-ministro destacou a participação do partido na campanha anterior e a atuação de Geraldo Júnior como vice, classificando ambos como leais à gestão. Para ele, esses fatores sustentam a permanência do MDB na chapa que buscará a reeleição do governador. A sinalização ocorre em meio às movimentações políticas que antecedem a formação das coligações para 2026 e reforça o alinhamento entre MDB e PT na Bahia.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (7) que sua pré-candidatura à Presidência da República nas eleições de 2026 pode ser retirada caso uma contrapartida seja apresentada. A declaração foi dada após participar de um culto evangélico em Brasília. Segundo o senador, sua continuidade na disputa está condicionada a um “preço”, que não detalhou naquele momento. Ele afirmou que pretende revelar o conteúdo da contrapartida posteriormente. Flávio Bolsonaro relacionou o tema ao debate sobre um projeto de anistia aos condenados pelo Supremo Tribunal Federal por participação na trama golpista, medida que poderia beneficiar diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso. O parlamentar disse esperar que os presidentes da Câmara e do Senado cumpram o compromisso de pautar o tema ainda esta semana, defendendo que a proposta seja apreciada em plenário. A pré-candidatura do senador foi lançada dentro do movimento do PL para ocupar espaço no cenário eleitoral de 2026. A possibilidade de retirada, no entanto, passa a depender do avanço das negociações em torno da anistia.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece novamente em primeiro lugar nas intenções de voto para um eventual segundo turno das eleições de 2026, segundo a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (6). O levantamento mostra o petista com 51%, enquanto o senador Flávio Bolsonaro registra 36%, mantendo uma diferença de 15 pontos percentuais. As entrevistas foram realizadas entre os dias 2 e 4 de dezembro, antes de Flávio ser oficialmente colocado como possível nome do PL para a disputa. A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 113 municípios, com margem de erro de dois pontos percentuais. Em relação ao último levantamento, de julho, Lula ampliou sua vantagem: na ocasião, o petista somava 48%, contra 37% do adversário. De acordo com o instituto, o peso do desgaste político da família Bolsonaro influencia no desempenho atual do senador. O Datafolha também testou outros cenários de segundo turno. Contra Tarcísio de Freitas, Lula aparece com 47%, enquanto o governador paulista marca 42%. Em eventual disputa contra Ratinho Jr., o presidente teria 47% e o paranaense, 41%. Entre os integrantes da família Bolsonaro, o desempenho é ainda menor: Eduardo Bolsonaro alcança 35% ante 52% de Lula; Michelle Bolsonaro aparece com 39%, contra 50% do petista. O instituto ainda simulou um confronto direto entre Lula e Jair Bolsonaro, considerando o período anterior ao impedimento da possível candidatura do ex-presidente. Nesse recorte, Lula venceria por 49% a 40%, ampliando a diferença observada na pesquisa anterior, quando pontuava 47% contra 43%. No cenário de primeiro turno, Lula lidera com 41% em diversas combinações. Com Flávio Bolsonaro na disputa, o senador aparece com 18%, seguido por Ratinho Jr. (12%), Ronaldo Caiado (7%) e Romeu Zema (6%). Em outra simulação, com Michelle Bolsonaro, Lula mantém 41%, enquanto ela atinge 24%. Quando Tarcísio de Freitas é testado, o governador paulista chega a 23%, mas o presidente continua isolado na frente, com 41%. O Datafolha não acionou cenários envolvendo possíveis alianças e afirmou que novas pesquisas serão realizadas à medida que o cenário eleitoral avançar.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) foi apontado nesta sexta-feira (5) como o escolhido do ex-presidente Jair Bolsonaro para disputar o Palácio do Planalto em 2026. A definição foi comunicada pelo próprio parlamentar após um encontro do ex-presidente com a Polícia Federal, em Brasília. No anúncio, Flávio informou que recebeu a indicação como uma tarefa de grande peso político e afirmou que o movimento representa o alinhamento do grupo bolsonarista para a próxima eleição presidencial. Segundo ele, a decisão reflete o entendimento de que a família Bolsonaro e o Partido Liberal devem apresentar um nome competitivo na disputa nacional. O senador afirmou que a escolha ocorre em um momento que considera delicado para o país, citando dificuldades econômicas, aumento de tributos e problemas na área de segurança. Para ele, a candidatura surge como resposta ao que classifica como desafios acumulados pelo governo federal. Flávio Bolsonaro destacou ainda que pretende defender as pautas que marcaram os governos e campanhas anteriores de seu grupo político. Ele afirmou que acredita em um novo ciclo para o país e disse confiar que sua atuação será direcionada por convicções pessoais e princípios democráticos. Com a indicação, o PL dá início à fase de articulação para montar a estratégia eleitoral de 2026, posicionando o senador como o principal nome do campo bolsonarista na corrida pelo Planalto.
