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O apresentador Sikêra Jr, que estava afastado das funções na Rede TV! após passar mal ao vivo durante a exibição do programa ‘Alerta Nacional’, testou positivo para o novo coronavírus. Em entrevista para o próprio programa, agora apresentado pela repórter Mayara Rocha, o comunicador falou sobre a situação. “Estou bem graças a Deus. É uma surpresa. A gente acha que só pega fogo na casa do vizinho e a vida me deu essa lição. Apesar que todo mundo fala ‘você estava indo trabalhar’. Eu iria de novo trabalhar. Se eu não colocasse em risco meus colegas de trabalho, eu voltaria, eu preciso trabalhar. Mas a gente não acredita enquanto não acontece com a gente”. Sikêra cumpre o isolamento social em casa, medida que foi zombada por ele em rede nacional por não acreditar que o vírus era algo para se preocupar. Além do apresentador, a família dele também testou positivo para Covid-19 “Estou em casa, bem acompanhado. Um infectologista está me acompanhando, meu cardiologista me acompanha desde que cheguei em Manaus. Estou tomando minha medicação, seguindo à risca o que me orientaram, mandaram fazer e é isso. Pedir à Deus para que eu passe por essa”.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira (30) que o deputado federal Charles Fernandes (PSD) poderá continuar exercendo seu mandato.O parlamentar foi absolvido por 5 votos a 2 por abuso de poder político nas eleições de 2016. Ele, que é ex-prefeito da cidade de Guanambi, era acusado de ter feito a contratação de mais de mil servidores temporários no ano de 2016 para cargos na administração municipal, mesmo com a existência de aprovados em um concurso público. O presidente estadual do PSD, senador Otto Alencar, comemorou a decisão e disse ao bahia.ba que a “justiça foi feita”. “Sempre confiei na Justiça e sei que Charles é um grande deputado que está fazendo um bom trabalho na Câmara Federal. Agora ele vai ter tranquilidade para trabalhar mais ainda pela Bahia e pela querida cidade de Guanambi”, ressaltou
Nesta manhã de quinta-feira (29), por volta das 09h, policiais da 80ª CIPM, lotados no município de Cândido Sales, foram acionados para averiguar a ocorrência de uma possível morte acidental, provocada por descarga elétrica, no povoado da Extrema, zona rural de Caraíbas. No local, a guarnição encontrou um homem caído, próximo a uma bomba d'água junto à aguada, utilizada para irrigação da plantação. A vítima tratava-se de um lavrador de 42 anos de idade. De acordo com informações de populares, lavradores da localidade costumam realizar manutenção nas bombas d'água instaladas, algumas sem observância das normas de segurança, o que por vezes ocasiona acidentes, muitos dos quais as vítimas acabam morrendo por parada cardíaca, em razão do choque elétrico, ou por afogamento. A vítima em questão apresentava queimaduras nas pontas dos dedos, sugerindo que havia tomado uma forte descarga elétrica. O local foi isolado e a guarnição acionou o Departamento de Polícia Técnica para realização dos procedimentos legais e remoção do corpo.
Em entrevista ao Balanço Geral, da Record TV Itapoan, o governador Rui Costa (PT) falou sobre a impossibilidade de realização de festas, ou aglomerações como o Carnaval sem que haja uma vacina para a Covid-19. “Não tenho dúvida, nem Carnaval, nem reveillón. Não só no Brasil, no mundo inteiro, não haverá show enquanto não tiver a vacina, por que nós podemos ter uma segunda ou terceira onde de contaminação e matar milhões de pessoas. Não haverá, com certeza, aglomeração de pessoas”, disse o governador. De acordo com informações do BNews, Rui Costa afirmou que o problema não é o financiamento, mas sim a aglomeração de pessoas, portanto, não poderá ser feito nenhum evento , seja público ou privado. “O vírus vai estar circulando o ano inteiro, no mundo inteiro, até se produzir uma vacina. Vi a OMS anunciar que a vacina só deve estar disponível com produção em escala mundial, em um cenário otimista, em 9 ou 10 meses, então não haverá aglomeração neste período”, concluiu.
