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A Justiça do Rio de Janeiro determinou a prisão do goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza após o descumprimento das regras do regime de liberdade condicional. A decisão foi tomada pela Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro, que expediu um mandado de prisão contra o atleta na quinta-feira (05). Com a revogação do benefício, Bruno deverá retornar ao sistema prisional para cumprir pena em regime semiaberto. Segundo a decisão judicial, o goleiro deixou o estado do Rio de Janeiro sem autorização da Justiça, o que configura violação das condições impostas para a manutenção da liberdade condicional. De acordo com informações do processo, Bruno viajou para o Acre no dia 15 de fevereiro para disputar uma partida pela Copa do Brasil. Na ocasião, ele atuou pelo Vasco-AC em jogo realizado no dia 19, no qual a equipe foi eliminada após disputa de pênaltis. Para o magistrado responsável pelo caso, a atitude demonstrou descaso com as obrigações impostas pela Justiça. A decisão também destaca que o réu tinha conhecimento das regras estabelecidas no momento da concessão do benefício. A saída do estado sem autorização é considerada falta grave no regime de liberdade condicional. Com isso, o benefício foi revogado e as autoridades policiais foram acionadas para cumprir o mandado de prisão.
Um policial penal foi encontrado morto na tarde deste domingo (4), dentro de uma residência localizada no bairro do Malhado, no município de Ilhéus, no sul da Bahia. A ocorrência mobilizou equipes policiais e técnicos do Departamento de Polícia Técnica, que realizaram os procedimentos legais no local. A vítima foi identificada como Jorge Rocha de Cerqueira, de (53) anos, servidor do sistema prisional baiano há aproximadamente (28) anos. Ele era conhecido entre colegas pela longa trajetória profissional e pela convivência no ambiente de trabalho. Após a confirmação do óbito, o corpo foi encaminhado para perícia. Concluídos os exames, o translado será feito para o município de Jequié, cidade de origem do policial penal. As informações iniciais apontam que o caso é tratado como suicídio, ficando a apuração sob responsabilidade das autoridades competentes. A direção do Presídio Ariston Cardoso informou que está prestando assistência aos familiares. A morte do servidor gerou repercussão entre profissionais da segurança pública da região, em razão dos anos de atuação de Jorge Rocha de Cerqueira no sistema prisional da Bahia.
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