A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputada Ivana Bastos, acompanhada da secretária da Bahia na Unale, deputada Fabíola Mansur, participa nesta semana da 28ª Conferência da Unale, realizada em Bento Gonçalves (RS). O encontro reúne parlamentares, gestores públicos e especialistas de todo o país para debater o papel dos Legislativos Estaduais diante dos desafios da inteligência artificial, da sustentabilidade e das mudanças climáticas. A conferência tem como tema central “Humanidade Conectada: Os Legislativos Estaduais no tempo da IA e das emergências climáticas”. Ivana Bastos chega ao evento como a primeira mulher presidente da Assembleia Legislativa da Bahia em 190 anos, fortalecendo ainda mais sua presença nacional. A parlamentar tem trajetória destacada na Unale: foi presidente da entidade por três mandatos e permanece como uma das vozes mais respeitadas entre os Legislativos estaduais brasileiros. A programação teve início com a cerimônia oficial de abertura nesta terça-feira (03), às 19h, seguida da palestra inaugural do futurista Tiago Mattos, às 20h30, com o tema “Futuro e tendências globais: cenários, tecnologias e comportamentos que vão moldar o amanhã”. A abertura reuniu delegações de todo o país, marcando o início de uma série de debates simultâneos promovidos por mais de 20 entidades legislativas .
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, encaminhou nesta terça-feira (2) à Assembleia Legislativa a indicação do deputado federal Otto Roberto Mendonça de Alencar Filho para assumir o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Bahia. A vaga foi aberta após a aposentadoria do conselheiro Antônio Honorato de Castro Neto. No documento enviado ao Legislativo, o governador afirma que a indicação segue o artigo 94 da Constituição Estadual, que atribui ao chefe do Executivo a responsabilidade de indicar nomes para o Tribunal de Contas. O texto destaca a trajetória de Otto Filho, administrador com experiência nos poderes Executivo e Legislativo, considerado pelo governo apto a exercer a função na Corte de Contas. Com a ida de Otto Filho ao TCE-BA, a vaga na Câmara dos Deputados será ocupada de forma definitiva pelo suplente imediato, o deputado federal Charles Fernandes. O retorno dele ao mandato fortalece a representação política da região em Brasília. A indicação de Otto Filho será analisada e votada pela Assembleia Legislativa da Bahia, etapa necessária para que o deputado assuma o cargo no Tribunal de Contas.
O presidente do PL na Bahia, João Roma, convidou o advogado Wagner Lemos, marido da prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos, para se filiar ao partido e disputar uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia nas eleições de 2026. Lemos foi lançado como pré-candidato em agosto, mas ainda não definiu a sigla pela qual pretende concorrer. Roma confirmou o convite e afirmou que aguarda a decisão do advogado. Nos bastidores, a iniciativa é vista como uma estratégia do PL para ampliar sua atuação no Sudoeste baiano e se aproximar de lideranças com mandato e influência regional. Caso aceite a filiação, Lemos deve integrar a lista de nomes da legenda na disputa por uma cadeira na AL-BA. O lançamento da pré-candidatura de Wagner Lemos, em agosto, provocou tensão entre o PSDB e o União Brasil. Vitória da Conquista é um dos principais redutos eleitorais do deputado estadual Tiago Correia, líder da oposição na Assembleia. À época, a movimentação levantou possibilidade de divergências entre tucanos e aliados do ex-prefeito de Salvador ACM Neto. Em entrevista ao programa Boa Tarde Bahia, da Band, no início de setembro, Tiago Correia afirmou que a articulação surpreendeu aliados e foi recebida com cautela diante da atuação política já desenvolvida no município.
