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A três dias das eleições, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida com 50% dos votos válidos, o que mantém aberta a possibilidade de vencer já no primeiro turno. Em busca da reeleição, Jair Bolsonaro (PL) tem 36%, seguido por Ciro Gomes (PDT), com 6%, e Simone Tebet (MDB), com 5%. É o que revela a mais recente pesquisa do Datafolha, que ouviu 6.800 pessoas em 332 cidades de terça (27) a esta quinta (29). Ela foi encomendada pela Folha e pela TV Globo e registrada com o número BR-09479/2022 no Tribunal Superior Eleitoral. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O instituto passa a divulgar o resultado dos válidos, que exclui da conta de intenção de votos brancos, nulos e indecisos, pois esse é o critério usado pelo TSE para contabilizar o resultado do pleito. Assim, se mantém no limiar da vitória no primeiro turno, que demanda 50% dos válidos mais um voto ao menos, numa onda de recuperação: chegou a ter 54% em maio, descendo em setembro para 48%, patamar em que permaneceu até a semana passada, quando oscilou para 50%. Ou seja, a situação é de estabilidade. A campanha petista intensificou sua busca por votos, particularmente de Ciro, cuja reação energética contra a ofensiva resultou num comunicado à nação na segunda (27), quando disse que não deixaria a disputa. Não foi muito ouvido pelos eleitores: neste levantamento, ele oscilou negativamente ante o da semana passada. A senadora Tebet, por sua vez, manteve-se estável, provando que, se a campanha não lhe trouxe uma candidatura viável, ao menos a mostrou inoxidável em seu patamar. O Datafolha havia mostrado que 1 em cada 5 eleitores dela e de Ciro estava disposto a votar útil em Lula. Os resultados tornam ainda mais importante para Lula e para Bolsonaro o debate desta quinta na TV Globo, o último grande evento da campanha. Qualquer escorregão mais grave pode atrapalhar; empates ou vitórias por pontos são o que usualmente se espera desses encontros, cuja mística é algo exagerada na crônica política. Com efeito, a ausência de Lula no encontro do SBT no sábado passado (24) em nada lhe prejudicou a intenção de voto. Assim como a algo folclórica apresentação ao mundo das redes sociais de Padre Kelmon não ajudou o candidato do PTB, que não pontuou. Problema maior para o PT é a questão da abstenção, que atinge tradicionalmente mais eleitores de baixa rende que compõem a força de Lula nesta campanha. Não há como prever essa taxa, dada a imprevisibilidade de fatores, e segundo o Datafolha havia apurado na semana passada, 3% dos eleitores admitiam não ir às urnas. O fato é que esta é uma eleição definida nos detalhes, sem variações dramáticas nos números gerais. Com o voto cristalizado pela maioria dos eleitores há mais de um mês, tudo sugere que a propaganda gratuita teve impacto reduzido no resultado que se aproxima —todos os quatro principais candidatos aumentaram o tom dos ataques entre si, com Bolsonaro chamando Lula de ladrão diuturnamente.
O candidato a governador Jerônimo Rodrigues (PT) afirma que a vinda de Lula a Salvador nesta sexta-feira (29) mostra o carinho que o presidente sente pela Bahia. “Ele esteve junto conosco no 2 de Julho, uma data muito importante para nossa população, e volta na reta final da campanha, para reafirmar seus compromissos com a Bahia e com os baianos, trazendo a mensagem de esperança que o Brasil tanto precisa”, ressalta. Lula virá a Salvador na manhã desta sexta-feira, para participar da Caminhada Brasil da Esperança. A concentração está marcada para 11 horas, no Largo de Roma, e o evento segue até a Colina Sagrada. “Lula vem a Salvador pelo amor que tem à Bahia”, afirma Jerônimo. “É o coroamento da campanha vitoriosa do time dele tanto no Brasil quanto na Bahia, o time que cuida de gente.” Acompanhando o candidato de Lula na Bahia em viagem pelos territórios do Portal do Sertão e do Piemonte do Paraguaçu, nesta quinta-feira, o candidato a vice, Geraldo Júnior (MDB) afirmou que “a vinda de Lula ao nosso Estado foi para consagrar a vitória do PT no Brasil e na Bahia”. “Vamos juntos mudar o Brasil e fazer a Bahia avançar ainda mais, com a liderança do próximo governador do Estado, Jerônimo Rodrigues”, ressaltou. “Neste domingo, o eleitor vai escolher o Brasil do amor e não o do ódio. Lula prestigiou a Bahia com esta agenda no final da campanha. Até porque o povo baiano o adora e vota maciçamente no 13.” A Caravana do Time de Lula na Bahia participou de uma carreata em Ruy Barbosa, cidade natal do senador e candidato à reeleição Otto Alencar (PSD), durante a manhã. À tarde, está programada uma caminhada em Itaberaba e, à noite, um grande evento em Santo Estêvão.