Esse período tem 261 posts encontrados
O governador eleito Jerônimo Rodrigues (PT) defendeu, na noite deste domingo (30), a unidade do “time” governista, falou em “passar uma esponja” nos votos da população e anunciou o início da transição de governo para esta segunda-feira (31). De acordo com Jerônimo, apesar do resultado oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontá-lo como único vitorioso da eleição estadual, o “time” todo foi o responsável pela vitória que levará o PT a 20 anos de governo na Bahia. “A vitória de Jerônimo foi o que apareceu lá na votação. Mas, ao lado, na frente e por trás, tem um projeto, tem um time”, afirmou o governador eleito. Jerônimo agradeceu também ao governador Rui Costa (PT) e ao senador Jaques Wagner (PT), que em seus governos teriam construído as condições para que ele encontrasse um estado em condições de governar. O petista ainda defende que se passe uma esponja nos votos desta eleição, para que o governo do estado sirva a toda a população baiana, sem distinção político-ideológica. “Aquelas pessoas que não votaram no 13, pode ter certeza: a partir de hoje, passa-se uma esponja nos votos, para garantir que todos os baianos e baianas terão, no nosso governo, a compreensão de que a eleição serve para fazer um grande debate de projetos para a Bahia”, afirmou Jerônimo.
Transição
Também foi anunciado o início da transição de governo para esta segunda-feira (31), com audiência em horário a ser confirmado por Jerônimo e por Rui. “Aqui não tem descanso não. Amanhã, terá uma audiência para desenhar a transição. É do mesmo time, mas a gente vai ter transição, vai ter mudanças e nós vamos querer avançar. Avançar para melhor”, disse. “A palavra mais forte é avançar. Avançar nas políticas públicas de Saúde, de Educação, de estradas, de cultura, de juventude. Eu tenho a plena convicção de que as pessoas que apostaram neste voto terão orgulho de ajudar a gente a governar. Assim como a gente vai ter que governar em mutirão com Lula pelo Brasil, aqui na Bahia nós faremos o mesmo”, finalizou o governador eleito.
A eleição para Presidente da República em Livramento de Nossa Senhora consagrou no domingo (30), a vitória de Luis Inácio Lula da Silva na cidade. No resultado final da apuração das urnas, Lula recebeu o total de 21.341 votos ( 77,9%) enquanto o candidato Jair Messias Bolsonaro teve 6.037 votos (22,05%). Os registros apontam ainda, 412 votos em branco (1,43%) e 903 votos nulos (3,15%).
A 46ª CIPM informou a reportagem do Blog Regional, que durante rondas pela cidade de Livramento de Nossa Senhora, na Avenida Deputado Leônidas Cardoso, na proximidade do posto Sabrina, a guarnição se deparou com um indivíduo não identificado, conduzindo uma pickup Hilux de cor preta, efetuando disparos de arma de fogo em direção ao pessoal que participava da carreata política do PT. Ao avistar a aproximação da viatura caracterizada da PM, evadiu do local em alta velocidade, onde foi feito o acompanhamento, até a chegada no local, onde o indivíduo abandonou o veículo e entrou em uma residência de propriedade até então desconhecida, deixando o portão aberto. Foi feita a incursão no interior do imóvel, e imediatamente foi dado voz de abordagem, e no momento da busca pessoal foi localizado em sua cintura uma pistola taurus.40 municiada. O mesmo relatou que a residência é de sua propriedade e que no seu interior haveria mais uma espingarda utilizada para caça, e munições. De imediato foi dado voz de prisão, e o indivíduo acompanhou a busca feita no interior do seu veículo, onde foram localizadas mais uma espingarda e uma arma de Airsoft, do tipo simulacro. Todo o material foi recolhido na presença do indivíduo, o qual foi conduzido à Delegacia de Polícia de Livramento, para adoção de medidas cabíveis. sendo todo material descrito apresentado: 1 espingarda de 2 canos, de fabricação artesanal; 01 espingarda cartucheira, cal.28, sem marca e numeração; 01 pistola Taurus CAL. 40, com coldre, e um carregador (arma pertencente à Polícia Civil do estado de Sergipe, com restrição de furto); 7 munições intactas de .40; 01 munição deflagrada de .40; 01 munição de 7.63 01 munição de 403; 02 munições de 22 09 munições de .38; 02 canivetes. Todo material apreendido foi apresentado a DT de Livramento.