Três dos quatro filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro passaram a criticar publicamente Michelle Bolsonaro após discordarem de sua postura dentro do grupo político da família. Flávio, Carlos e Eduardo Bolsonaro reagiram à forma como a ex-primeira-dama se posicionou contra a aproximação do PL no Ceará com Ciro Gomes, movimento articulado pelo deputado estadual André Fernandes. A primeira manifestação veio de Flávio Bolsonaro, que afirmou ao colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles, que as críticas de Michelle ao acordo foram autoritárias e constrangedoras. Segundo ele, a articulação conduzida por André Fernandes havia sido autorizada pelo próprio Jair Bolsonaro. Após a fala do senador, Eduardo Bolsonaro também contestou a atitude de Michelle. Ele afirmou que ela foi injusta e desrespeitosa com André Fernandes ao repreendê-lo publicamente durante um evento e defendeu que não cabia questionar a articulação, já que a movimentação seguia orientação do ex-presidente. Carlos Bolsonaro se somou às críticas dos irmãos e publicou que o grupo precisa se manter unido e respeitar a liderança de Jair Bolsonaro, evitando influências externas que dificultem o alinhamento interno. A discordância ganhou força depois que Michelle reprovou a aproximação política entre André Fernandes, que preside o PL no Ceará, e Ciro Gomes, reforçando um novo capítulo de tensão dentro da família Bolsonaro.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, negou na quinta-feira (27) que o senador Otto Alencar tenha decidido se lançar candidato ao governo do estado em 2026. A declaração foi feita durante entrevista coletiva, após a circulação de informações ao longo da semana indicando uma possível mudança na relação entre PT e PSD. Os rumores surgiram depois de reuniões internas do PSD em Brasília, nas quais Otto teria mostrado insatisfação caso a sigla não mantivesse a vaga ao Senado para a tentativa de reeleição de Ângelo Coronel. Segundo Jerônimo, porém, o senador não manifestou qualquer intenção de romper com o grupo político nem apresentou pretensão de concorrer ao Executivo estadual. O governador afirmou que recebeu as notícias com estranhamento e reafirmou confiança total no aliado, destacando que o episódio não altera o alinhamento entre ambos. Ele afirmou ainda que Otto continua sendo uma figura central na articulação política do governo e afastou a possibilidade de divisão dentro da base. Jerônimo também lembrou que o nome de Otto chegou a ser cogitado para concorrer ao governo em 2022, mas o senador recusou a proposta à época por não ter interesse na disputa. O governador reiterou que a construção para as eleições de 2026 seguirá conjunta e que as discussões sobre a composição da chapa majoritária não representam risco de ruptura.
O senador Otto Alencar sinalizou, pela primeira vez, que pode disputar o governo da Bahia em 2026 caso o PT não garanta espaço para Ângelo Coronel tentar a reeleição ao Senado. A declaração foi feita durante reunião com a bancada baiana do PSD na Câmara dos Deputados, realizada na segunda-feira (24). No encontro, Otto afirmou que Coronel é o nome do PSD para renovar o mandato e que a sigla não aceita ser retirada da chapa majoritária por causa da intenção do PT de lançar dois candidatos ao Senado na eleição de 2026. Segundo o senador, a exclusão de Coronel abriria a possibilidade de o PSD rever sua posição na aliança estadual. Otto também comentou que não seguiria Coronel caso o colega optasse por migrar para o grupo de ACM Neto, do União Brasil, em busca de espaço para concorrer ao Senado. O PSD, porém, defende que o acordo firmado no ciclo eleitoral anterior seja mantido e que a vaga ao Senado permaneça com o partido. O cenário adiciona tensão às articulações para a sucessão do governador Jerônimo Rodrigues, que tenta manter a base unida enquanto partidos aliados disputam espaço na chapa majoritária.
O Blog Regional divulgou nesta terça-feira (25) o resultado de uma enquete sobre os tipos de notícias que mais despertam o interesse dos leitores. A categoria Política apareceu como a mais buscada, reunindo 43,5% das participações. As notícias Gerais ficaram em segundo lugar, com 21,7% da preferência. Em seguida surgem os conteúdos de Polícia e Ocorrências, que registraram 17,4% das escolhas. Já as Curiosidades e Variedades somaram 13% e, por último, Esportes marcaram 4,3%. O levantamento reflete o comportamento do público do Blog Regional e indica as áreas que mais chamam atenção na rotina de informações do portal.
O deputado estadual Vitor Bonfim, atualmente filiado ao PV, se encontrou nesta terça-feira (25) em Brasília com o prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos. A agenda ocorre em meio às articulações do parlamentar para definir o partido pelo qual pretende concorrer à Câmara dos Deputados em 2026. A movimentação envolve conversas com siglas que compõem a base do governo baiano. Bonfim já dialogou com o PT, recebeu sinalização do Podemos e mantém tratativas para identificar o melhor cenário eleitoral. Com o novo encontro, o PSB passa a integrar o grupo de possibilidades em avaliação. Aliados afirmam que o deputado tem adotado postura cautelosa antes de decidir o destino partidário. O objetivo é consolidar apoios entre prefeitos e lideranças regionais para alcançar uma votação capaz de garantir vaga na Câmara, onde interlocutores apontam a necessidade de atingir aproximadamente 100 mil votos para assegurar a eleição. Além de Bonfim, João Campos também tem mantido conversas com parlamentares que buscam nova filiação após a federação formada entre Progressistas e União Brasil. Entre eles está o deputado Niltinho, que se reuniu com o dirigente nacional do PSB em setembro.