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) usou nesta quarta-feira (28) uma notícia falsa para argumentar que poderia determinar que as Forças Armadas fechem seções eleitorais no dia do pleito. Segundo Bolsonaro, isso seria possível caso eleitores sejam proibidos de entrar nas seções com camisas verde e amarelas -hipótese que nunca foi cogitada. O presidente disse durante uma live que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) estaria avaliando proibir o ingresso nas seções eleitorais de pessoas com camisas da seleção brasileira. Numa reunião da CTE (Comissão de Transparência das Eleições) com a entidade OTE (observatório da transparência das eleições), um participante pediu veto ao uso de camisa da seleção por mesários. A ideia não foi levada adiante. Nunca se cogitou proibição de uso de roupas verde e amarelas por eleitores. “É interferência demais. Está com medo de quê? De ter um mar de verde e amarelo? Você está preocupado com um mar de verde e amarelo votando [e depois] aparecer o nome do Lula ganhando. É isso TSE? É isso TSE?”, afirmou o presidente, em transmissão em suas redes sociais, após ter lido a notícia falsa. Na sequência, Bolsonaro conclamou os eleitores a irem votar com camisas com as cores da bandeira do Brasil e, então, ameaçou com o fechamento de seções eleitorais. “Eu estou convidando a todos voluntariamente votar com a camisa verde e amarela. O que as Forças Armadas puderem garantir [a] vocês de votarem com a camisa verde e amarela, vai ser garantido”, afirmou. “Eu vou determinar às Forças Armadas, que vão participar da segurança: qualquer seção eleitoral que for proibido entrar com a camisa verde e amarela, não vai ter eleição naquela seção. Ou estamos na democracia ou estamos no estado do Alexandre de Moraes”, completou o presidente da República.
Dois motociclistas morreram em um acidente no município de Correntina, no oeste da Bahia, na noite da última quarta-feira (28). De acordo com informações da Polícia Civil, os condutores trafegavam em sentidos opostos quando um perdeu o controle e bateu na outra motocicleta. Os dois morreram na hora. Eles foram identificados como Paulo Ricardo Santos, 17 anos, e José Roberto Almeida Santos, 35 anos. A suspeita é de que ambos estavam em alta velocidade. Os corpos foram encaminhados para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Santa Maria da Vitória e não há informações se já foram liberados.
Uma mulher de 46 anos foi morta com uma barra de ferro, na casa onde mora, na zona rural de Aracatu, no sudoeste da Bahia. Segundo a Polícia Civil, o companheiro dela, de 50 anos, não foi encontrado no local e é procurado pela Polícia Civil para prestar esclarecimentos. O caso aconteceu no último domingo (25). A vítima foi identificada como Eva da Silva Cordeiro Almeida. De acordo com a polícia, Departamento de Polícia Técnica (DPT) fez a perícia e os laudos ajudarão Delegacia Territorial (DT) de Brumado, responsável pela apuração do caso, a descobrir a autoria e motivação do crime.
Um incêndio foi registrado na manhã desta quinta-feira (29) em uma área de vegetação localizada perto da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR-242, em Barreiras, no oeste da Bahia. Ainda não há informações sobre o que teria causado as chamas. De acordo com o Corpo de Bombeiros da região, o fogo começou por volta das 10h e se alastrou até uma área de fiação elétrica. Não há detalhes se o fornecimento de energia foi afetado. Agentes do Corpo de Bombeiros foram até o local para controlar as chamas, mas não há informações de elas já haviam sido debeladas até o início da tarde desta quinta. Na quarta-feira (28), outro incêndio em uma área de vegetação também foi registrado na mesma rodovia, próximo ao local de acesso ao anel viário da cidade. Segundo os bombeiros, o fogo teria começado após uma pessoa não identificada fazer uma “limpeza de lixo” em terreno baldio. As chamas se espalharam rapidamente devido ao tempo seco que atinge a região. Os bombeiros detalharam que o fogo foi controlado ainda na quarta-feira, por volta das 16h.
Um grave acidente de trânsito foi registrado na manhã desta quinta-feira (29), na BA-263, Km 69, trecho que liga as cidades de Vitória da Conquista e Itambé. Segundo informações da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), o fato ocorreu por volta das 11:00h quando receberam chamado do SAMU 192 que prestava socorro ao condutor de um veículo Honda Civic que havia capotado. O homem de 34 anos recebeu os primeiros socorros no local e foi conduzido a Unidade Hospitalar. Imagens do local mostram que o carro ficou parcialmente destruído e foi parar no acostamento.