A BYD Auto é subsidiária da BYD, multinacional de alta tecnologia, dedicada a alavancar inovações tecnológicas para uma vida melhor. Com o objetivo de acelerar a transição verde do setor de transporte global, a BYD Auto se concentra no desenvolvimento de veículos elétricos puros e híbridos plug-in. A maior fabricante de carros elétricos do mundo irá investir R$ 3 bilhões para instalar três fábricas na Bahia, gerando 1.200 empregos diretos durante o período de implantação. As unidades irão produzir chassis de ônibus e caminhões elétricos e veículos de passeio elétricos e híbridos e processar lítio e ferro fosfato, de acordo com o protocolo de intenções assinado na quinta-feira (27) entre a BYD do Brasil, subsidiária da empresa chinesa no país, e o Estado da Bahia. Pelo Estado, assinaram o documento o governador Rui Costa e os secretários estaduais de Desenvolvimento Econômico, José Nunes Soares, e da Fazenda, Manoel Vitório. Já o Diretor Presidente da BYD do Brasil, Tie Li, assinou o protocolo de intenções em nome da empresa. Conforme o cronograma, todas as unidades começam a ser implantadas em junho de 2023. Duas delas devem estar concluídas em setembro de 2024, com início de operação em outubro. A terceira tem conclusão prevista para dezembro do mesmo ano, com início de operação em janeiro de 2025. Etapas A implantação de uma indústria química para processamento de lítio e ferro fosfato constitui, de acordo com o protocolo, a primeira fase do empreendimento. Esta unidade utilizará como insumos o lítio extraído no Brasil. A produção desta unidade será exportada para a China. Em paralelo com a indústria química, será implantada a fábrica de chassis para produção de ônibus e caminhões elétricos, sendo que a produção de ônibus elétrico será para abastecer o mercado das regiões Norte e Nordeste do Brasil. A produção de veículos de passeio elétricos e híbridos compreende a terceira fase do acordo. O protocolo prevê ainda que a BYD também analisará a viabilidade da importação de veículos acabados pelo porto de Salvador. Incentivos A contribuição do Estado da Bahia para viabilização do empreendimento inclui a concessão de incentivos fiscais até 31 de dezembro de 2032, de acordo com a legislação tributária estadual. Os benefícios baseiam-se na Lei nº 7.537/99 que institui o Programa Especial de Incentivo ao Setor Automotivo da Bahia (Proauto), e na Lei nº 7.980/2001 e Decreto n.º 8.205/2002, estaduais, que institui o Programa de Desenvolvimento Industrial e de Integração Econômica (Desenvolve). A implantação na Bahia de planta industrial dotada com a mais avançada tecnologia global do setor automotivo trará benefícios como o desenvolvimento social do Estado da Bahia, em decorrência do incremento da base produtiva e circulatória de bens, e a geração de novos empregos e renda. Ainda de acordo com o protocolo, os incentivos se justificam por ser indispensável que o Estado, visando ao incremento do desenvolvimento industrial e comercial, propicie condições para a realização de investimentos no setor produtivo, mediante a formação de parcerias com o setor privado. Compromissos da BYD Entre as contrapartidas assumidas pela BYD estão a elaboração de um plano de negócios detalhado, que deverá ser aprovado pelo Estado. A empresa deverá promover o treinamento e a capacitação de mão de obra especializada, prioritariamente local, a ser aproveitada no processo fabril. Deverá ainda, a cada seis meses após a assinatura do protocolo e até a entrada em operação das unidades industriais, informar à Secretaria de Desenvolvimento Econômico sobre o estágio do empreendimento e a previsão de implantação. A BYD também deverá priorizar a contratação de empresas estabelecidas na Bahia para a realização das obras civis, contratação dos serviços e aquisição dos insumos necessários à implantação e operação do empreendimento, priorizando fornecedores locais e obrigando-se a disponibilizar a lista completa dos serviços a contratar e dos insumos a adquirir, o que contribuirá para o adensamento da cadeia produtiva dentro do estado. Outra contrapartida estabelecida é a adesão da empresa ao Projeto Estadual de Incentivo à Primeira Experiência Profissional - Estágio, Aprendizagem e Ocupação Formal (Projeto Primeiro Emprego).
A Promotoria de Barcelona retirou na sexta-feira (28) todas as acusações contra Neymar por corrupção e fraude nas supostas irregularidades da transferência para o clube catalão. O jogador havia sido comprado pelo Barcelona junto ao Santos em 2013. Inicialmente, a Promotoria espanhola havia pedido dois anos de prisão e uma multa de 10 milhões de euros contra o atacante brasileiro, que atualmente joga pelo francês PSG. O procurador do caso retirou as acusações "contra todos os réus e por todos os fatos" que estavam sendo processados. Revelado pelo Santos, Neymar jogou no Barcelona entre 2013 e 2017. O atacante disputou 186 partidas e marcou 105 gols. Ele deixou o clube Catalão contratado pelo PSG.
