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Seis dos nove deputados federais da Bahia que haviam assinado a emenda que propõe adiar em dez anos o fim da escala 6x1 já solicitaram a retirada de suas assinaturas. O movimento ocorreu após a repercussão da proposta apresentada durante a tramitação da PEC 221/2019, que trata da redução da jornada de trabalho no país. A emenda foi apresentada pelo deputado Tião Medeiros e recebeu inicialmente o apoio de 171 parlamentares, entre eles nove deputados baianos. O texto prevê que as mudanças nas regras trabalhistas só passem a valer dez anos após a promulgação da alteração constitucional. Até o momento, solicitaram oficialmente a retirada das assinaturas os deputados Rogéria Santos, Diego Coronel, Cláudio Cajado, Roberta Roma, Arthur Oliveira Maia e Jonga Bacelar. Os deputados Diego Coronel e Cláudio Cajado chegaram a protocolar requerimentos formais na Câmara dos Deputados solicitando a exclusão dos nomes da proposta. Coronel afirmou que a assinatura ocorreu por erro de assessoria. A deputada Rogéria Santos também informou que já havia solicitado à Mesa Diretora da Câmara a retirada do apoio ao texto. Roberta Roma e Arthur Maia igualmente comunicaram o pedido de retirada das assinaturas. Já o deputado Jonga Bacelar declarou ao Bahia Notícias que também solicitou a retirada, alegando erro de assessoria. Ainda permanecem entre os signatários da proposta os deputados Capitão Alden, José Rocha e Paulo Azi. A emenda altera o artigo 7º da Constituição Federal e estabelece jornada de 40 horas semanais e oito horas diárias. O texto, porém, prevê exceção para atividades consideradas essenciais, permitindo até 44 horas semanais enquanto não houver regulamentação complementar. Na justificativa apresentada, os autores afirmam que a redução imediata da jornada poderia provocar impactos em setores como saúde, segurança, transporte, energia, logística, alimentação e agropecuária, defendendo uma implementação gradual das mudanças trabalhistas.
A Assembleia Legislativa da Bahia iniciou a tramitação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 179/2026, que propõe a alteração da data de posse do governador e do vice-governador do estado. O texto foi publicado no Diário Oficial do Legislativo nesta terça-feira (19) e prevê que os eleitos passem a assumir os cargos no dia 6 de janeiro do ano seguinte às eleições. A proposta é de autoria da presidente da ALBA, Ivana Bastos, e conta com o apoio de outros 21 deputados estaduais. Segundo a justificativa apresentada, a medida busca adequar a Constituição do Estado da Bahia às mudanças estabelecidas pela Emenda Constitucional nº 111, de 2021, que alterou o calendário nacional de posses. Com a mudança aprovada em âmbito federal, o presidente da República passou a tomar posse em 5 de janeiro, o que permite aos governadores eleitos participarem da cerimônia em Brasília antes de assumirem oficialmente os mandatos em seus respectivos estados. De acordo com a justificativa técnica da PEC, a alteração também pretende facilitar a logística das solenidades de posse, evitando coincidência com o período do feriado de Ano Novo, considerado um fator que historicamente dificulta deslocamentos de autoridades, convidados e participação popular. A proposta ainda destaca a necessidade de harmonização das agendas institucionais entre os governos estaduais e o governo federal, permitindo maior organização no processo de transição administrativa. O texto seguirá agora para análise nas comissões da Assembleia Legislativa da Bahia antes de ser levado para votação em plenário.
O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), desafiou o governador Jerônimo Rodrigues (PT) para uma série de debates públicos sobre os problemas do estado. A declaração foi dada durante entrevista à Rádio Sociedade, nesta terça-feira (12). Durante a entrevista, ACM Neto afirmou que o governador estaria sendo “escondido” por aliados políticos, especialmente na Região Metropolitana de Salvador. Segundo o ex-prefeito, o grupo governista tenta repetir a estratégia adotada nas eleições de 2022, quando, segundo ele, Jerônimo teria evitado o confronto direto no debate eleitoral. O pré-candidato declarou ainda que pretende concentrar os embates diretamente no atual governador, sem direcionar críticas ao ex-ministro Rui Costa ou ao senador Jaques Wagner. ACM Neto também criticou a ausência de Jerônimo Rodrigues nas peças de propaganda do PT. Segundo ele, nas campanhas publicitárias do partido, as respostas às críticas feitas ao governo são dadas por Rui Costa e Jaques Wagner, e não pelo governador. Na entrevista, o ex-prefeito mencionou ainda uma suposta disputa interna dentro do grupo governista, afirmando que haveria interesse de Rui Costa em disputar novamente o Governo da Bahia. Ao final, ACM Neto reiterou o convite para debates antes do início oficial da campanha eleitoral e afirmou que o governador pode definir local, horário e temas para a discussão pública.