Mais de 156 milhões de eleitores, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), escolherão, no próximo domingo (2), os nomes que vão ocupar os cargos de presidente da República, governador, senador e deputado federal, estadual ou distrital. Você sabe para quem o voto é obrigatório e quem pode optar por não votar? O parágrafo 1º do Artigo 14 da Constituição estabelece duas categorias do eleitorado para as quais o voto é obrigatório ou facultativo nas eleições. Conforme o dispositivo, o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para os eleitores maiores de 18 anos, sendo facultativo para os analfabetos e os maiores de 70 anos, bem como para os maiores de 16 e menores de 18 anos. Para o TSE, o voto, mesmo para quem o direito de não votar, é fundamental. “O exercício da cidadania começa pela escolha dos representantes da população para os cargos dos Poderes Executivo e Legislativo nas esferas federal, estadual ou municipal. Por isso, é muito importante que todos os eleitores – mesmo aqueles para os quais o voto é facultativo – compareçam às urnas eletrônicas no domingo (2), primeiro turno das eleições gerais, e no dia 30 de outubro (em eventual segundo turno) para contribuir com a definição do destino do país”, ressalta o tribunal. De acordo com dados da Justiça Eleitoral, divulgados em 15 de julho, houve aumento de 6,21% do eleitorado desde as últimas eleições gerais do país, em 2018. À época, o número de eleitores habilitados a votar era de 147.306.275. Nas Eleições 2022, são 2.116.781 jovens de 16 e 17 anos aptos a votar de maneira facultativa. Em 2018, essa faixa etária atingiu 1.400.617. Esse número corresponde aos eleitores com 16 e 17 anos que terão essa idade no dia 2 de outubro, data do primeiro turno do pleito. Também em relação a 2018 houve crescimento de 51,13% nessa faixa etária do eleitorado. Segundo a Justiça Eleitoral, o aumento é resultado, principalmente, das ações promovidas durante a Semana do Jovem Eleitor. Somente nos quatro primeiros meses de 2022, o Brasil ganhou mais de 2 milhões de eleitores jovens. O eleitorado acima de 70 anos também aumentou. O salto foi de 23,82%, passando de 12.028.608 em 2018 para 14.893.281 em 2022. Esse número representa 9,52% de todo o eleitorado habilitado a votar em 2 de outubro.
A coligação Pra Mudar a Bahia ingressou no Ministério Público estadual (MP-BA), na Procuradoria Regional Eleitoral e no Ministério da Justiça com um pedido de apuração rigorosa sobre o caso do policial militar morto em um quarto de hotel enquanto dormia em Itajuípe, no Sul do estado. O profissional atuava na equipe de segurança do candidato a governador ACM Neto (União Brasil). Na solicitação, direcionada também ao Ministério Público Eleitoral de Itajuípe, a coligação pede que seja feita uma investigação isenta e aprofundada para que o caso seja esclarecido. De acordo com o deputado federal Paulo Azi, presidente estadual do União Brasil, causou estranheza a postura do governador Rui Costa (PT) de rapidamente informar que houve um confronto. “Ele fez essa afirmação, mas as evidências apontam para uma execução, conforme narra o policial sobrevivente. Então, muitas coisas precisam ser esclarecidas. Agora, neste cenário, é de se estranhar que o governador tenha vindo a público tão rapidamente para dizer que foi um confronto”, ressaltou. Paulo Azi pontuou que uma simples verificação das placas dos veículos em que os policiais se dirigiram ao hotel já seria suficiente para perceber que os carros pertenciam à campanha de ACM Neto. “Se isso fosse feito, essa tragédia poderia ter sido evitada. Existem ainda muitos pontos obscuros que precisam ser esclarecidos de maneira isenta”, destacou. No MP-BA, o pedido foi direcionado à área de Controle Externo da Atividade Policial. “Então, é preciso que seja realizada uma apuração rigorosa, analisando todos os fatos, com isenção, para que essa versão rapidamente colocada na mídia seja efetivamente confirmada ou não. Nosso desejo é que esse caso seja esclarecido”, complementou Azi.
