Essa tag tem 9 posts encontrados
O senador Angelo Coronel tem intensificado as articulações para definir os nomes que irão compor sua chapa na disputa pela reeleição ao Senado em 2026. Entre as possibilidades em análise, ganha força o nome da vereadora Edylene Ferreira (Republicanos), atual presidente da União dos Vereadores da Bahia (UVB). Com quatro mandatos e forte atuação na região sisaleira, Edylene reúne apoio entre lideranças municipais e dentro da própria UVB, o que dialoga com a estratégia do senador de incluir uma representação municipalista preferencialmente feminina na composição. A movimentação também ocorre em meio a disputas internas na base oposicionista. O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), já havia anunciado o nome do ex-deputado federal Marcelo Guimarães Filho (Podemos) como primeiro suplente de Coronel, fruto de um acordo político com o partido. Apesar disso, Coronel adota um discurso mais cauteloso e evita confirmar o nome, afirmando que a decisão ainda está em análise. Segundo ele, o Podemos pleiteia a indicação, mas há duas vagas de suplência em disputa, o que mantém o cenário aberto. Nos bastidores, a definição deve envolver equilíbrio político entre partidos aliados e a busca por representatividade regional, fator considerado estratégico para fortalecer a candidatura no interior do estado. A composição final da chapa ainda depende de ajustes entre lideranças e deve ser consolidada nas próximas semanas, à medida que as articulações eleitorais avançam na Bahia.
O senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que pretende votar no senador Flávio Bolsonaro nas eleições presidenciais deste ano. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da Rádio Antena 1. Ao analisar o cenário eleitoral, Coronel destacou que a influência de lideranças políticas locais é limitada quando se trata da disputa pelo Palácio do Planalto. Segundo ele, o eleitor tende a tomar sua decisão de forma independente. “Eleição de presidente se engana quem acha que uma liderança local vai influenciar. O povo escolhe por conta própria. A liderança do município influencia na eleição do governador, do senador. Ninguém consegue mudar a cabeça de ninguém na hora do voto para presidente”, afirmou. O parlamentar também justificou sua posição com base na relação pessoal com o pré-candidato. De acordo com ele, a convivência no Senado pesou na escolha. “Eu, por ser meu amigo pessoal, meu colega de Senado, não vou deixar de votar num amigo para votar em outro que não tenho nenhuma relação”, declarou. A fala ocorre em meio à movimentação política que antecede as eleições de 2026 e evidencia o alinhamento individual de lideranças, mesmo em um cenário de disputas amplas e polarizadas.
A chapa da oposição que irá disputar as eleições deste ano na Bahia foi oficializada na noite desta segunda-feira (30) durante evento político realizado de Feira de Santana e liderado pelo prefeito da Princesinha do Sertão, José Ronaldo de Carvalho (União Brasil). A composição reúne o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) como pré-candidato ao governo, o prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), como pré-candidato a vice-governador, além dos nomes de João Roma (PL) e do senador Ângelo Coronel (Republicanos) como pré-candidatos ao Senado. O anúncio foi feito durante um grande evento marcado por forte presença de lideranças de todo o Estado. Participaram presidentes de partidos, deputados federais e estaduais, prefeitos, vereadores e lideranças de diversas regiões, consolidando um movimento de unificação das forças de oposição na Bahia. O evento em Feira de Santana simboliza o alinhamento do grupo oposicionista para enfrentar a chamada "chapa puro sangue", encabeçada pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), que deve disputar a reeleição. “Se Deus permitir que a gente ganhe, Feira de Santana vai ver a maior parceria nunca vista na sua história o meu trabalho ao lado de Zé Ronaldo”. A escolha de Zé Cocá como vice já havia sido antecipada na última quinta-feira (26), quando ACM Neto foi a Jequié para fazer o convite oficial ao prefeito para integrar a chapa. Considerado um dos prefeitos mais influentes da Bahia, Cocá chega à chapa com a missão de ampliar a capilaridade política no interior do estado. Zé Ronaldo exaltou a composição da chapa e enfatizou a força do interior. “A decisão de trazer o interior pra dentro da chapa é o reconhecimento da força do interior, reconhecimento de quem constrói essa Bahia todos os dias. É uma mensagem clara que interior participa”, disse. Durante o evento, os quatro integrantes nomes da chapa destacaram o momento de união e a construção de um projeto de mudança para a Bahia. ACM Neto, ao final, disse que não terá um dia de descanso para ajudar a mudar a Bahia. “Hoje quem mais sofre no estado é o pobre”.