O senador Jaques Wagner (PT) comentou a rejeição do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal, após votação no Senado. Em entrevista, ele negou ter cometido erro na contagem de votos e classificou como injusto o tratamento dado ao indicado durante o processo. Segundo Wagner, o momento ainda é recente e foi marcado por desgaste emocional. O senador afirmou que Messias possui qualificação para o cargo e não deveria ter sido alvo de críticas durante a sabatina. De acordo com o parlamentar, antes da votação, a expectativa era de aprovação do nome indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele disse que trabalhava com uma projeção de pelo menos 41 a 42 votos favoráveis, mas que o cenário mudou devido a articulações nos bastidores. Wagner destacou a dificuldade de prever resultados em votações secretas e afirmou que houve movimentações contrárias que não foram percebidas a tempo. Para ele, parte dos senadores utilizou a sabatina para fazer uma disputa política, em vez de avaliar critérios como conhecimento jurídico e reputação. O senador também negou ter atuado contra a indicação e afirmou que trabalhou pela aprovação de Messias. Segundo ele, críticas recebidas estariam relacionadas a uma disputa em torno do nome de Rodrigo Pacheco como alternativa para a vaga no STF. Por fim, Wagner afirmou que a relação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ficou desgastada durante o processo. Ele ressaltou que, como líder do governo, mantém diálogo com diferentes parlamentares para viabilizar votações, mas reiterou que a escolha do indicado ao STF é prerrogativa do presidente da República.
Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (5) pelo instituto Real Big Data aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança em diferentes cenários de primeiro turno para a eleição presidencial de 2026. Apesar disso, o levantamento mostra um cenário mais equilibrado nas projeções para um eventual segundo turno. Nas simulações apresentadas pelo instituto, Lula aparece com 47% das intenções de voto contra 44% do senador Flávio Bolsonaro. Em outro cenário, o presidente registra 43% contra 43% de Ciro Gomes, configurando empate técnico dentro da margem de erro. Contra o governador Ronaldo Caiado, Lula soma 43% contra 42%. Já diante de Romeu Zema, o petista aparece com 43% ante 39%. O maior distanciamento ocorre no cenário contra Renan Santos, em que Lula registra 48% das intenções de voto, contra 24% do adversário. Apesar da vantagem numérica em alguns cenários, a margem de erro da pesquisa de dois pontos percentuais para mais ou para menos indica disputas tecnicamente empatadas em boa parte das projeções de segundo turno. O levantamento ouviu 2 mil pessoas em todo o país entre os dias 2 e 4 de maio. Segundo o instituto, o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do Real Big Data e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03627/2026.
O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado no Senado, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), apresentou um relatório que pede o indiciamento de ministros do Supremo Tribunal Federal e do procurador-geral da República. Entre os nomes citados estão os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, além do procurador-geral Paulo Gonet. A base do pedido está relacionada ao caso envolvendo o Banco Master. Segundo o relator, há indícios de crimes de responsabilidade, como atuar em julgamento mesmo estando legalmente impedido e adotar condutas incompatíveis com a função pública. As infrações citadas estão previstas na Lei nº 1.079/1950 e podem ser julgadas pelo próprio Senado Federal. O relatório, que possui 221 páginas, ainda precisa ser analisado e votado pela comissão. Um eventual pedido de vista pode adiar a decisão. Ao justificar a medida, o senador destacou que o foco está em casos que fogem dos mecanismos tradicionais de investigação.
