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Uma equipe da Polícia Militar apreendeu um equipamento de som do tipo “paredão” na madrugada deste domingo (26), no bairro Olaria, em Rio de Contas, na Chapada Diamantina. A ação foi motivada por denúncias de moradores que relataram volume excessivo de som na localidade. Segundo a PM, ao chegar ao endereço indicado, os policiais constataram a irregularidade e realizaram a apreensão do equipamento. O responsável pelo som foi detido no local e encaminhado à delegacia, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis. O caso foi registrado como perturbação do sossego, infração que tem sido alvo de fiscalizações constantes, principalmente durante finais de semana e períodos de maior circulação. A operação integra as ações rotineiras da Polícia Militar voltadas ao combate à poluição sonora e à garantia do bem-estar da população. A iniciativa também reforça o cumprimento da Lei Municipal nº 251/2018, que proíbe o uso de paredões em vias públicas, praças e espaços de acesso coletivo. De acordo com a legislação, as penalidades podem variar de R$ 5 mil a R$ 15 mil em casos de reincidência. A medida ainda se baseia na Lei nº 9.503/1997 e integra a campanha “Paredão Zero”, que busca coibir esse tipo de prática em diferentes municípios da região.
Um ataque a tiros durante uma festa do tipo paredão terminou com um jovem morto e outro gravemente ferido na madrugada deste domingo (29), em Serrinha, na região sisaleira. O crime aconteceu por volta das 1h50, no povoado Alto da Bandeira, zona rural do município. A vítima fatal foi identificada como Douglas da Silva Sena, de 20 anos, conhecido como “Bambety”. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Douglas era influenciador digital e acumulava cerca de 40 mil seguidores nas redes sociais. Outro jovem, identificado pelo prenome Matheus, também foi atingido e sofreu ferimentos graves. Ele foi atendido por uma equipe do Samu e levado ao Hospital Municipal de Serrinha. Devido à gravidade do quadro, precisou ser transferido para o Hospital Geral Clériston Andrade, em Feira de Santana, onde segue internado sob escolta policial. Douglas morava no conjunto Serrinha, no bairro Cidade Nova, e também integrava o coletivo LGBTI+ Flores do Sisal, que lamentou a morte em uma publicação nas redes sociais. “Hoje o nosso coletivo amanhece mais triste. Douglas, nosso Bambam, nosso Bambete, não era apenas um membro — era presença, sorriso, vida pulsando dentro da nossa caminhada. Mais uma vida jovem interrompida pela violência que insiste em atravessar nossos territórios”, diz trecho da nota. Até a manhã desta segunda-feira (30), não havia informações sobre prisões relacionadas ao caso. A autoria e motivação do crime seguem sob investigação.
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