A três dias do segundo turno, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro (PL), defendeu na quinta-feira (27) a ideia de adiar as eleições. Eduardo sugeriu que postergar a data da votação permitiria ao pai uma "reparação" por conta das supostas irregularidades na veiculação de propaganda em rádios. A campanha de Bolsonaro sustenta que emissoras do Norte e do Nordeste teriam veiculado mais peças de publicidade do petista Luiz Inácio Lula da Silva do que do presidente. A denúncia de desequilíbrio na exibição de inserções de 30 segundos ao longo da programação das rádios foi arquivada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes. Jair Bolsonaro disse que vai recorrer da decisão da Corte eleitoral. "Tem um candidato que está sendo depreciado e um que está sendo favorecido. Isso está ferindo a democracia. Se fosse dado todo o direito de resposta a Jair Bolsonaro é tanto tempo que seria necessário adiar essa eleição. Se a eleição for no domingo já temos uma certeza: Jair Bolsonaro foi prejudicado e não teve direito a reparação", afirmou Eduardo, durante entrevista ao site baiano BNews. A tese do adiamento, que levanta a acusação de violação das regras eleitorais por parte dos adversários, divide aliados de Bolsonaro. O presidente recebeu indicações de que não teria apoio no Centrão. A três dias do segundo turno, a mudança das eleições exigiria uma emenda constitucional, a ser proposta e aprovada no Congresso. As datas do primeiro e do segundo turno das eleições estão prevista na Constituição, no artigo 77. "A eleição do Presidente e do Vice-Presidente da República realizar-se-á, simultaneamente, no primeiro domingo de outubro, em primeiro turno, e no último domingo de outubro, em segundo turno, se houver, do ano anterior ao do término do mandato presidencial vigente", diz o texto. Integrantes do governo e da campanha bolsonarista denunciaram uma suposta fraude na veiculação da propaganda de Bolsonaro. Em entrevista, o coordenador de comunicação da campanha, Fabio Wajngarten, e o ministro das Comunicações, Fábio Faria, disseram que rádios de todo o País teriam deixado de transmitir 154 mil inserções de rádio, que são propagandas de 30 segundos inseridas de forma aleatória na programação das emissoras. A coligação do presidente recorreu ao TSE. Por exigência do tribunal, os advogados do PL apresentaram relatório de monitoramento com uma amostra que apontava apenas omissão de 730 inserções em oito rádios do Nordeste. Esse levantamento sobre a publicidade das campanhas usou como metodologia verificar a veiculação das inserções por meio na transmissão via streaming (na internet) das emissoras. Segundo especialistas ouvidos pelo Estadão, as rádios não são obrigadas a veicular a propaganda eleitoral na sua versão na internet. A regra de divulgação da campanha vale para a transmissão por ondas de rádio. O presidente do TSE mandou arquivar a denúncia. Moraes considerou inconsistente o relatório apresentado pelo PL com as supostas provas de irregularidades e apontou "inépcia" na auditoria da empresa Audiency, contratada pela sigla. Ele determinou que seja investigado possível crime na tentativa de tumultuar as eleições. Na quinta-feira (27) o presidente do TSE afirmou que a responsabilidade de fiscalizar a regularidade de veiculação da propaganda é dos partidos. "Como todos sabemos, não é, nunca foi e continuará não sendo responsabilidade do Tribunal Superior Eleitoral distribuir mídias de televisão e rádio e fiscalizar rádio por rádio no País todo, se elas estão transmitindo as inserções dos candidatos. Isso todos os partidos e candidatos de boa-fé sabem", afirmou. "Cumpre às emissoras, por obrigação normativa, retirar no site do TSE e veicular as inserções. Essa é a única função do Tribunal Superior Eleitoral", completou. Na quarta-feira, dia 26, Eduardo Bolsonaro já pregava o adiamento do segundo turno com consequência direta da necessidade de reposição do tempo de propaganda nas rádios. Outros aliados do presidente discordavam. O Estadão apurou que a tese encontra eco em parte dos colaboradores mais radicalizados do presidente, que desejam um "terceiro turno antes do segundo", nas palavras de integrantes do Centrão. O ministro