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O tráfego de veículos pesados voltou a ser suspenso na ponte sobre o Rio Jequitinhonha, localizada em um trecho da BR-101/BA, no município de Itapebi, no sul do estado. A decisão foi tomada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes nesta terça-feira (23), um dia após a liberação parcial da passagem. Com a nova determinação, está autorizada apenas a circulação de veículos leves de passeio, vans, micro-ônibus, ônibus e caminhões com até dois eixos. Os demais veículos de carga pesada devem continuar utilizando o chamado desvio da Veracel como rota alternativa. Desde o mês de maio, a ponte passa por obras de requalificação estrutural, o que havia motivado a suspensão do tráfego de transporte coletivo e de cargas pesadas, mantendo a travessia restrita a veículos leves. A liberação ocorrida recentemente foi considerada temporária e condicionada ao cumprimento de regras específicas de segurança. Segundo o Dnit, a retomada da suspensão ocorreu devido ao descumprimento das normas estabelecidas para a travessia. Entre as irregularidades observadas estão o excesso de peso dos veículos e o desrespeito ao limite de velocidade, fixado em 30 km/h no trecho da ponte. O órgão informou que as restrições permanecem enquanto durarem as intervenções na estrutura e reforçou que as medidas têm como objetivo garantir a segurança dos usuários da rodovia e preservar a integridade da ponte durante o período de obras.
Começou a ser liberada na manhã desta segunda-feira (22) a circulação ampliada de veículos na ponte sobre o Rio Jequitinhonha, localizada em um trecho da BR-101, no município de Itapebi, na Costa do Descobrimento. Desde maio, a travessia funcionava com restrição apenas para veículos leves, o que vinha impactando o transporte de cargas e passageiros na região. Com a mudança, passam a trafegar pelo local ônibus, micro-ônibus e caminhões com peso bruto total de até 33 toneladas. A liberação foi possível após a conclusão de intervenções emergenciais na estrutura da ponte, executadas sob coordenação do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). As obras incluíram o reforço da laje do tabuleiro, com a instalação de chapas de aço na parte inferior da estrutura, medida adotada para aumentar a capacidade de suporte e garantir maior segurança no tráfego. Durante o período de restrição, veículos de carga e transporte coletivo precisaram utilizar um desvio alternativo. O trajeto mais longo, aliado às condições precárias do desvio, provocou desgaste em caminhões e ônibus, além de atrasos nas viagens e aumento dos custos operacionais para empresas e motoristas. A responsabilidade pela manutenção do desvio é da Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra), que foi alvo de críticas pela falta de melhorias no trecho, especialmente nos períodos de maior fluxo na BR-101. Apesar da ampliação do tráfego na ponte atual, as obras para a construção de uma nova estrutura ao lado seguem em andamento. A fase de fundação teve início no fim de outubro, com investimento federal estimado em cerca de R$ 104 milhões. A previsão é que a nova ponte seja concluída em (2026).
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