Eleitores do candidato do PDT a presidente, Ciro Gomes, entendem que tanto o ex-presidente Lula (PT) quanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) já tiveram suas chances no mais cargo do país e que é preciso um novo nome no posto para melhorar de fato a situação do país. As observações constam em pesquisa qualitativa feita pelo Datafolha com um grupo de homens e mulheres de diferentes regiões do país e de variadas ocupações, graus de escolaridade e idade. A pesquisa foi feita na última quarta-feira (22) e contou com 11 entrevistados que se declaram eleitores do pedetista. Segundo o instituto, os eleitores participantes também mencionaram como motivação para o voto o histórico do candidato em relação a acusações de corrupção e sua experiência em cargos públicos. Há citações também a propostas do presidenciável na área econômica, como alterar a política de preços da Petrobras. Também sobraram críticas para o comportamento de Bolsonaro enquanto chefe de Estado, especialmente em relação ao decoro no cargo. O grupo analisado, porém, se dividiria entre o candidato à reeleição e o petista em um eventual segundo turno sem Ciro. Os eleitores ouvidos se mostraram convictos no voto, sem intenção de trocar de candidato nas vésperas do primeiro turno. A campanha de Lula tenta desidratar o eleitorado de Ciro para liquidar a eleição já no próximo domingo (2), defendendo o chamado “voto útil”. Na mais recente pesquisa do Datafolha, o pedetista marcou 7% das intenções de voto, bem atrás dos dois primeiros colocados, Lula (tem 47%) e Bolsonaro, que está com 33%. O pedetista é alvo de críticas de apoiadores do PT, que o veem como linha auxiliar do bolsonarismo pelo tom de ataques a Lula. No grupo pesquisado pelo Datafolha, ainda há esperança de que o pedetista consiga ir para o segundo turno. Um eleitor ouvido diz que vota em Ciro “independente de ele ganhar ou não”. Diferentemente da pesquisa quantitativa, como a de intenção de voto, a qualitativa tem como objetivo se aprofundar em percepções de um grupo restrito de entrevistados que possam mostrar tendências de comportamento de determinado segmento da sociedade. A pesquisa não representa o total de eleitores. No grupo pesquisado, eleitores se ressentem da crise econômica vivida no país e da gestão do atual governo durante a pandemia do coronavírus. Mas há elogios a iniciativas da gestão Bolsonaro como o reajuste do Auxílio Brasil e a redução dos tributos sobre os combustíveis. O Datafolha também ouviu os eleitores sobre pontos negativos do pedetista. Houve menções a arrogância e “baixo autocontrole” do presidenciável. A maioria dos ouvidos votou em 2018 em Ciro e pretende votar novamente neste domingo.
Presidente do Instituto Voto Legal, contratado pelo PL para auditar a eleição, o engenheiro Carlos Rocha elogiou nesta quinta-feira (29) o sistema de votação eletrônica, um dia após ter sido incluído no inquérito das fake news em curso no STF. “Consideramos o sistema eletrônico de votação um bom sistema, e a urna eletrônica um bom equipamento”, afirmou ele ao Painel. “Não fomos contratados para dizer se a urna funciona ou não, ou se é boa ou não. Não estamos nem para atacar, nem para defender a urna eletrônica”, acrescentou. Nesta quarta (28), o instituto comandado por Rocha publicou relatório em que afirma que “o quadro de atraso encontrado no TSE” gera “vulnerabilidades relevantes” e pode resultar em invasão interna ou externa nos sistemas eleitorais. “Com grave impacto nos resultados das eleições”, diz. O documento provocou reação do ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que incluiu o instituto no rol de investigados por espalhar desinformação. Em tom moderado, o engenheiro afirma ter ficado surpreso com a atitude, uma vez que vinha conversando com técnicos do tribunal sobre o tema há vários meses. “O processo foi feito a quatro mãos com o TSE até meados de agosto. Tivemos uma reunião produtiva com a Christine Peter, secretária-geral da presidência do TSE, que durou mais de 90 minutos. Ela elogiou o propósito do trabalho e as informações apresentadas”, diz Rocha. Segundo ele, o intuito do trabalho é apenas colaborar para fortalecer o modelo de votação. “A nossa função é avaliar as informações disponíveis em documentos públicos, para identificar pontos de atenção para contribuir com o TSE sobre como melhorar o sistema”, afirmou. Rocha disse ainda que está à disposição para prestar esclarecimentos ao TSE. “Estamos muito tranquilos”.
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) rejeitou o registro de candidatura a deputado federal do ex-governador do DF José Roberto Arruda (PL-DF). Pivô do mensalão do DEM, Arruda chegou a ser preso e foi condenado em processos derivados da operação Caixa de Pandora, de 2009, quando foi filmado recebendo um maço de dinheiro. Ele alega que os valores seriam utilizados em ações sociais, como a compra de panetones. O ministro Kassio Nunes, do STF (Supremo Tribunal Federal), suspendeu em agosto duas condenações que tornavam o ex-governador inelegível. O TSE atendeu a um pedido do Ministério Público Eleitoral ao negar o registro. Eles consideraram que Arruda segue inelegível por causa das condenações. Arruda é marido de Flávia Arruda (PL-DF), ex-ministra de Jair Bolsonaro (PL), que disputa o Senado. O MP havia apontado que as decisões para reestabelecer os direitos políticos eram “precárias”, “com base em uma possível aplicação retroativa dos novos prazos de prescrição”.