Ciro Nogueira (Casa Civil), um dos coordenadores da campanha e líderes do partido Progressistas, afirmou na quarta-feira (26) que não via motivo para postergar o segundo turno. "Não existe previsão legal para adiar uma eleição", disse ao site Poder 360. Na mesma noite, Bolsonaro convocou de última hora uma reunião ministerial com a presença dos comandantes militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica e do ministro da Defesa. Nenhum deles, porém, apareceu para o pronunciamento, no qual Bolsonaro disse que iria "às últimas consequências". O presidente se vitimizou e reclamou que havia interferência no resultado e "enorme desequilíbrio" na disputa com Lula. No Congresso, o senador Lasier Martins (Podemos-RS) vocalizou a sugestão de adiamento das eleições. A deputada Carla Zambelli (PL-SP) disse que a melhor solução não seria adiar as eleições, mas suspender as inserções de Lula. Esse era, inicialmente, o pedido da coligação do presidente, que não sugeriu o adiamento. Nem a petição inicial, nem a segunda sugeriram alterar a data do segundo turno para repor propagandas de Bolsonaro. Os documentos foram assinados pelo advogado Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, ex-ministro do TSE, e equipe. Eles já previam que o suposto dano não poderia ser reparado até o fim da campanha, que se encerra nos meios de comunicação na sexta-feira, 28. O pedido inicial era a "imediata suspensão da propaganda de rádio da Coligação Brasil da Esperança (de Lula) em todo o território nacional, com a retirada e o bloqueio do respectivo conteúdo do pool de emissoras, bem como a notificação individualizada das emissoras de rádio envolvidas, até que se atinja o número de inserções usurpadas da Coligação peticionária". "Tendo em vista que além da não veiculação, injustificada, das inserções ao que o peticionante faria jus, também se verificou excesso de veiculação de inserções da Coligação adversária (acima do limite de 25 spots diários previstos em lei), dano que não poderá ser reparado até o término da campanha eleitoral, que seja determinada a imediata suspensão da propaganda de rádio - na modalidade inserções - da Coligação Brasil da Esperança em todo o território nacional, com a retirada e o bloqueio do respectivo conteúdo do pool de emissoras", argumentou o ex-ministro do TSE, na complementação da denúncia.
O ministro das Comunicações Fábio Faria se diz arrependido de ter levantado suspeitas sobre falhas nas inserções em emissoras de rádio após o tema "escalar" e passar a ser usado por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro para pedir o adiamento das eleições. Um dos coordenadores da campanha do candidato à reeleição, Faria disse que seu objetivo, ao convocar uma entrevista coletiva de imprensa na segunda-feira apontando um suposto boicote, era tentar um acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para compensar os eventuais prejuízos na propaganda de Bolsonaro. Mais cedo, ele disse ao jornal Folha de S.Paulo que as falhas eram do partido por perceber tardiamente o problema, e não do tribunal. — Entrei nesse tema para resolver inserção via inserção, para tentar mediar um acordo entre o TSE e a campanha. Quando esse assunto escalou, eu saí. Eu me arrependi porque o assunto escalou. Se fosse o tema só a inserção, tudo bem. Mas como entraram em outro assunto. Ele não escalou só por isso (inserções), escalou pela denúncia do funcionário do TSE e pediram adiamento (das eleições) — disse o ministro ao GLOBO. Faria cita o caso do servidor Alexandre Gomes Machado, que foi exonerado pelo TSE e procurou a Polícia Federal para prestar um depoimento na madrugada da quarta-feira (26). Aos investigadores, ele alegou que perdeu o seu cargo após ter informado seus superiores sobre uma suposta falha na veiculação de inserções em rádios de Bolsonaro. A Corte, porém, informou que a demissão foi motivada por "indicações de reiteradas práticas de assédio moral, inclusive por motivação política". Segundo a Corte, essas denúncias serão "devidamente apuradas". A operação da campanha de Jair Bolsonaro que levantou suspeitas sobre a não veiculação de inserções de propaganda do candidato à reeleição criou uma crise no QG bolsonarista.