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou publicamente a composição da chapa governista para as eleições de 2026 na Bahia e deixou o senador Angelo Coronel fora do arranjo. A declaração foi feita durante visita ao município de Maracás, no Vale do Jiquiriçá, no sábado, ao lado do governador Jerônimo Rodrigues e do senador Jaques Wagner. Durante entrevista, Rui Costa disse que deixará o ministério no fim de março para disputar uma vaga no Senado e que a chapa majoritária seria formada por Jerônimo Rodrigues na disputa pelo governo e Jaques Wagner ao Senado. O ministro também voltou a descartar qualquer possibilidade de disputar o governo estadual. A agenda em Maracás incluiu a inauguração de uma escola em tempo integral e simbolizou a unidade do grupo petista. Angelo Coronel e o senador Otto Alencar não participaram do evento. As declarações de Rui contrastam com o posicionamento adotado por Jerônimo Rodrigues, que tem evitado tratar a chapa como definida e afirma que as negociações seguem em andamento, sem descartar publicamente Coronel. Jaques Wagner tem sinalizado preferência por uma chapa composta apenas por nomes do PT, mas também afirma que o processo de negociação ainda não foi encerrado. O presidente Lula deve participar das articulações políticas. Do lado do PSD, Angelo Coronel mantém o discurso de que será candidato à reeleição. Otto Alencar já declarou que o senador terá legenda para concorrer, mesmo que de forma independente, caso fique fora da chapa governista.
O senador Otto Alencar (PSD) afirmou, nesta quinta-feira (8), que o Partido Social Democrático seguirá integrado ao projeto político do governador Jerônimo Rodrigues (PT) nas eleições de 2026, independentemente da composição final da chapa majoritária. A declaração foi dada durante entrevista, na qual o parlamentar reiterou o compromisso da legenda com a atual gestão estadual. Segundo Otto, a única indicação formal do PSD é o nome do senador Angelo Coronel (PSD), mas o apoio ao governo não está condicionado à presença do correligionário na chapa. De acordo com o senador, caso Angelo Coronel não seja escolhido para compor a chapa majoritária, o partido permanecerá na base aliada sem apresentar outro nome. Otto afirmou que a postura do PSD não se trata de pressão ou barganha política. Durante a entrevista, o senador também comentou declarações recentes de Angelo Coronel sobre não ter interesse em determinados cargos. Otto disse respeitar integralmente a posição do colega e destacou a relação de confiança, lealdade e amizade construída ao longo dos anos. O parlamentar afastou ainda qualquer possibilidade de aproximação do PSD com grupos de oposição ao governo baiano. Segundo ele, não há convergência política ou ideológica que justifique uma mudança de posicionamento da legenda no cenário estadual.
O senador Otto Alencar sinalizou, pela primeira vez, que pode disputar o governo da Bahia em 2026 caso o PT não garanta espaço para Ângelo Coronel tentar a reeleição ao Senado. A declaração foi feita durante reunião com a bancada baiana do PSD na Câmara dos Deputados, realizada na segunda-feira (24). No encontro, Otto afirmou que Coronel é o nome do PSD para renovar o mandato e que a sigla não aceita ser retirada da chapa majoritária por causa da intenção do PT de lançar dois candidatos ao Senado na eleição de 2026. Segundo o senador, a exclusão de Coronel abriria a possibilidade de o PSD rever sua posição na aliança estadual. Otto também comentou que não seguiria Coronel caso o colega optasse por migrar para o grupo de ACM Neto, do União Brasil, em busca de espaço para concorrer ao Senado. O PSD, porém, defende que o acordo firmado no ciclo eleitoral anterior seja mantido e que a vaga ao Senado permaneça com o partido. O cenário adiciona tensão às articulações para a sucessão do governador Jerônimo Rodrigues, que tenta manter a base unida enquanto partidos aliados disputam espaço na chapa majoritária.