Em plena pandemia, grandes filas continuam sendo formadas em agências da Caixa e lotéricas em todo o estado. No município de Livramento de Nossa Senhora, dezenas de pessoas se aglomeraram na tentativa de utilizar um terminal da Caixa Econômica e sacar os R$ 600, valor referente ao auxílio emergencial do Governo Federal, na manhã e tarde desta quinta-feira (30). Ao contrário do que recomenda as autoridades sanitárias e médicas de todo o mundo, que defendem o distanciamento social para frear a proliferação do novo coronavírus, as filas e aglomerações para uso dos terminais da Caixa e lotéricas são cada vez mais comuns.
A Secretaria de Saúde do município de Livramento de Nossa Senhora informou, em boletim divulgado nesta quarta-feira (29), que possui 03 casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19), com a observação que 01 se trata de paciente com exame realizado na cidade, porém, que reside em outro município. Há 46 casos descartados, 23 em internamento domiciliar, 11 suspeitos e 198 monitorados. Caso a população tenha alguma dúvida ou precisar de qualquer esclarecimento pode entrar em contato com a Sesau pelo 77 3444-1925 ou 77 99951-0902.
Ao analisar 40 milhões de cadastros realizados no sistema da Caixa Econômica Federal, a Dataprev – Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência – não conseguiu identificar se esses trabalhadores têm direito ao benefício. Isso representa cerca de 13,6 milhões de informais, que precisarão refazer o cadastro no aplicativo e site da Caixa para receber o auxílio emergencial de R$ 600. Outros 20,27 milhões foram considerados elegíveis e 6,97 milhões, inelegíveis. Ao todo, foram finalizados no sistema 49, 2 milhões de cadastros até a tarde desta quarta-feira (29). Desse total, 46 milhões já foram repassados à Dataprev para cruzamento de dados e autorização do pagamento. Quando o resultado é inconclusivo, o interessado pode fazer uma nova solicitação para corrigir dados informados anteriormente. Entre os motivos para esse tipo de resultado estão: marcação como chefe de família sem indicação de nenhum membro; falta de inserção da informação de sexo; inserção incorreta de dados de membro da família, tais como CPF e data de nascimento; divergência de cadastramento entre membros da mesma família; inclusão de alguma pessoa da família com indicativo de óbito. Se o resultado for “benefício não aprovado”, o interessado poderá contestar o motivo da não aprovação ou realizar nova solicitação. Para receber o auxílio emergencial, ele não pode receber outro benefício do governo e precisa se enquadrar nos critérios previstos nas lei: renda mensal de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar total de até três mínimos (R$ 3.135,00).
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na quarta-feira (29) derrubar dois dispositivos trabalhistas previstos na Medida Provisória (MP) 927/2020, editada em meio à situação de calamidade pública provocada pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Por maioria de votos, os ministros entenderam que os casos de contaminação de empregados pela Covid-19 não podem ser descartados como doenças ocupacionais. Pelo Artigo 29 da MP, que foi considerado ilegal, “os casos de contaminação pelo coronavírus (Covid-19) não serão considerados ocupacionais, exceto mediante comprovação do nexo causal”. Na mesma decisão, a Corte decidiu que os auditores fiscais do trabalho não podem atuar somente de “maneira orientadora”, conforme determinou a norma, quando se depararem com irregularidades, como falta de registro de empregados e situações de grave e eminente risco. O STF julgou se mantem a decisão individual do ministro Marco Aurélio, proferida no mês passado, que rejeitou sete ações de partidos de oposição contra a parte da medida que trata de questões de trabalhistas. Na sessão, a liminar do ministro foi acolhida em parte.