Pontos de discórdia
Nos bastidores, tanto o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, quanto o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, cacique do PP, demonstram contrariedade com a mais nova investida contra o TSE. Segundo aliados, em caso de derrota de Bolsonaro no domingo, os dois expoentes do Centrão não devem embarcar numa eventual batalha para contestar o resultado das urnas. Nenhum deles participou da reunião convocada às pressas pelo presidente na noite de quarta-feira no Palácio da Alvorada para tratar sobre o tema. Outro ponto de discórdia na campanha de reeleição a presidente da República é que a coletiva em que Faria e o ex-secretário de Comunicação Fabio Wajngarten levantaram as suspeitas não contou com o aval de Valdemar, que não teria sido consultado sobre a empreitada. Cabe ao partido pagar as empresas que estão sendo contratadas para fazer as auditorias. Há ainda o temor que nova ofensiva contra o TSE possa atrapalhar até mesmo a aprovação das contas dos partidos. Foi o próprio ministro das Comunicações quem convocou a entrevista coletiva em frente ao Palácio da Alvorada pela redes sociais na segunda-feira à noite para tratar o que chamou de "fato grave". Na ocasião, Faria afirmou que teve uma reunião "informal" com o presidente do TSE , Alexandre de Moraes, sobre a auditoria contratada pela campanha e que esperava que o tempo de inserções fosse reposto. Moraes, contudo, rejeitou a ação por ausências de provas e inconsistências feitas no levantamento apresentado pela campanha de Bolsonaro. Determinou, ainda, apuração sobre possível "cometimento de crime eleitoral com a finalidade de tumultuar o segundo turno do pleito em sua última semana".
A partir da próxima terça-feira, 1º de novembro, a venda de veículos na Bahia dá mais um passo no quesito modernização e segurança. O Detran-BA (Departamento Estadual de Trânsito) vai aderir ao sistema da venda online de veículos por meio digital. Através da Carteira Digital do Trânsito (CDT), a venda e compra poderá ser efetivada sem a necessidade de reconhecimento de firma e utilizando o aplicativo no celular. O sistema prevê também maior segurança nas operações. A venda digital é o registro da intenção de venda e a assinatura da Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo digital (ATPV-e). É valido ressaltar que o serviço só estará disponível para veículos com o CRV digital (que passou a ser emitido em janeiro de 2021).
Os candidatos que chegaram ao segundo turno da disputa pela Presidência da República nas eleições de 2022 desperdiçaram a última oportunidade para falar aos eleitores que vão às urnas no domingo (30/10) com muito bate-boca e poucas propostas no debate promovido pela Rede Globo na noite da sexta-feira (28/10). Quem assistiu ao evento televisivo ficou sabendo muito pouco sobre os programas de governo do candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), e do desafiante, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas passou mais de duas horas vendo os dois se chamando de “mentiroso”, “bandido”, “descompensado”, “abortista” e outros xingamentos. Atrás nas pesquisas e precisando desestabilizar o adversário para ganhar o embate, Bolsonaro tomou a iniciativa na agressividade e partiu para cima de Lula com tom forte, principalmente nos dois primeiros blocos, enquanto Lula tentava responder com ironia. Sorteado para iniciar o debate, Bolsonaro até começou com uma novidade, uma promessa nova num assunto que vem machucando sua campanha nesta reta final, o salário mínimo. Acusado por Lula de ter passado o mandato sem dar reajuste acima da inflação, Bolsonaro prometeu um mínimo de R$ 1.400 em 2023, se for reeleito. O valor é quase R$ 100 maior do que o proposto pelo governo ao Congresso. O atual chefe do Executivo federal começou o debate pelo ponto considerado mais sensível na campanha de Lula, a corrupção. Com gritos, o candidato à reeleição chamou o petista de “bandido” e relembrou os casos descobertos durante a gestão do ex-presidente, como os desvios na Petrobras. Lula respondeu com ironias: “Parece que meu adversário está descompensado”, disse. Já nos primeiros minutos os dois candidatos começaram a se chamar de mentirosos e trocar acusações. Quando Bolsonaro disse que Lula escondia aliados enrolados com corrupção, Lula trouxe para o debate o caso Roberto Jefferson, aliado do presidente que resistiu à prisão atirando contra policiais no último domingo (23/10). “Ele sabe quem esconde. Acabou de tentar esconder o Roberto Jefferson, o pistoleiro dele“, disparou Lula, que citou acusações de corrupção no governo Bolsonaro, como o dos pastores lobistas do Ministério da Educação. Bolsonaro não respondeu sobre o tema até o terceiro bloco, quando voltou a ser cobrado por Lula sobre ter escondido o aliado e condenou sua atitude, como já havia feito nas redes sociais: “Quem atira em policial é bandido”.