Durante agenda em Brasília nesta terça-feira (25), o deputado estadual Marquinho Viana participou de uma audiência com o senador Ângelo Coronel em seu gabinete no Senado Federal. O encontro contou com a presença do vice-prefeito de Barra da Estiva, Valter Pereira, e dos vereadores Fabrício, Janiel, Jurandir e Marlon, que acompanharam a discussão sobre demandas do município. A comitiva apresentou ao senador projetos considerados essenciais para o desenvolvimento de Barra da Estiva, com foco em obras estruturantes, melhorias na infraestrutura urbana e ampliação de investimentos federais destinados à região. O grupo buscou fortalecer articulações para garantir mais recursos e acelerar a execução de ações ligadas ao crescimento do município. Marquinho Viana ressaltou a relevância da parceria com Ângelo Coronel e o papel do diálogo constante com lideranças federais para impulsionar iniciativas voltadas ao interior da Bahia. O deputado destacou que a união de esforços é fundamental para ampliar investimentos e atender às necessidades da população.
O senador Angelo Coronel (PSD) defendeu, nesta quarta-feira (29), que a escolha dos candidatos ao Senado Federal na chapa do governador Jerônimo Rodrigues (PT) seja feita com base em pesquisa de opinião junto aos prefeitos da Bahia e à população em geral. A declaração foi dada ao Política Livre, em resposta à sugestão feita na última semana pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), que propôs o uso de pesquisas de opinião pública para definir o nome que representará a base governista na disputa eleitoral de 2026.
Para Coronel, o papel dos prefeitos será decisivo no pleito, e o critério de escolha deve refletir essa influência. “Sou favorável a uma pesquisa com os prefeitos da Bahia, que são os agentes responsáveis por levar o voto para a urna. Tanto é que o governo Jerônimo tem tentado trazer o máximo de prefeitos para o seu lado. Isso é uma prova de que o prefeito vai pesar na eleição do candidato”, afirmou o senador. O parlamentar ponderou que uma pesquisa tradicional de opinião pública beneficiaria nomes como Rui Costa e o senador Jaques Wagner (PT), ambos com maior exposição midiática. “Eu não sou pop star. Não fui governador, não tive holofotes, mas estou à disposição de um critério mais lógico. Que se ouça os prefeitos sobre os três nomes colocados e outros que tenham interesse em concorrer ao Senado na base do governo”, completou.
Com perfil municipalista, Angelo Coronel destacou que mantém boa relação com gestores de diferentes partidos e reforçou que não há divergências políticas com Rui Costa ou Jaques Wagner. “Não tenho problema nenhum. Sendo esse o critério, é só escolher o instituto. Vamos seguir a estratégia do governo: trazer mais prefeitos, porque é o agente que leva o voto para a urna”, finalizou.
O senador Angelo Coronel (PSD) afirmou nesta segunda-feira (1º) que não fará mais comentários sobre a formação da chapa majoritária para as eleições de 2026. A decisão ocorre em meio à possibilidade de o Partido dos Trabalhadores lançar a dupla formada pelo senador Jaques Wagner, que também buscará a reeleição, e pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, o que poderia deixar Coronel de fora da disputa. Em entrevista durante evento promovido pelo Conselho Regional de Educação Física da Bahia (CREF13/BA), na Assembleia Legislativa da Bahia, Coronel destacou que caberá ao presidente estadual do PSD, senador Otto Alencar, conduzir as articulações políticas da legenda. O parlamentar frisou que Otto terá autonomia para definir se o partido continuará na base do governo ou seguirá outro caminho.
No último fim de semana, em Bom Jesus da Lapa, Otto Alencar afirmou que o PSD pretende manter espaço na chapa majoritária e que a definição ocorrerá em março de 2025, após reuniões com Rui Costa, Jaques Wagner e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Angelo Coronel também comentou sobre manifestações de apoio à sua recondução ao Senado. O senador disse que não houve conversas formais com partidos de oposição ou da base, mas que recebe declarações de incentivo de aliados em diferentes siglas, inclusive no PT e no União Brasil. Ele ainda brincou ao citar o deputado Samuel Júnior (Republicanos), que, apesar de minimizar apoio público da oposição, é considerado por Coronel um aliado de longa data.