Em transmissão nas redes sociais, na noite desta quarta-feira (29), o governador Rui Costa respondeu à investida do presidente Jair Bolsonaro, que, mais cedo, disse que ele está “de palhaçada” por causa das medidas rigorosas de isolamento social contra o coronavírus na Bahia. Rui pediu que Bolsonaro governe o País “sem picuinha ou agressão”. “Não considero que salvar vidas seja palhaçada. O presidente da República falou hoje em palhaçada. Eu não vou mudar meus padrões éticos, vou manter os ensinamentos que aprendi com minha mãe. Não vou mudar minhas palavras para me dirigir a vossa excelência. O que vou te pedir é que você governe o Brasil, sem fazer picuinha ou agressão. Respeite o esforço de governadores e prefeitos. É isso que o Brasil espera do presidente da República. Então, ao invés de tratar as coisas de forma debochada, tenha respeito pelos prefeitos e governadores. Respeite a vida humana”, afirmou o governador. Em entrevista coletiva ao deixar o Palácio da Alvorada, Bolsonaro tentou minimizar as medidas de isolamento social implantadas por diversos decretos do governo da Bahia. “Não adianta Rui Costa ficar nessa palhaçada”.
De terça-feira (28) para quarta-feira (29) o Brasil registrou mais 449 mortos pela pandemia do novo coronavírus. Nos números do Ministério da Saúde divulgados no final desta tarde, há também o volume de 6.276 contaminações confirmadas no intervalo de 24 horas. No somatório desde a chegada do Sars-Cov-2 ao país, no final de fevereiro, o país enfrentou 5.017 vítimas fatais e 71.886 diagnosticados com a Covid-19. Em São Paulo, estado com o maior volume de casos, foram atestadas 198 mortes nas últimas 24 horas. Na véspera, o governo paulista somou 224 óbitos. Com estes números, o governador João Dória ressaltou não vislumbrar possibilidade de diminuir o isolamento social, atualmente na faixa de 48% ante uma meta de 70%. “Numa taxa de isolamento de 48% em não preciso nem sequer perguntar para o doutor David Uip (coordenador do Centro de Contingência ao Coronavírus), ao doutor Germann (secretário estadual de Saúde)”, disse o gestor. Dória argumentou ainda que já riscos de colapso nos hospitais de São Paulo capital e Região metropolitana. O governo paulista chegou a cogitar uma flexibilização da quarentena a partir de 11 de maio, mas condicionada à dinâmica da pandemia no estado.
Não há expectativa para a desaceleração dos casos de infectados e mortes pelo novo coronavírus no Brasil, defende a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). De acordo com o Boletim do InfoGripe, da instituição, há uma tendência à continuação da aceleração do espalhamento da doença em todo território nacional, assim como no início do mês de março – antes do isolamento social. A análise do boletim se embasa nos dados inseridos do Sivep-gripe até o dia 26 de abril. O InfoGrip, que analisa os casos notificados e as mortes causadas pela síndrome respiratória aguda grave (SRAG), espelha uma indicação da epidemia – embora não considere apenas os sintomas associados à Covid-19, mas as internações onde havia sintomas como febre, tosse, dor de garganta e dificuldade para respirar simultaneamente. “É possível observar uma nítida tendência de crescimento da epidemia e não chegamos ao pico”, comenta o pesquisador do Programa de Computação Científica da Fiocruz e coordenador da plataforma InfoGripe, Marcelo Gomes. Até 26 de abril 44.700 casos de SRAG foram notificados. Mas levando-se em conta a demora na notificação de todos os casos até o fim da semana epidemiológica 17 (19 a 25 de abril), o InfoGripe estima que os casos sejam cerca de 62.600.
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou o pedido do deputado Alexandre Frota sobre afastamento de Jair Bolsonaro. A recusa, na terça-feira (28), se deu sem análise de mérito. De acordo com informações da coluna Radar, de Veja, o mandado de segurança foi elaborado com argumento de que Bolsonaro teria cometido crime ao inserir a assinatura de Sergio Moro na exoneração de Maurício Valeixo da Polícia Federal. O então ministro disse, em pronunciamento a última sexta-feira (24) que não havia sido informado sobre a decisão. Frota também argumentou que Bolsonaro tem insistido em interferir na Polícia Federal, o que configura violação ao princípio da impessoalidade. Fachin entendeu que não há amparo legal para o afastamento e lembrou que mandado de segurança não é o instrumento adequado para aquele objetivo. A Constituição, disse o ministro do Supremo, reserva um “rito especial” para afastamento de chefe da República, e que consta no artigo 86.