Valmir da Silva , 50 anos, morador da comunidade de Monte Oliveira em Livramento de Nossa Senhora morreu no início da tarde de sexta-feira (28), enquanto realizava trabalho rural em uma propriedade localizada no povoado de Várzea de Dentro. O corpo foi encontrado na lavoura, com a camisa que usava presa ao pescoço e a uma máquina roçadeira que ele utilizava, indicando que, provavelmente, a peça de roupa teria ficado presa ao equipamento, provocando enforcamento. A Polícia Militar foi acionada e preservou o local até a chegada de uma equipe do Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Brumado. Aos familiares e amigos o Blog Regional manifesta profundo pesar diante do momento de consternação.
A Avenida Sete matou a saudade do Carnaval nesta sexta-feira (28). Uma multidão foi às ruas do Centro de Salvador para participar de uma megacaminhada do candidato a governador ACM Neto (União Brasil), com direito a trio elétrico que saiu do Campo Grande até a praça Castro Alves, ao som do Pagodão de Oh Polêmico. A dois dias da eleição que definirá o segundo turno na Bahia, Neto realizou o seu maior evento na capital baiana, contando inclusive com os que ocorreram no primeiro turno. Prova da mobilização crescente em Salvador, onde o agora candidato do União Brasil governou por oito anos, avaliado em todos como o melhor prefeito do Brasil. “Neste segundo turno a gente começou atrás, mas está construindo uma virada histórica que, se Deus quiser, vai ser confirmada com a vitória no próximo domingo. Chego à reta final com o sentimento de dever cumprido e com o coração muito confiante. Fizemos uma campanha que mexeu com a Bahia. Acho que no domingo vai prevalecer o sentimento e o desejo de mudança do povo baiano.”, disse ACM Neto em entrevista no local. "É a pipoca do 44" e "de virada é mais gostoso", dizia o locutor do evento, de cima do trio, evidenciando o clima de virada na disputa. "Meu governador", gritou o povo que seguia o trio, e "vai Neto", cantou a galera no mesmo ritmo de um dos jingles, em pagode, que mais viralizaram na campanha. Por falar em virada e em pagode, a caminhada foi o primeiro evento ao som do "Samba da Virada", jingle gravado por Oh Polêmico para a reta final do segundo turno. Deu certo: a música foi hit e o povo sambou pela Avenida Sete. O jingle gravado por A Dama do Pagode também estreou nesta sexta, e igualmente embalou a multidão. ACM Neto começou o evento em cima de um carro pequeno, mas na altura da Praça Piedade desceu e completou o percurso no meio do povo. Deputados federais e estaduais, além de vereadores e lideranças, que acompanharam a caminhada, também seguiram entre os apoiadores. Como, por exemplo, Cacá Leão (PP), que foi candidato a Senador na chapa. O percurso saiu do Campo Grande às 10h, em frente ao Teatro Castro Alves, e seguiu pela Avenida Sete. O percurso estava previsto para terminar na Praça Castro Alves, mas de tanta animação se estendeu até o Terreiro de Jesus, no Pelourinho. E, mesmo depois que Neto seguiu para a próxima agenda, a festa com o trio continuou por lá.
Finalizando o processo de preparação das urnas eletrônicas que serão utilizadas no 2º turno das Eleições Gerais de 2022, no próximo domingo (30) a 101ª Zona Eleitoral localizada em Livramento de Nossa Senhora, deu início na manhã desta sexta-feira (28), a última Cerimônia Pública de Verificação dos Sistemas de Transmissão e Conferência Visual das Urnas Eletrônicas Lacradas. Durante o procedimento, são checados os dados constantes da tela inicial da urna, como informações de data, hora, seção e município que cada urna corresponde. “Neste momento as urnas são novamente ligadas apenas para verificar se elas estão lacradas, se os sistemas estão corretos, se estão com as informações de data e hora e demais informações adequadas para o processo de votação - mais um procedimento de conferência de verificação e transparência do processo eleitoral”, explica o chefe do Cartório Eleitoral, Guilherme Moreira.
Para os municípios abrangidos pela 101ª Zona Eleitoral (Livramento, Dom Basílio, Rio de Contas e Jussiape), foram preparadas 260 urnas eletrônicas, entre os equipamentos que vão atender as 222 seções eleitorais e as máquinas de contingência. Todas as urnas passaram pelo processo de preparação, que engloba desde a atividade de inserção das informações do pleito no equipamento, verificação, lacração e conferência dos dados e sistemas. As cerimônias são públicas e qualquer pessoa pode acompanhar os procedimentos no cartório eleitoral. Vale ressaltar que as urnas são programadas para funcionar só no dia votação, com emissão da zerésima e identificação dos mesários.