A um dia da eleição que definirá o novo ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), a disputa pela vaga tem intensificado articulações políticas na Câmara dos Deputados. A oposição tenta unificar os nomes lançados por partidos de direita para enfrentar o deputado Odair Cunha (PT-MG), que conta com o apoio do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). Nos bastidores, Motta atua para consolidar votos em favor de Odair e evitar dissidências, em cumprimento a um acordo firmado com o PT em 2024. Segundo relatos de parlamentares, o presidente da Câmara tem feito contatos diretos com deputados para reforçar o apoio ao candidato. Do outro lado, lideranças da oposição buscam reduzir o número de candidaturas e concentrar votos em um único nome. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o influenciador Pablo Marçal, recém-filiado ao União Brasil, participaram das articulações para convencer candidatos com menor competitividade a desistirem da disputa. A eleição está marcada para esta terça-feira (14), após a sabatina dos sete candidatos realizada na Comissão de Finanças e Tributação. Além de Odair Cunha, concorrem à vaga Elmar Nascimento (União Brasil-BA), Danilo Forte (PP-CE), Hugo Leal (PSD-RJ), Gilson Daniel (Podemos-ES), Soraya Santos (PL-RJ) e Adriana Ventura (Novo-SP). Todos tiveram os nomes aprovados por unanimidade na comissão. Durante a sabatina, os candidatos apresentaram posicionamentos sobre independência e atuação técnica no cargo. Odair Cunha afirmou que sua candidatura não pertence a grupos políticos e defendeu o caráter institucional do tribunal. Já outros concorrentes destacaram a necessidade de autonomia e criticaram acordos políticos na escolha para um cargo vitalício. A votação ocorre em turno único e por maioria simples, o que amplia a importância das articulações de última hora. A avaliação entre parlamentares é de que a divisão de votos entre candidatos da oposição pode favorecer o nome apoiado pelo governo. O Tribunal de Contas da União é composto por nove ministros, sendo seis indicados pelo Congresso Nacional e três pelo Poder Executivo. A Corte tem como função fiscalizar a aplicação de recursos públicos, analisar contas do governo federal e realizar auditorias nos órgãos da administração pública.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou nesta quarta-feira (8) que pretende convocar uma sessão do Congresso Nacional para analisar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto que trata da dosimetria das penas relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023. A decisão ocorre após pressão de parlamentares, incluindo o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que pediu publicamente a votação do tema. O parlamentar chegou a divulgar um vídeo nas redes sociais defendendo a análise do veto, que ultrapassou 100 milhões de visualizações. O projeto, aprovado pelo Congresso em dezembro do ano passado, propõe alterações no cálculo das penas aplicadas a condenados por participação nos atos, incluindo casos já julgados ou em andamento. O texto foi vetado integralmente pelo presidente da República. Durante sessão no Senado, Alcolumbre afirmou que a pauta ainda será definida e pode não incluir todos os itens pendentes. Segundo ele, a prioridade é deliberar sobre o veto, considerado um tema relevante que depende de decisão do Congresso. “Essa pauta cabe ao presidente do Senado, e eu vou exercer essa prerrogativa. Nosso desejo é realizar essa sessão o mais rápido possível para deliberarmos sobre esse assunto”, afirmou. Além da discussão sobre a dosimetria, parlamentares da oposição também defendem a inclusão de outros temas, como a leitura de requerimento para instalação de uma CPMI envolvendo o Banco Master. A realização da sessão depende de alinhamento com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, já que as reuniões conjuntas acontecem no plenário da Casa. O tema deve seguir no centro do debate político nos próximos dias, com articulações entre governo e oposição em torno da pauta.
A deputada estadual Neusa Cadore (PT) assumiu, nesta quarta-feira (8), a liderança do Partido dos Trabalhadores na Assembleia Legislativa da Bahia. Ela substitui Marcelino Galo, que deixou o mandato após mudanças provocadas pelo prazo de desincompatibilização eleitoral. Neusa retorna ao Legislativo após deixar o comando da Secretaria de Políticas para as Mulheres, reforçando a reorganização política dentro da base governista. Além da nova liderança, o PT também definiu outras funções estratégicas. Osni Cardoso, que deixou a Secretaria de Desenvolvimento Rural, foi indicado para a vice-liderança do governo na Casa. Já Angelo Almeida, ex-secretário de Desenvolvimento Econômico, assumiu a vice-liderança do partido. Com o retorno dos titulares aos mandatos, parlamentares suplentes deixaram a Assembleia, entre eles Radiovaldo Costa (PT), Fabíola Mansur (PV) e o próprio Marcelino Galo. A movimentação também envolveu outros partidos. A volta de Jusmari Oliveira (PSD), após deixar a Secretaria de Desenvolvimento Urbano, provocou o retorno de Marcone Amaral à suplência. As mudanças refletem o impacto direto do calendário eleitoral na composição da Assembleia e na reorganização das forças políticas no estado.
A engenheira Larissa Moraes assumiu a presidência da Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia, tornando-se a primeira mulher a ocupar o cargo desde a criação da companhia. Com trajetória ligada à própria instituição, Larissa já havia marcado outro pioneirismo ao ser a primeira mulher a integrar a diretoria da CERB, onde atuou na área de Meio Ambiente e Recursos Hídricos. Mais recentemente, esteve à frente da Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento da Bahia, durante a gestão do governador Jerônimo Rodrigues. A CERB é responsável pela execução de políticas públicas voltadas ao abastecimento de água e ao saneamento, especialmente em municípios do interior do estado, onde o acesso hídrico ainda é um desafio estrutural. A nomeação ocorre em meio à continuidade de projetos voltados à ampliação do acesso à água e ao fortalecimento da infraestrutura hídrica em diversas regiões da Bahia. Com a nova função, Larissa retorna à companhia agora no posto mais alto da estrutura, responsável por coordenar obras e ações estratégicas que impactam diretamente a vida de milhares de baianos.
O senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que pretende votar no senador Flávio Bolsonaro nas eleições presidenciais deste ano. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da Rádio Antena 1. Ao analisar o cenário eleitoral, Coronel destacou que a influência de lideranças políticas locais é limitada quando se trata da disputa pelo Palácio do Planalto. Segundo ele, o eleitor tende a tomar sua decisão de forma independente. “Eleição de presidente se engana quem acha que uma liderança local vai influenciar. O povo escolhe por conta própria. A liderança do município influencia na eleição do governador, do senador. Ninguém consegue mudar a cabeça de ninguém na hora do voto para presidente”, afirmou. O parlamentar também justificou sua posição com base na relação pessoal com o pré-candidato. De acordo com ele, a convivência no Senado pesou na escolha. “Eu, por ser meu amigo pessoal, meu colega de Senado, não vou deixar de votar num amigo para votar em outro que não tenho nenhuma relação”, declarou. A fala ocorre em meio à movimentação política que antecede as eleições de 2026 e evidencia o alinhamento individual de lideranças, mesmo em um cenário de disputas amplas e polarizadas.
O pré-candidato a vice-governador da Bahia, Zé Cocá (PP), afirmou nesta segunda-feira (30) que o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União Brasil), foi fundamental para a sua decisão de concorrer às eleições deste ano, e que enxerga em ACM Neto (União Brasil) o parceiro certo no governo para tirar o estado da pobreza e do atraso. O prefeito de Jequié afirmou que, com muito trabalho, espera levar a melhora de vida aos quatro cantos da Bahia. A chapa da oposição ao governo estadual foi apresentada na noite desta segunda-feira, em evento político realizado em Feira de Santana por José Ronaldo. Zé Cocá disse que foi o prefeito da Princesinha do Sertão quem o convenceu a trabalhar com ACM Neto, mostrando que a participação do atual prefeito de Jequié e ex-presidente da UPB seria fundamental para levar uma mudança de verdade a todas as regiões do interior da Bahia. “Para que a gente chegue naquele cantinho, naquela cidade lá na ponta do estado, onde quer que seja. Para que a gente alcance o pequeno produtor, que não tem assistência técnica para mudar a sua vida. Para que a gente leve segurança pública e saúde para quem mais precisa, para que a educação sirva para abrir caminhos. Nós estamos nos piores índices de educação do país, e isso é falta de política pública, falta de investimento na ponta”, disse Zé Cocá. O prefeito de Jequié disse que olhou nos olhos de ACM Neto e sentiu confiança. “Eu disse: Neto, cuida desse estado que eu estarei do seu lado, abraçado, de manhã, de tarde e de noite, para que a gente faça dessa Bahia um lugar que saia da pobreza, um estado que saia dos piores índices de segurança pública do Brasil, que saia do atraso na alfabetização. E você me deu a sua palavra de que vai acordar cedo e dormir tarde trabalhando muito para que isso tudo fique no passado”, afirmou. Zé Cocá lembrou da sua história política, destacando que, por ser um homem do campo, foi menosprezado em todas as vezes em que tentou se candidatar, seja a prefeito de Lafaiete Coutinho, a deputado estadual, a prefeito de Jequié ou a presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB). Ele disse que sempre venceu por acreditar em Deus e por trabalhar muito, e que não será diferente nesse pleito. Além de ACM Neto e Zé Cocá como pré-candidatos a governador e vice, respectivamente, foi confirmado que o ex-ministro e ex-deputado federal João Roma (PL) disputará uma vaga no Senado Federal, assim como o atual senador Ângelo Coronel (Republicanos), que buscará a reeleição.